Acordo e Walter já está saindo do chuveiro. Neide ainda dorme ao meu lado, a bunda grande e redonda descoberta, aquele tecido da calcinha tão fino que dá pra ver as pregas do cu rosinha dela. Eu fico ali olhando, o pau começando a ficar duro de novo.
A noite passada não sai da minha cabeça. Não consigo tirar aquela imagem de dois paus dentro dela ao mesmo tempo, o jeito que ela gritava, como se estivesse vivendo algo que sempre quis mas nunca pedia.
Rewind. Tudo começou quando Walter chegou no Airbnb isolado que Neide e eu alugamos pro fim de semana. A gente mora num prédio grande na cidade, mas aqui era diferente, longe de gente, só a casa e a noite. Walter era amigo de faculdade dele, um cara que não via faz uns três anos. Musculoso, braços grossos de quem malha de verdade, pele morena, aquele tipo que chama atenção sem nem tentar.
Neide ficou tensa quando ele chegou. Eu tinha contado pra ela que ele vinha, mas não tinha dito por quê. A gente tinha conversado sobre isso semanas antes, depois de uns drinks, quando ela confessou que sonhava em experimentar dois homens ao mesmo tempo. Só que depois da conversa virou brincadeira, virou aquele segredo gostoso que fica ali pairando mas que ninguém fala muito sobre.
Ele entrou com aquele sorriso fácil, abraçou a gente, bebeu uma cerveja comigo enquanto Neide saía da cozinha com um vestido curto, peito mole balançando um pouco, seios grandes demarcados naquele tecido fino. Ela tinha se arrumado. Sabia o que ia rolar.
"Vcs dois planejaram isso?" ela perguntou pra mim depois, quando Walter foi pro quarto arrumar a mala dele. Eu só sorri. "Você quer?" Ela não respondeu nada, só me beijou.
A noite foi normal até certo ponto. A gente bebeu, conversou, Neide rindo daqueles jeitos que ela fica quando está nervosa e excitada. Depois que ela foi pro banheiro trocar de roupa, Walter virou pra mim e falou baixo, "Tem certeza disso, mano?" Eu movi a cabeça que sim. Ele respirou fundo.
Ela saiu do quarto de camiseta, sem calcinha. O jeito que ela entrou na sala, aquela camiseta cobrindo só até a metade da bunda, o rabo empinado, as coxas grossas e bem-definidas. Walter piscou pra mim.
"Vocês vão ficar me olhando a noite toda ou vão fazer alguma coisa?" ela perguntou, a voz um pouco embargada. Antes que eu respondesse, Walter se levantou e beijou ela. Eu fiquei ali vendo, o pau subindo na calça, aquela sensação de estar vendo algo que era só meu sendo tocado por outro.
Ela gemeu na boca dele. Walter a puxou pra cama de casal que ficava na sala. Eu levantei e tirei a roupa enquanto ele tirava a dela, a camiseta voando, os seios grandes e macios caindo quando ela se deitou. O peito dela era mole mesmo, aquele tipo que desce quando fica na posição, e Walter logo começou a sugar, a boca dele coberta de saliva.
"Vem cá, vem cá," ela sussurrava, olhando pra mim enquanto Walter descia com a língua pelo corpo dela. Eu cheguei perto, ela puxou meu pau pra boca dela, os lábios fechando na glande, chupando com aquela ganância que eu conhecia bem. Só que dessa vez era diferente porque Walter estava ali, as mãos dele abrindo as pernas dela, o dedo entrando na buceta inchada, as pregas vermelhas e babadas já pedindo por tudo.
Ele se posicionou entre as pernas dela e meteu tudo de uma vez. Ela gemeu com meu pau na boca, o som saindo abafado, os olhos dela marejando de vontade. Eu via o corpo dela tremendo com cada envergadura que Walter dava, o rabo dela balançando, aquele cu apertado contraindo.
"Calma, deixa ele desfrutar também," Walter falou comigo, respirando pesado. Ele tirou o pau dela, e a buceta dela ficou ali, rosada e inchada, as pregas saindo um pouco. Ele se posicionou melhor na cama e me chamou pra me ajoelhar do lado dela.
Neide me puxou pra sua boca novamente, mas dessa vez Walter desceu e começou a chupar aquele cu rosinha dela, a língua dele fazendo movimentos circulares. Ela começou a gritar, a me chupar com mais força, as mãos dela agarrando meu rabo de uma forma quase desesperada.
"Quer os dois?" eu perguntei, e ela tirou o pau da boca pra responder, ofegante.
"Quero, quero, quero," ela ofegava, aquelas três palavras saindo como um mantra, os olhos dela pedindo. Walter se posicionou na buceta dela, e eu me coloquei atrás, o pau duro como ferro. Eu deslizei a glande pela bunda dela, sentindo o cu apertado reagindo.
Walter esperou eu ficar pronto, os dois paus lado a lado, aquele momento tenso antes de ela receber os dois. A buceta dela estava tão inchada que era como se estivesse esperando, as pregas abertas e úmidas. Eu comecei a entrar lentamente, o cu dela cedendo, aquela resistência que fica no começo. Ela gritou, mas não era dor, era aquele grito que ela dá quando quer mais.
Walter entrou junto, e o sentimento foi indescritível. Eu sentia o pau dele dentro dela também, separado do meu só pela parede interna da buceta e do cu. A gente começou a mexer, no mesmo ritmo no começo, mas logo cada um achando seu compasso. Ela estava ali, de quatro, o peito mole balançando, os seios grandes pendendo, a cabeça dela caída pra frente, os gemidos saindo contínuos.
"Isso, isso, assim," ela dizia, a voz rouca, as mãos agarrando a cama, as unhas deixando marcas. Walter me olhava, aquele sorriso que a gente tinha combinado, aquela confiança de que tudo estava certo. Eu metia fundo, sentindo cada movimento dele do outro lado, cada encontro dos nossos paus dentro dela.
As mãos de Walter foram pro rabo dela, ele apertava, ele observava. Eu colei meu corpo no dela, beijando o pescoço, sentindo o suor dela, aquele cheiro dela que eu conhecia mas que agora tinha um gostinho a mais, de tesão compartilhado. A gente foi ficando mais rápido, mais desesperado, aquele ritmo que não tem volta.
Ela começou a gozar, os dois dentro dela, o corpo inteiro tremendo, a buceta pulsando, o cu contraindo no meu pau. Ela gritou o nome de Walter, depois o meu, depois só gritava. Walter durou mais um pouco, mas logo senti ele se tensar, aquele jeito que o pau fica rígido demais, e ele gozou dentro dela, a porra escorrendo pra fora, misturada com a que eu já tinha metido.
Eu aguentei mais, aproveitando cada movimento, aquela sensação de ter a buceta dela pulsando sozinha enquanto eu ainda mechia, e quando gozei, foi aquele tipo de gozada que parece que nunca acaba, a porra saindo junto com a dele, os dois de uma vez, escorrendo pelas coxas dela, pela bunda, aquele líquido branco descendo.
A gente ficou ali, ofegante, suado, o silêncio pesado. Neide caiu na cama, a respiração dela acelerada, os olhos dela fechados. Walter saiu de perto e se deitou do outro lado. Eu ainda estava dentro dela, não conseguia sair, não queria sair.
"Vocês dois são loucos," ela sussurrou, uma meia risada escapando.
Agora, na manhã seguinte, com Walter saindo do banheiro e Neide dormindo, eu fico ali pensando no que muda depois disso. Ela acordou pouco depois, viu meu olhar, sorriu aquele sorriso preguiçoso de quem passou a noite toda sendo fodida. Walter saiu do quarto com a toalha na cintura, os braços grossos ainda molhados, e beijou ela na testa.
"Boa manhã, gostosa," ele falou, simples assim, como se aquilo fosse normal. Neide riu, aquele barulho que ela faz quando está realmente feliz, não aquele riso social. Ela se levantou e foi pro banheiro, deixando a gente ali.
Walter se sentou na cama, me olhou, e falou, "Isso não foi uma única noite, foi?" Eu sabia que não. A gente já tinha conversado sobre isso antes, sobre o que viria depois. Walter ia voltar mais vezes. Neide ia ficar contando os dias. E eu? Eu ia ficar vivendo esse conflito gostoso de ver minha mulher sendo preenchida de formas que eu sozinho nunca conseguiria.
Neide voltou da cama com aquele vestido novo que ela tinha levado, os cabelos úmidos, o rosto descansado. A gente pediu café, saiu pro varanda do Airbnb, viu o sol nascendo. Ninguém falava muito, mas tudo estava dito. Ela colocou a cabeça no meu ombro, e eu sentia os seios grandes dela contra meu braço, o peso dele, a realidade daquilo.
Walter checou seu celular, recebeu uma mensagem. Ele sorriu pra gente. "Então, próximo fim de semana?" Neide olhou pra mim, e eu vi aquele brilho nos olhos dela, aquele que tinha aparecido quando Walter beijou ela a primeira vez, quando ela sentiu os dois paus dentro dela ao mesmo tempo.
"Próximo fim de semana," ela respondeu.
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