Ivo, trinta e dois anos, casado e de volta pra casa que não sentia mais como lar. Iara abriu a porta sem nem tirar o olho do celular, aquele vestido cinza justo marcando os seios fartos, os bicos duros salientes contra o tecido. Cheirava a perfume caro e a raiva contida.
"A gente precisa conversar", falei, já sabendo que aquelas palavras não iam resolver nada. Ela bufou, retrucou algo sobre meu fim de semana na casa do "amigo" e fechou a porta na minha cara. Meia hora depois tava eu na sala, ela no quarto, a gente separado por um silêncio que doía mais que qualquer briga.
Procurei a chave do motel onde a gente tinha se encontrado antes. Não encontrei. Pensei em esquecer, voltar pra rotina morna de quem dorme no sofá da sala. Daí recebi a mensagem dela, três da manhã, só um endereço e um horário. Hotel genérico, aquele que fica perto da rodovia, sem câmeras na entrada lateral.
Culpa e Tesão
Cheguei primeiro. O quarto cheirava a desinfetante baço e a ar condicionado velho. Iara entrou quinze minutos depois e não disse nada, só fechou a porta com força e me encarou. Os olhos dela brilhavam de uma forma que eu conhecia bem, aquele brilho que significava que a raiva tinha virado tesão puro.
"Você é um merda", ela disse, tirando o casaco. Abaixo tinha só a lingerie preta, aquela que ela usava quando queria me provocar, os bicos dos seios pequenos e duros apontando direto pra mim através do tecido fino. Avancei pra cima dela sem pensar muito. Iara me empurrou contra a parede, suas mãos arrancando minha camisa com uma pressa que me fez ficar duro só de ver aquele desejo cru no rosto dela.
A pele dela era morna, os seios grandes e macios quando eu prendi um deles entre os dentes, o bico se enrijecendo ainda mais na minha boca. Ela sussurrou coisas sujas no meu ouvido enquanto eu beijava seu pescoço, aquele pescoço fino que ela odiava que eu tocasse porque sabia que me deixava louco. "Você não tá nem aí pra mim", ela gemeu quando enfiei meu pau entre os seios dela, o vale profundo recebendo meu comprimento com a facilidade de quem já sabia exatamente como fazer aquilo.
Os bicos duros escorregavam contra meu pau a cada movimento e eu sentia meu saco pesado bater contra suas costelas. Ela começou a apertar os seios ao redor do meu pau, criando um atrito que me deixava à beira do colapso. Peguei na nuca dela e comecei a meter mais rápido, vendo aquele rosto dela levantado pra mim, a boca aberta, aquele olhar que misturava ódio com desejo.
Deitei ela na cama de um jeito que doeu, sem cuidado, com a raiva que ela queria. Abri as pernas dela com força e vi aquela buceta inchada, os lábios vermelhos e brilhantes de lubrificação, o clitóris já roxo de tanto estar duro. "Quer só conversar, é?", ela provocou, e eu meti meu pau gordo dentro dela sem esperar mais resposta.
Iara gritou. Não era aquele grito fake de filme pornô, era o grito verdadeiro de quem tá tendo a buceta esticada ao máximo, os lábios se abrindo pra receber meu pau inteiro. Peguei no seu rabo grande e macio, aquele rabo que ela sempre quis que eu apertasse, e comecei a bater com força, o som da buceta dela encharcada ecoando no quarto vazio.
Ela contraía a buceta a cada movimento, aquele aperto que me deixava maluco, e eu sentia cada gota de lubrificação escorregando pelo meu pau. "Mais", ela pediu, as unhas dela marcando meu peito. "Mais, caralho, fode essa buceta." Mexi ainda mais rápido, sentindo aquele formigamento na base do meu pau, aquele aviso de que eu não ia durar muito mais se continuasse assim.
"Fala pra mim", ela pediu, os olhos fechados, as mãos puxando o lençol. "Fala que você quer só eu." Não falei nada, só metia mais forte, sentindo aquela buceta apertar meu pau a cada movimento, os músculos dela contraindo quando ela vinha, o corpo todo tremendo embaixo de mim. Ela gozou com um grito que deve ter acordado o pessoal do quarto ao lado, e eu senti aquela buceta ficar ainda mais encharcada, aquele líquido quente escorrendo.
Virei ela de quatro. As coxas grossas dela ficaram visíveis, a pele branquinha marcada de vermelho pelos meus dedos, aquele cu rosinha piscando pra mim. Enfiei meu pau de novo, dessa vez sentindo um aperto diferente, mais profundo, e ela gemeu de uma forma que fez meu peito apertar. Não era só sexo. Era raiva, era arrependimento, era a gente tentando resolver com o corpo o que a boca não conseguia dizer.
Iara começou a rebolar, empurrando seu rabo contra meu pau, e eu vi ela se tocar, os dedos dela no clitóris enquanto eu metia dentro dela. A buceta dela ficou ainda mais encharcada, aquele líquido quente escorrendo, e eu sentia cada contração, cada vez que ela se contraía pra me receber melhor. "Goza dentro de mim", ela ordenou, a voz rouca, desesperada. "Quero sentir sua porra dentro da minha buceta."
Não era nem uma pergunta. Eu já tava chegando lá, aquele formigamento na base do meu pau que significava que não ia durar muito mais. Mexi mais rápido, ouvindo o som molhado da buceta dela recebendo meu pau, aquele barulho que me deixava louco, e gozei dentro dela com uma força que me fez ver branco. A porra saiu quente, pulsando dentro da buceta dela, e Iara gemeu alto, aquele gemido que ela dava quando sentia meu pau gozar lá dentro, quando ela sabia que eu tinha perdido o controle completamente.
Ficamos assim por um tempo, o pau ainda dentro dela, meu peito suado colado nas suas costas, o coração batendo acelerado. Ela respirava fundo, aquele corpo inteiro tremendo ainda pelos resquícios do orgasmo. Senti meu pau começar a amolecer lentamente, mas ainda dentro daquela buceta quente, e ela apertava os músculos pra me manter ali.
Ela se afastou e foi pro banheiro sem falar nada. Ouvi a água correndo, o barulho dela limpando a buceta, e voltei pro sofá da cama, o pau ainda meio duro, aquele gosto amargo e quente ainda na minha boca. Iara voltou enrolada na toalha, o cabelo molhado, os seios ainda marcados pelas minhas mãos, aqueles seios grandes e fartos que eu tinha sugado com tanta força que deixei marcas vermelhas.
Ela se sentou ao meu lado e não falou nada, só olhou pra frente, pro espelho do quarto que refletia a gente ali, suado, cansado, ainda com aquele desejo pairando no ar. Via a buceta dela ainda rosada, inchada, os lábios vermelhos e úmidos. Ela cruzou as pernas e sussurrou algo que não consegui ouvir.
"Você vai voltar pra casa dele amanhã?", ela perguntou, a voz baixa, quase um sussurro. Eu sabia que ela tava falando do meu colega, aquele que supostamente eu tava ajudando com um projeto, mas que na verdade nem existia. Só existia meu medo de tá em casa, meu medo de olhar pra Iara e ver naquele rosto bonito a confirmação de que eu tinha fudido com tudo.
"Não", falei, e não sabia se era verdade. Ela virou pra mim, aquele olhar que tinha tudo, raiva, desejo, dúvida, esperança. Beijei ela de novo, mais lento dessa vez, sentindo aquela buceta ainda quente contra minha coxa, aquele corpo que eu conhecia melhor do que conhecia a mim mesmo.
Iara se deitou sobre mim, os seios macios pressionados contra meu peito, e a gente ficou ali, sem falar, só respirando junto. Meu pau começou a ficar duro de novo, e ela riu baixo, aquele riso que eu adorava, o riso que significava que ela tava me perdoando por enquanto, que a gente ia fazer tudo de novo em cinco minutos. Ela se posicionou sobre mim, aquelas coxas grossas abrindo, e sentou no meu pau com um gemido.
Dessa vez foi mais lento, mais sensual. Ela se mexia de um jeito que me deixava louco, subindo e descendo, aquela buceta encharcada deslizando no meu pau. Peguei nos seios dela, nos bicos duros, e ela jogou a cabeça pra trás, aquele pescoço fino exposto, aquele corpo todo se movendo em cima de mim. Sentia aquela buceta apertar meu pau a cada movimento, e ela gemia baixo, quase sussurrando obscenidades no meu ouvido.
Depois
Quando ela finalmente saiu do quarto, já de madrugada, virou pra mim com aquele olhar que eu não conseguia ler direito. "Se você voltar pra aquele cara, eu descubro", ela disse. Não era uma ameaça, era uma promessa. Eu sabia que ela falava sério, que ela tinha o tipo de raiva que fazia as pessoas fazerem coisas loucas.
Depois que ela saiu, fiquei ali na cama do motel, o lençol encharcado de suor e de porra, aquele cheiro dela ainda pairando no ar. Peguei no meu celular e vi a mensagem da minha mãe perguntando como eu tava, se tudo bem em casa. Não respondi. Só fiquei imaginando como seria quando ela descobrisse, porque em algum lugar da minha cabeça eu sabia que descobrir era só uma questão de tempo.
Iara tinha deixado um brinco na cabeceira, aquele brinco de ouro que ela usava sempre, e eu o coloquei na minha bolsa sem pensar muito. Quando voltei pra casa, minha esposa tava dormindo, o corpo virado pro outro lado, aquele corpo que eu tinha jurado amar até o fim da vida e que eu tava traindo toda noite. Deitei ao seu lado e senti aquele gosto amargo na boca, aquele gosto de culpa misturado com tesão, e pensei em Iara, na buceta dela encharcada, naquele rabo grande e macio, naquele desejo que ela tinha de mim que era tão real, tão quente, tão impossível de resistir.
Marcamos o próximo encontro pra uma semana depois, e eu já tava contando os dias. Sabia que era errado, sabia que ia tudo desabar eventualmente, mas aquele formigamento no meu pau, aquele desejo que queimava no meu peito toda vez que recebia uma mensagem dela, era mais forte que qualquer culpa. Iara tinha me prendido de um jeito que minha esposa nunca conseguiu, e eu tava disposto a queimar tudo pra continuar sentindo aquela buceta envolvendo meu pau, aquele corpo se movendo embaixo de mim, aquele olhar que misturava ódio com amor de um jeito que me deixava completamente louco.
Antes de dormir, tirei o brinco dela da bolsa e o coloquei embaixo do travesseiro. Era meu talismã, meu lembrete de que aquilo era real, de que eu tinha alguém que me desejava daquele jeito, mesmo que fosse errado, mesmo que custasse tudo que eu tinha construído. A culpa vinha em ondas, mas o tesão era mais forte, e eu sabia que quando chegasse a próxima semana, eu estaria naquele motel de novo, esperando por ela, pronto pra fazer tudo de novo.
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