Consultório fechado: ela sussurrou e eu enfiei tudo fundo

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Você sabe que a gente não pode ser pego aqui, né? Francisca sussurrou isso com a boca quase encostada no meu ombro, enquanto eu fingia organizar uns papéis na mesa do consultório. A voz dela tinha aquele tom de quem tá com medo e tesão ao mesmo tempo, e eu sentia o calor do corpo dela irradiando através do meu paletó. Ela tinha quarenta e três anos, peitos pesados e grandes que desenhavam a blusa branca de trabalho, e aquele jeito de se mover que só quem vive daquele tipo de segredo consegue dominar. Eu tinha cinquenta e um, cabelo grisalho, barba cerrada, e uma quantidade criminosa de tesão que ela tinha despertado sem nem saber direito como.

Tudo começou quando Francisca entrou como coordenadora pedagógica seis meses atrás. Eu era diretor daquele consultório de psicopedagogia, e ela vinha dum lugar bem maior, com aquele currículo impecável que ela mesma deixava cair na conversa. Mas tinha algo ali que não era só profissionalismo. Ela procurava desculpas pra ficar até mais tarde, passava por perto da minha mesa com uma frequência que não era casual, e quando nossos dedos encostavam pegando o mesmo documento, ela demorava pra puxar a mão. Comecei a notar também como ela se posicionava quando entrava no meu escritório, sempre de forma que eu visse o decote, sempre com aquele perfume que parecia feito pra me deixar louco.

Naquele dia específico, era quinta-feira de noite, o prédio vazio, as luzes acesas só no meu escritório. Francisca tinha vindo me mostrar uns relatórios que ela não conseguia entender direito, e a gente sabia os dois que não era nada disso. Ela fechou a porta atrás dela com um clique discreto, e quando eu me virei pra falar algo profissional, o clima já tava diferente. Ela tinha aquele olhar que só aparecia quando a gente tava sozinho, aquele brilho de quem tá com a buceta pulsando de tão úmida, apertando a calcinha. Eu via pelo jeito que ela se movia, pela forma como aquele corpo todo suava levemente, como se tivesse vindo correndo pra chegar ali.

O Risco e a Gala

Levantei da cadeira e enfiei a mão no pescoço dela, puxando com força. Francisca gemeu baixo, e eu senti os dedos dela procurando pela minha nuca, agarrando meu cabelo com desespero. Seus seios pesados se projetavam contra meu peito, e eu podia sentir os mamilos duros marcando a blusa, aqueles bicos rosados querendo furar o tecido. Ela tinha aquele tipo de corpo que você sabe que foi feito pra isso, pra ser agarrado, pra ser usado, pra ser fodido até não aguentar mais.

Porra, Tiago, ela sussurrou quando meu lábio encontrou o pescoço dela. Eu chupei fundo, deixando marca, aquela marca que ela ia ter que esconder amanhã no trabalho. Alguém pode ouvir, ela disse, mas a voz dela não tinha convicção nenhuma, só tinha tesão mesmo.

Ninguém tá aqui. Todo mundo foi embora há uma hora, falei contra a pele dela, sentindo o gosto salgado do suor. E você adora isso, né? O risco. Aquela adrenalina de poder ser descoberto a qualquer momento, de alguém chegar e nos ver aqui, fodendo como dois animais.

Ela não negou. Só respirou mais fundo e desceu a mão pro meu pau, que tava duro dentro da calça, aquele volume que ela conhecia bem. Francisca o apertou por cima do tecido, e eu gemi sem controlar, aquele gemido que sai do fundo do peito quando você tá com tesão demais. Ela sorriu, aquele sorriso de quem sabe que tá no comando, mesmo que a gente soubesse que ali dentro daquele consultório era eu quem mandava, era eu quem decidia até onde a gente ia.

Puxei a blusa dela pra cima dos seios. Francisca tava sem sutiã, e aqueles peitos caíram pesados na minha frente, os bicos rosados já enriçados, pedindo pra ser chupados. Passei a língua por um, depois pelo outro, sentindo o calor deles, aquela maciez que só peito de mulher tem. Ela gemia, não conseguia controlar o volume, e eu metia dois dedos na boca dela pra ela morder enquanto eu chupava aqueles seios como se fosse leite, como se tivesse fome de verdade.

Abri a calça dela com uma mão, e o cheiro da buceta dela veio forte, molhado, desesperado. Arreganhada mesmo, a buceta inchada, os lábios vaginais salientes, tudo vermelho e pulsando como um coração. Ajoelhei na frente dela e enfiei metade da minha língua dentro, sentindo aquela buceta babada engolindo meu rosto, aquela viscosidade quente e gostosa que me deixava louco. Francisca puxava meu cabelo, as coxas grossas apertando minha cabeça, e ela sussurrava coisas sujas que eu mal conseguia ouvir porque tava muito ocupado comendo aquela buceta.

Porra, você come meu cu igual come meu rabo? ela perguntou, e quando ela disse aquilo, eu soube que tinha muito mais coisa nela do que aquele jogo de profissionalismo que ela mantinha no expediente. Ela era uma safada mesmo, uma putinha que tava esperando só um homem com tesão pra se soltar de verdade.

Enfiei um dedo no cu dela. Apertado mesmo, fechado, e ela gritou baixo, os dedos dela rasgando a minha camisa, deixando marcas que eu ia ter que explicar depois. Trabalhei lá dentro, fazendo movimentos lentos enquanto minha língua continuava trabalhando a buceta, e Francisca começou a se mover contra meu rosto como se tivesse um pau dentro dela e não um velho comendo ela num consultório que poderia ter gente chegando a qualquer momento. A ideia disso a deixava ainda mais excitada, eu podia sentir.

Levantei, sacudi a calça, e tirei meu pau pra fora. Grosso, gordo, com veias marcadas subindo pelo comprimento, a cabeça larga e roxa de tanto sangue. Francisca abaixou a boca, e eu senti os lábios dela envolvendo aquela cabeça, a língua trabalhando a fenda, chupando como se tivesse sabor de mel. Ela gaggava quando eu metia fundo, as lágrimas escorrendo, e mesmo assim ela continuava, aquela boca cheia de tesão, aquela vontade de me fazer gozar na garganta dela.

Dentro e Fora

Peguei na nuca dela e comecei a foder aquela boca com força, sentindo os dentes dela roçando a pele do meu pau, aquela sensação que deixa qualquer homem louco. Francisca recebia tudo, os dedos dela apertando minha coxa, a buceta dela pingando no chão do consultório, aquele suco escorrendo pelas coxas grossas dela. Eu via a buceta dela contraindo enquanto ela chupava, como se ela tivesse vindo só com o pau na boca, como se não precisasse de nada mais.

Levanta, ordenei, e ela obedeceu rápido, aquele corpo todo suado, ofegante, pronto pra receber mais. Virei ela de costas, empurrei ela contra a mesa, e enfiei o pau na buceta dela de uma vez. Francisca gritou, a mão dela procurando algo pra se agarrar, e eu comecei a foder com força, sentindo aquela buceta babada apertando meu pau, o som molhado ecoando no consultório, aquele barulho que só sexo bom faz.

Ela tinha aquele jeito de se mexer que combinava com a idade, sabe? Não era desesperada como uma novinha, era segura, sabia exatamente como contrair aquela buceta pra me fazer gozar, como mover aquele rabo grande pra receber meu pau. Os seios dela balançavam com cada embaixada, pesados, hipnotizantes, aqueles bicos ainda duros, ainda vermelhos de tanto eu ter chupado. Passei a mão em cima deles, apertei, senti o coração dela acelerado contra minha palma, aquele ritmo cardíaco que só sexo intenso provoca.

Você gosta disso, né? Foder comigo aqui? ela perguntou, olhando pra trás, os olhos dela molhados de prazer, aquele olhar que me deixava ainda mais duro. A voz dela saía rouca, cansada, mas cheia de tesão.

Porra, sim. Sua buceta é muito gostosa, Francisca, falei, e continuei metendo, mais rápido, mais fundo, sentindo aquela buceta pulsando ao redor do meu pau. Ela começou a gemer mais alto, não tava nem ligando mais pro risco, só querendo gozar, só querendo sentir meu pau dentro dela até o fundo.

Peguei o clitóris dela com o polegar, aquele botãozinho inchado, aquele ponto que fazia ela ficar louca, e comecei a massagear enquanto continuava enfiando meu pau com força. Francisca começou a contrair tudo, a buceta pulsando, aquelas contrações que você sente envolvendo o pau, e ela gozou gritando, o corpo dela todo tremendo, aquela buceta apertando meu pau como um saco de ar. Ela gemeu meu nome, e aquilo foi o suficiente pra me levar junto.

Tirei o pau pra fora e gozei nos seios dela, aquela porra branca e grossa cobrindo aqueles peitos pesados, escorrendo entre os bicos rosados. Francisca riu, um riso ofegante, suado, e passou a mão nos seios lambendo os dedos, limpando meu gozo como se fosse um doce. Ela chupava os dedos, os olhos fechados, ainda tremendo do orgasmo.

Ficamos ali uns minutos, ofegantes, suados, com aquele silêncio pesado que vem depois de sexo bom. O consultório cheirava a sexo, aquele cheiro que não sai fácil, que fica impregnado em tudo. Ela se ajeitou, colocou a blusa de volta, e eu arrumei minha calça, tentando parecer normal, como se a gente tivesse acabado de fazer uma reunião de trabalho e não tivesse acabado de foder como dois loucos.

Ela pegou os relatórios que tinha deixado cair, e quando ela tava na porta, eu falei alguma coisa sobre a gente conversar sobre isso depois, sabe, aquela conversa de adultos que sabem que tão fazendo algo errado mas não conseguem parar. Francisca sorriu, aquele sorriso de segredo, e respondeu que não tinha nada pra conversar, que aquilo era só o começo, que ela queria mais, que ela tava viciada no meu pau.

Depois ela saiu, deixando o consultório cheirando a sexo, a porta fechando silenciosamente atrás dela. Fiquei ali sozinho, ajustando a gravata, tentando recuperar a compostura. Mas no fundo, eu já sabia que aquilo não era só uma vez, que a gente ia continuar fazendo aquilo enquanto conseguisse se esconder.

Seis meses depois, a gente ainda tava fazendo aquilo, sempre que tinha oportunidade. Nas tardes de chuva quando o prédio ficava mais vazio, nos fins de semana quando ela arrumava desculpa pra vir trabalhar, até na sala de reunião uma vez quando o risco era ainda maior. Mas tinha uma coisa que Francisca não sabia. Minha esposa, que vinha buscar documentos de vez em quando, tinha começado a desconfiar. Ela não tinha dito nada ainda, mas eu via aquele olhar dela quando passava pela porta do consultório e sentia o cheiro de sexo no ar, aquele olhar que dizia tudo. O medo de ser descoberto era quase tão gostoso quanto o sexo em si, aquela adrenalina que fazia meu pau ficar duro só de pensar que um dia ela ia chegar e nos encontrar assim, fodendo como dois animais.

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