Corno manso vendo a esposa rebolar no pau do malandro

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A toalha dele estava no chão do banheiro. Eu ouvi a água da chuveirada caindo e o barulho de passo na sala, vindo na minha direção. Meu coração disparou. Tiago abriu a porta do quarto sem bater, úmido, com aquele corpo musculoso saído da academia, os ombros largos ainda molhados. Emanuela estava deitada na cama, de costas pra mim, o bumbum grande empinado por cima do lençol, aquela bunda que eu conhecia tão bem, firme, com a marca da calcinha desenhada na pele.

Ele parou na porta. Eu estava de pé, perto da cômoda, fingindo procurar algo na carteira. Os olhos dele foram direto pra ela. Emanuela levantou devagar, como se tivesse acabado de acordar, e se virou pra ele. Os seios dela caíram um pouco quando ela se moveu, naturais, fartos, com aquele mamilo rosado que ficava duro quando ela tinha tesão. Tiago respirou fundo. Ela sorriu pra mim, rápido, cúmplice, e depois olhou pra ele de novo.

"Que demora nessa chuveirada", ela disse, a voz morna, como se não fosse nada demais.

Tiago não respondeu nada. Emanuela se levantou, de calcinha branca, e caminhou em minha direção fingindo ir pra cozinha. Ela passou pertinho dele, o ombro roçando no peito dele. Eu vi o pau dele começar a ficar duro dentro da bermuda.

Aquilo tudo tinha começado três semanas atrás, numa casa de praia que Emanuela e eu alugamos pro fim de semana. Tiago era colega de trabalho meu, cara legal, solteiro, sempre sorrindo. A gente se via no trabalho, conversava, e quando Emanuela o conheceu numa confraternização, ela logo arrumou um jeito de fazer ele vir com a gente pro fim de semana. Eu aceitei porque Emanuela pediu, porque ela disse que queria conhecer melhor os amigos que eu tinha, porque ela tinha aquele jeito de persuadir que eu nunca conseguia resistir.

Na primeira noite, na sala da casa, Emanuela ficou bebendo vinho com a gente. Ela usava um vestido curto, de alça fina, e toda vez que se movia, eu via a sombra da calcinha através do tecido. Ela se sentou do lado de Tiago e começou a conversar, rindo daquele riso que eu reconhecia como perigoso. A mão dela passeava pelo braço dele enquanto ela falava. Tiago ficava desconfortável, mas não afastava.

Eu bebi mais vinho. Emanuela se inclinou e sussurrou algo no ouvido dele. Ele ficou vermelho. Ela saiu da sala e voltou com mais uma garrafa, e quando ela se inclinou pra servir, o vestido dela desceu o suficiente pra ele ver o comecinho do seio. Tiago piscou devagar, como se estivesse tentando processar o que via.

"Vocês são casados há quanto tempo?", ele perguntou, a voz um pouco rouca.

"Sete anos", Emanuela respondeu, sentando de novo do lado dele. "Mas a gente gosta de aproveitar a vida. De experimentar coisas novas."

Eu sabia exatamente aonde aquilo ia chegar. Emanuela tinha mencionado, semanas antes, que queria trazer alguém pra cama com a gente, que queria ver eu compartilhando ela, que aquilo deixava ela excitada demais. Eu tinha dito que não sabia, que era estranho, mas por dentro eu queria. Eu sempre quis.

Tiago olhou pra mim. Eu só dei de ombros e bebi mais vinho.

"Seu marido sabe que você tá falando comigo assim?", ele perguntou.

"Claro que sabe", Emanuela respondeu. "Ele quer saber como é. Quer que eu goze com outro homem enquanto ele vê."

O pau dele ficou tão duro que a bermuda dele ficou marcada. Emanuela riu, aquele riso dela que era puro sexo, e colocou a mão no colo dele, bem pertinho do volume. Ele não afastou.

"A gente tá cansado de rotina", eu disse, minha voz saindo mais grossa que o normal. "Emanuela merecia provar outra coisa. E eu… eu gosto de ver ela assim. Gosto de ver ela se sentindo desejada por outro homem."

Naquela noite, Tiago dormiu no sofá. Mas antes de ir, Emanuela o beijou na boca, rápido, e sussurrou pra ele voltar no fim de semana seguinte.

Ele voltou.

E agora, naquele quarto, com a porta aberta e ele ainda de bermuda molhada, eu via a mesma cena se repetindo. Emanuela aproximou dele e colocou a mão no peito dele, os dedos dela traçando os músculos. Tiago respirava como se tivesse corrido uma maratona.

"Você gostou do que viu semana passada?", ela perguntou pra ele.

"Demais", ele respondeu, a voz rouca.

Emanuela tirou a calcinha branca dela devagar, deixando cair no chão. Ela tinha a buceta inchada, avermelhada, com aquele clitóris que parecia uma pequena pérola quando ela tava excitada. Ela abria as pernas e eu podia ver como a buceta dela ficava babada, com aquele brilho de lubrificação que deixava ela bucetuda demais, gostosa demais.

Tiago caiu de joelhos na frente dela. Ele cheirou a buceta dela antes de enfiar a língua. Emanuela gemeu, colocando a mão na cabeça dele, e começou a rebolar na língua dele. Ela virou pra mim e piscou, aquele olhar que dizia que aquilo era só pra mim, que ele era só um instrumento.

Eu tirei a calça enquanto via Tiago chupar a buceta dela. Meu pau tava duro que nem ferro. Emanuela começou a gemer mais alto, aquele gemido que ela fazia quando tava gozando, quando sentia a língua dele mexendo naquele ponto que deixava ela louca. Ela apertava os músculos da buceta e eu via a língua dele brilhando com o suco dela.

Depois Tiago se levantou e tirou a bermuda. O pau dele era grande, grosso, comprido, com as veias saltadas na lateral. Emanuela se ajoelhou e começou a chupar. Ela colocava até o talo, engasgava, deixava a saliva escorrer pro lado da boca. Tiago colocava a mão na cabeça dela e metia com mais força.

"Assim, assim", ele gemia.

Eu me tocava, meu pau na mão, vendo minha mulher fazendo boquete em outro homem. Aquilo era tão quente que eu mal conseguia respirar. Ela sugava o pau dele como se fosse a coisa mais gostosa do mundo, e de vez em quando ela olhava pra mim, os olhos brilhando, a boca cheia.

Tiago a puxou pra cama e deitou ela de costas. Emanuela abriu as pernas e ele entrou dentro dela de uma vez. Ela gritou. O pau dele era maior que o meu, mais gordo, e eu via como a buceta dela se abria pra receber. Ele começou a meter com força, aquele som de carne batendo em carne, e Emanuela arreganhava, aquela buceta inchada se contraindo ao redor do pau dele.

"Goza pra mim", eu disse, ainda me tocando. "Goza gostoso."

Emanuela gemia cada vez mais alto. Os seios dela tremiam a cada investida. Tiago agarrava a bunda dela, colocava os dedos dentro da buceta dela junto com o pau, e ela começava a gozar, as pernas tremendo, o corpo inteiro se contraindo. Eu via o suco dela escorrendo pelo pau dele.

Tiago continuava metendo, mais rápido, mais forte. Emanuela pedia pra ele meter mais dentro, pedia pro pau dele entrar até o talo. Eu podia ver o rosto dela contorcido de prazer, aquela expressão que ela só fazia quando tava bem excitada.

"Vira", ele pediu.

Emanuela virou de quatro. Aquele bumbum grande, redondo, ficou em evidência. Tiago meteu o pau dentro da buceta dela por trás e começou a meter com tudo. Eu vi como a bunda dela se movia, aquele rebolado que deixava tudo mais gostoso. Ela apoiava os seios nas mãos e deixava ele meter, deixava ele usar ela como quisesse.

Eu me coloquei na frente dela. Emanuela abriu a boca e eu enfiei meu pau. Ela começou a chupar enquanto Tiago metia por trás. Ela ficava ali, no meio de a gente, gemendo, gozando, se movendo pra trás pra receber o pau dele e pra frente pra chupar o meu. Aquilo era demais, era tudo que eu sempre tinha querido.

"Meu Deus, que buceta gostosa", Tiago gemia. "Que mulher safada."

Emanuela tirou meu pau da boca dela só pra falar:

"Goza dentro de mim. Quero sentir teu pau gozando dentro da minha buceta."

Tiago acelerou ainda mais e eu senti quando ele começou a gozar. Ele meteu tudo pra dentro e ficou ali, pulsando. Emanuela gozava junto, o corpo todo se contraindo. Depois foi minha vez. Eu coloquei o pau na boca dela e gozei na garganta dela. Ela engoliu tudo, lambendo o pau pra tirar toda a porra.

A gente ficou ali deitado, suado, respirando pesado. O cheiro de sexo era tão forte que preenchia o quarto inteiro. Emanuela estava entre a gente dois, com aquela expressão satisfeita, bem fodida.

Virou Vício

Aquilo virou semanal. Toda sexta-feira, Tiago vinha na nossa casa. Emanuela sempre usava alguma coisa provocativa, sempre deixava a calcinha de fora pra ele ver. Ela ficava cada vez mais ousada, cada vez mais safada. Começou a não usar sutiã, deixava os seios balançarem dentro da blusa. Começou a sentar no colo dele quando eu tava ali, a se esfregar no pau dele, a sussurrar coisas no ouvido dele.

Eu comecei a notar que Emanuela tava diferente comigo também. Ela era mais excitada, mais desinibida. Ela pedia pra eu contar detalhes do que via, pra eu descrever como era o pau dele, como era ver ela sendo metida por outro homem. Tudo isso enquanto a gente tava na cama, fazendo amor, e aquilo deixava ela excitada demais.

Um dia, no trabalho, Tiago me chamou no canto.

"Cara, sua mulher é demais", ele disse. "Eu tô viciado. Todo dia eu penso nela. Na buceta dela, na boca dela, naquele bumbum."

Eu deveria ter sentido ciúme. Mas eu senti era tesão. Eu senti era que eu tinha feito o certo, que eu tinha encontrado a forma perfeita de manter Emanuela satisfeita. Porque a verdade é que ela era insaciável. Ela queria mais, sempre queria mais.

Na sexta-feira seguinte, Emanuela nem esperou Tiago chegar direito. Assim que ele entrou na porta, ela o puxou e começou a beijar ele na boca, aquele beijo quente, de língua, de quem tá desesperado pra transar. Ela tirou a roupa dele ali mesmo, na sala, e se ajoelhou pra chupar o pau dele enquanto eu assistia, meu pau na mão, duro que nem ferro.

Ela abria a boca grande pra receber o pau dele, deixava ele entrar até o fundo, engasgava, cuspia saliva. Depois ela se levantava, tirava a roupa, e se sentava no pau dele. Ela rebolia como nunca, aquela buceta inchada se movimentando no pau dele, e ela gemia alto, sem se importar se alguém escutava.

Depois que Tiago saiu, Emanuela se deitou na minha cama, toda suada, a buceta ainda babando, e ela me pediu pra enfiar meu pau dentro dela. Eu fiz, e enquanto eu metia, ela sussurrava no meu ouvido:

"Você viu como ele me comeu? Você viu como meu pau ficou?", ela perguntava, usando a palavra que a gente usava pra buceta dela.

"Vi", eu respondia, metendo mais forte.

"Ele é maior que você", ela sussurrava. "A buceta dele cabe melhor nele. Mas você é meu. Você é o homem que ama meu pau."

Isso deixava eu louco. Eu gozava rápido, dentro dela, e depois a gente ficava ali, abraçado, suado, com aquele cheiro de sexo que a gente adorava.

Ninguém desconfia. Na frente dos amigos, na frente da família, a gente é um casal normal. Mas toda sexta-feira, Tiago entra na nossa porta e Emanuela vira aquela putinha insaciável que ela é. E eu fico ali, vendo ela se entregar, vendo ela gozar, vendo ela pedir mais, e isso é tudo que eu preciso pra ser feliz.

Ontem, quando Tiago saiu, Emanuela se deitou do meu lado e perguntou se eu queria trazer mais alguém. Se eu queria que ela fizesse isso com outro homem também. Eu disse que sim. Que sim, eu queria ver ela assim com vários homens, com quanto mais melhor. Ela sorriu, aquele sorriso que significa que ela já tava pensando em como fazer isso acontecer.

Emanuela nunca mais vai voltar a ser só minha. E eu não quero que ela volte. Porque ver ela assim, fodida, satisfeita, insaciável, é melhor que qualquer coisa que eu já senti na vida. E se aquilo faz de mim um corno manso, tá bom. Porque eu sou o corno manso mais feliz do mundo.

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A história acabou, mas o corpo não. Segue nessas cenas e deixa o tesão terminar o serviço.