Me chamo Cristina, trinta e cinco anos, casada com Hélio há quase dez. A gente tinha alugado uma casa de praia pra passar o feriado, só nós dois, tentando reavivar aquela coisa que tinha mornado no casamento. Hélio tinha sugerido a ideia de trazer alguém pra nossa cama, e eu tinha achado tarado demais. Mas no bar da praia, tomando cerveja gelada, ele tinha insistido: "A gente merecia se divertir de novo, Cris. Sem julgamento. Só nós dois vendo você com outro". Eu tinha rido, mas dentro de mim aquilo tinha mexido. Mexido mesmo.
Na primeira noite na casa, eu estava na varanda com Hélio quando o vizinho apareceu. Estava voltando de alguma trilha, todo suado, o peito nu inundado de suor, musculoso demais, aquele tipo de corpo que você vê e já sente a buceta pulsar. Ele se chamava Márcio. Tinha uns quarenta e poucos, cabelo grisalho, peito peludo grosso cobrindo aqueles músculos marcados, o tipo de homem que Hélio tinha sussurrado pra mim que eu gostaria. Hélio tinha visto meu olhar quando Márcio passou na varanda vizinha, sorrindo pra gente, e depois tinha sussurrado na minha orelha: "Você tá pensando nele, né? Eu vi na sua cara".
Eu tinha negado, mas fraca. Muito fraca. Hélio tinha continuado, a mão descendo pra minha coxa por baixo do vestido: "Seria tão gostoso te ver com ele, Cristina. Só você e ele enquanto eu fico assistindo. Você quer, eu vejo no seu olhar". Meu corpo inteiro tinha tremelicado. Aquilo era loucura, mas era exatamente a loucura que eu precisava, aquela que a gente tinha perdido em dez anos de casamento morno.
O Convite
No dia seguinte, Hélio tinha arrumado um jeito de nos apresentar melhor. Márcio tinha vindo tomar uma cerveja com a gente, e eu tinha colocado um biquíni que deixava meus seios grandes e pesados praticamente caindo pra fora, os mamilos rosados quase à mostra. Eu sabia que estava provocando, e Hélio sabia que eu sabia. A coisa toda era um jogo ensaiado, mas real demais pra ser fingido. Márcio tinha reparado. Claro que tinha reparado. Seus olhos desciam pro meu colo toda vez que eu me movia, focado naquele vale fundo entre meus peitos, naquela pele brilhando de protetor solar.
"Vcs vão ficar aqui quanto tempo?", ele tinha perguntado, a voz um pouco rouca, enquanto bebia sua cerveja de um gole só.
"Mais uma semana", Hélio tinha respondido, colocando a mão na minha cintura. "Cristina tá adorando. Eu também. É bom relaxar, sabe? Se desapegar de tudo, de responsabilidade, de rotina". Havia uma intenção clara nisso, e Márcio tinha captado na hora. Ele tinha sorrido lentamente, tomando mais cerveja, seus olhos passando pelo meu corpo inteiro.
Naquela noite, deitada na cama ao lado de Hélio, ele tinha sussurrado: "Você quer, né? Eu vi. Sua buceta deve tá inchada só de pensar nele". Eu tinha respirado fundo, envergonhada e excitada ao mesmo tempo. Hélio tinha colocado a mão entre minhas pernas, sentindo minha buceta realmente inchada, pulsante. "Posso convidar ele amanhã? A gente convida pra vir tomar uma cerveja à noite, você coloca aquele vestido vermelho sem calcinha, e deixa acontecer". Meu clitóris tinha começado a pulsar só de ouvir aquilo. "Eu fico só olhando, Cris. Você com ele, enquanto eu te vejo ser fodida de verdade. Sem culpa. Sem mentira".
Hélio tinha me chupado naquela noite como não fazia há meses, meu corpo inteiro tremendo enquanto ele sussurrava putaria no meu ouvido, sua língua trabalhando meu clitóris inchado com uma fome que eu pensava ter perdido. Quando gozei, foi gritando o nome de Márcio, meu corpo todo se contorcendo. Hélio tinha gozado logo depois, completamente tarado, sua porra quente enchendo minha boca.
O convite tinha saído fácil, casualmente, como se fosse a coisa mais natural do mundo. Márcio tinha aceitado rápido demais, e eu sabia que ele tinha entendido exatamente o que estava sendo oferecido. Talvez Hélio tivesse deixado claro de alguma forma, ou talvez Márcio simplesmente tivesse visto a fome nos meus olhos.
A Noite
Naquela noite, eu tinha colocado o vestido vermelho, corto, meus seios grandes e pesados à mostra, as coxas grossas descobertas até o meio da coxa. Sem calcinha, minha buceta arrumada, depilada, meu clitóris já pulsando antecipadamente. Eu tinha me olhado no espelho e mal reconheci a mulher que via. Aquela não era a Cristina casada, mãe de dois filhos que ficavam com a sogra, aquela que tinha perdido a graça em casa. Aquela era outra pessoa, mais selvagem, mais suja, mais viva.
Quando Márcio tinha chegado, seus olhos tinham queimado. Ele tinha entrado na sala onde Hélio já estava sentado, cerveja na mão, aquele sorriso de corno manso já plantado no rosto. "Bem vindo", Hélio tinha dito, e havia algo obsceno naquele bem-vindo, algo que reconhecia o que estava prestes a acontecer. Márcio tinha trazido uma garrafa de vinho, um presente educado que não combinava nada com o que todos sabíamos que ia acontecer.
Eu tinha me movido devagar, propositalmente, deixando meu vestido escorregar um pouco mais pro lado, deixando a borda de um seio aparecer, meu mamilo rosado quase visível. Márcio tinha respirado fundo, sua mão se fechando na garrafa. "Cristina tá com tesão, cara", Hélio tinha falado, totalmente despudorado, como se estivesse comentando sobre o tempo. "Ela quer que você a coma enquanto eu fico aqui vendo. Tudo bem pra você?"
Márcio tinha olhado pra mim, depois pra Hélio, e tinha sorrido daquele jeito que homem tarado sorri quando sabe que vai ganhar o que quer. "Tudo bem", ele tinha respondido, se levantando lentamente.
Ele tinha me puxado pela cintura, seu peito peludo e suado encostando no meu vestido. Seu pau já estava duro dentro da calça, pressionando contra minha barriga. Seus lábios tinham encontrado meu pescoço, sua respiração quente no meu ouvido. "Seu marido tá gostando de me ver com você, né, putinha? Tá vendo como sua buceta quer meu pau?" Eu podia sentir seu pau pulsando contra mim, e meu corpo inteiro tinha respondido, minha buceta começando a vazar.
Eu tinha gemido, meu corpo inteiro se entregando àquilo. Hélio tinha se movido pra um lado da sala, ainda sentado, a mão descendo pra sua própria rola por dentro da calça. Ele estava se tocando, assistindo, e aquilo tinha me deixado ainda mais excitada. A ideia de ser observada, de ser aquela que estava sendo usada enquanto meu marido se tocava, tinha ligado algo dentro de mim que eu não sabia que existia.
Márcio tinha rasgado meu vestido, simplesmente rasgado, deixando meus seios grandes e pesados completamente expostos, meus mamilos duros como pedra. Suas mãos tinham agarrado neles, massageando, seus dedos apertando meus mamilos enquanto ele gemia contra meu pescoço. "Que peitos gostosos, porra", ele tinha murmurado. "Seu marido tá certo, você é uma putinha mesmo".
"Ela tá com uns peitos lindos, viu", Hélio tinha sussurrado, se tocando mais rápido, sua respiração ficando mais pesada. "Chupa eles, Márcio. Chupa essa buceta gostosa dela".
Márcio tinha descido, seus lábios fechando no meu seio, sua língua trabalhando meu mamilo enquanto sua mão descia entre minhas pernas. Minha buceta estava transbordando, inchada, completamente arrumada pra receber aquele pau. Seus dedos tinham encontrado meu clitóris, e eu tinha começado a gritar imediatamente, pois Hélio já tinha me deixado à beira do orgasmo antes de Márcio chegar. Márcio tinha deslizado um dedo dentro de mim, depois dois, sua boca ainda trabalhando meu peito enquanto seus dedos se moviam dentro da minha buceta babada.
"Olha como ela goza fácil", Hélio tinha murmurado, seu pau agora completamente de fora, batendo na mão enquanto ele se tocava. "Buceta sensível demais. Adora ser fodida".
Márcio tinha me colocado no sofá, meu corpo todo exposto, meus seios oscilando enquanto ele tirava sua roupa. Seu pau era gordo, comprido, veias salientes ao longo dele, completamente duro, a cabeça vermelha e inchada. Ele tinha aberto minhas pernas, meu clitóris inchado e pulsante esperando por ele, minha buceta arreganhada e babada. Quando ele tinha metido, tinha sido lento, deixando sua porra penetrar fundo, sua barriga pressionando contra meus lábios enquanto ele se movia, seus pelos do peito roçando meus seios.
"Ahhh, caralho", eu tinha gritado, meu corpo inteiro arqueando pra encontrá-lo. "Mais, mais, Márcio, me fode".
Ele tinha começado a me foder de verdade, suas estocadas cada vez mais rápidas, seus músculos do peito e braço se flexionando a cada movimento. Meu corpo todo estava balançando, meus seios pesados rebatendo a cada investida, minhas coxas grossas batendo contra suas pernas. Hélio tinha se movido mais perto, sua mão ainda na rola, respirando pesado, seus olhos fixos no ponto onde o pau de Márcio desaparecia dentro de mim.
"Vê como ela recebe meu pau, Hélio?", Márcio tinha grunhido, seu peito peludo sudado brilhando à luz, seu rosto contorcido de prazer. "Sua buceta tá tão gulosa, cara. Tão bucetuda. Quer que eu goza dentro dela?"
"Goza, goza na frente dele", eu tinha gritado, meu corpo completamente fora de controle, meu clitóris pulsando contra o púbis dele. "Quero sentir sua porra, Márcio. Quero você enchendo meu cu de porra".
Ele tinha virado meu corpo, me colocando de quatro, minha bunda grande e pesada completamente exposta pra ele. Seu pau tinha voltado pra dentro de mim, mas dessa vez mais fundo, mais brutal. Eu tinha gritado, meu rosto enterrado no sofá enquanto ele me fodia de verdade, suas mãos agarrando minha bunda, seus dedos afundando na carne. Hélio tinha se colocado na minha frente, seu pau na minha boca, e eu tinha começado a chupar enquanto Márcio me fodia por trás.
"Isso, putinha, chupa", Hélio tinha gemido, sua mão na minha cabeça, controlando o ritmo. "Você tá linda assim, nos dois paus".
Márcio tinha puxado seu pau de minha buceta, o deixando escorrer na minha bunda, pressionando contra meu cu. Ele tinha cuspo, deixando sua saliva descer, e depois tinha começado a pressionar sua cabeça contra meu cu apertado. Eu tinha parado de chupar Hélio por um segundo, respirando fundo, preparando meu corpo. "Vai, vai devagar", eu tinha pedido, e Márcio tinha assentido, começando a entrar lentamente.
A dor tinha sido intensa no primeiro momento, aquele cu apertado se abrindo pra receber aquele pau gordo. Mas depois tinha vindo o prazer, um prazer diferente, mais profundo. Márcio tinha começado a se mover, lentamente no início, depois mais rápido, enquanto eu continuava chupando Hélio. Eu estava sendo preenchida dos dois lados, meu corpo inteiro tremendo, meu clitóris pulsando mesmo sem ser tocado.
"Caralho, que cu apertado", Márcio tinha grunhido, suas mãos agarrando minha cintura. "Você gosta de levar no cu, né, putinha?"
"Gosto, gosto demais", eu tinha respondido, minha voz rouca. "Me fode, me fode no cu".
Hélio tinha começado a gozar na minha boca, sua porra quente enchendo minha garganta, e eu tinha engolido tudo enquanto Márcio continuava me fodia no cu. Ele tinha começado a se mover mais rápido, seus gemidos ficando mais altos, e eu sabia que ele estava perto. "Vou gozar, vou gozar no seu cu", ele tinha grunhido, e depois tinha começado a gozar, sua porra quente enchendo meu cu enquanto ele gritava.
Depois, quando tudo tinha terminado, eu tinha ficado deitada no sofá, meu corpo todo dolorido e satisfeito de um jeito que eu não tinha sentido em anos. Hélio tinha me abraçado, beijando meu pescoço, sussurrando que me amava. Márcio tinha se vestido e ido embora, deixando um silêncio pesado na sala.
Nos dias seguintes, Márcio tinha voltado mais vezes. Cada vez era diferente, cada vez mais tarado, mais selvagem. E Hélio continuava assistindo, se tocando, completamente entregue àquilo. Eu tinha descoberto um lado meu que pensava estar morto, e não sabia se queria voltar pra trás. Quando voltamos pra casa, pra nossa vida normal, aquele tesão residual permaneceu, pulsante, esperando pela próxima oportunidade.
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