Meu nome é Lucas, tenho 27 anos, sou garçom há sete anos e casado com uma mulher que trabalha em escritório. Mas naquela noite, com meu pau duro dentro da calça social, a gala pesada no peito, eu estava ali no meio do estoque de bebidas do bar, entre caixas de cerveja e garrafas empilhadas, pronto pra fazer uma merda que não tinha volta.
Ester tinha os peitos pequenos e duros marcados na blusa branca de trabalho, aquela cinturinha fina que eu adorava segurar, e aquele jeito de passar a língua nos lábios quando queria algo. Ela sussurrou no meu ouvido que o marido dela, Sidney, tinha saído pra uma viagem a trabalho de cinco dias. Cinco dias. Ela repetiu a palavra como se fosse uma promessa, e eu senti meu pau pulsar dentro da calça.
A gente trabalhava junto ali naquele bar de centro há quase dois anos. Eu era garçom, ela era gerente de turno. Sidney vinha às vezes buscar Ester, cara de quem não desconfiava de nada, sempre com aquele sorriso fraco que me dava vontade de socar. A gente nunca tinha ido além de olhares que duravam um segundo a mais, dedos que se tocavam ao passar a bandeja, sussurros rápidos quando ninguém tava vendo. Mas naquela noite, com o bar quase vazio, só tinha uns dois clientes lá fora tomando cerveja, e o dono tinha ido embora cedo, tudo mudou.
"Ele tá em São Paulo até domingo", ela disse, descendo a mão pela minha cintura. "Disse que ia ficar em um hotel, que tinha reunião até tarde." Ela pressionou o corpo dela contra o meu, e senti a buceta dela inchada roçar na minha coxa. Ester tinha a pele morna, cheirava a perfume barato e suor, um cheiro que me deixava louco. "Você quer?", perguntou, e aquilo soou menos como pergunta e mais como desafio.
Eu não precisava pensar. Peguei ela pela nuca, metade do cabelo dela na minha mão, e beijei sua boca com tudo que tinha. Ela gemeu contra meus lábios, as mãos dela abrindo minha calça com pressa, como se tivesse medo que eu mudasse de ideia. Meu pau saiu duro, a cabeça do pau larga e roxa, as veias do lado latejando. Ela desceu de joelhos entre as caixas de cerveja, o chão sujo do estoque não importava nada pra ela naquele momento.
Ester abriu a boca e começou a chupar meu pau com vontade, a saliva dela escorrendo pelo meu talo, aquele barulho molhado que faz a gente perder a cabeça. Ela puxava meu pau todo pra dentro, engolindo até o fundo, os olhos dela lacrimejando, o rosto vermelho. "Sua putinha", ela sussurrou quando tirou meu pau da boca por um segundo, respirando pesado. "Você é meu, né? Só meu."
Levantei ela rápido, virei de costas pra mim e levantei aquele short preto que ela usava. Sua buceta babada apareceu, as pregas rosadas já abertas, o cuzinho apertado logo abaixo, uma rosinha que eu queria explorar. Ela segurou nas caixas de cerveja pra se equilibrar, os dedos dela apertando tanto que quase quebrava a papelão. Meti meu pau todo de uma vez dentro dela, e ela gritou baixo, mordendo o próprio braço pra não fazer barulho.
"Cala a boca, sua safada", murmurei no ouvido dela, sentindo a buceta dela apertar em volta do meu pau. "Seu marido não pode saber disso." Ela riu ofegante, rebolando contra meu pau com movimento de quadril que devia ter aprendido em algum lugar, aquela buceta dela apertando, pulsando como um coração. As coxas grossas dela tremiam a cada estocada, a pele dela ficando avermelhada onde meu corpo batia.
Eu peguei a gravata que estava pendurada na caixa de cima, aquela que eu tinha deixado ali naquela manhã, e enfiei na boca dela pra abafar os gemidos. Ela sugou a gravata como se fosse meu pau, os olhos fechados, o rosto contorcido de prazer. Meti mais rápido, sentindo a buceta dela inchar mais ainda, o clitóris dela batendo contra meu pau, aquele atrito que deixava a gente louco.
Ela tremeu toda, um grito abafado saindo de dentro da gravata, e eu senti a buceta dela se contrair, aquele suco escorrendo pela minha perna, encharcando meu saco. Ela tinha gozado, e a gente nem tinha começado direito ainda. Tirei meu pau de dentro dela devagar, aquela buceta babada ainda pulsando, e me afastei um pouco, respirando pesado.
Ester se virou pra mim, respirando como se tivesse corrido uma maratona, a gravata ainda pendurada no pescoço dela, aquele olhar de quem quer mais. "Seu turno acaba em meia hora", ela disse, puxando a gravata pra fora e jogando no chão. "Você vem pra minha casa? Sidney só volta no domingo de noite, e eu quero você a noite toda."
Eu topei na hora, mas naquela meia hora que faltava, a gente ficou naquele estoque, eu sentado em uma caixa e ela me masturbando enquanto sussurrava coisas sujas no meu ouvido. Ela puxava meu pau com força, a mão dela encolhendo e soltando, aquele ritmo que fazia meu pau ficar ainda mais duro, a cabeça do pau inchando cada vez mais. "Você vai gozar pra mim aqui, escondido, onde ninguém vê", ela sussurrou, lambendo meu pescoço.
Meu pau começou a pulsar, aquela sensação de estar perto do limite, as bolas pesadas, aquele peso todo concentrado na cabeça do pau. Ela acelerou a mão, e eu senti o pré-gozo saindo, aquele líquido transparente que deixava a mão dela mais molhada ainda. Gozei nas mãos dela, jatos de porra saindo com força, e ela lambia os dedos depois, lambendo os lábios como se tivesse comendo algo gostoso. "Gostoso", ela disse. "Amanhã a gente faz de novo, mas dessa vez você vai me comer o cuzinho."
Saí do estoque com a calça aberta, ela rindo baixo atrás de mim, aquele riso que só eu conhecia. A gente fingiu normalidade no bar, ela dando ordens, eu servindo mesas, mas a tensão era tanta que eu quase tropeçava em tudo. Um cliente pediu uma cerveja e eu peguei a garrafa errada, a cabeça toda naquele corpo dela, naquela buceta inchada, naquele riso que ela tinha quando estava safada.
Quando meu turno acabou, eu fui direto pra casa dela. Ester mora em um apartamento no sexto andar de um prédio velho, um lugar que cheira a mofo e a gás de cozinha, mas naquela noite cheirava a ela. A gente nem entrou direito no quarto. Ela me puxou pro sofá da sala, tirou a roupa dela com pressa, aquela cinturinha fina, aqueles peitos pequenos e duros que cabem na palma da minha mão.
Noites Roubadas
Ela se sentou em cima de mim, meu pau penetrando aquela buceta que já estava encharcada de novo, como se tivesse passado o dia inteiro esperando por isso. Ela rebola devagar no começo, os olhos fechados, as mãos segurando no meu pescoço, os dedos dela apertando. Depois acelera, aquele barulho de buceta molhada e pegajosa, a coxa dela batendo na minha, aquele som que te deixa maluco.
Eu beijo os peitos pequenos dela, chupo os mamilos rosados que ficam duros na minha boca, sinto eles endurecendo ainda mais. Ela grita meu nome, aquele nome que nunca tinha gritado antes, porque sempre foi tudo escondido, rápido, no estoque ou no banheiro do bar. "Sidney nunca me come assim", ela gemeu, rebulindo mais rápido, aquela buceta dela pulsando. "Ele é preguiçoso, não quer nem saber de nada."
Ela puxou meu cabelo, forçou minha cabeça pra trás, me beijou com raiva na boca, aquele beijo que tinha gosto de desespero e vontade. Eu virei ela de bruços no sofá, metendo meu pau por trás, aquela buceta dela recebendo tudo, as pregas da buceta dela inchadas e vermelhas, o clitóris dela saindo pra fora, duro.
Depois enfiei meu polegar no cuzinho dela, aquele buraco apertado que fez ela gritar, as mãos dela abrindo e fechando, os dedos dela enterrando no sofá. "Você quer aqui também?", perguntei, já sabendo a resposta. Ela pediu, pediu mesmo, a voz dela saindo quase como um choro, aquele tom de quem tá no limite.
Tirei meu pau de dentro da buceta e posicionei na entrada do cuzinho dela. Entrei devagar, sentindo aquele aperto, aquela resistência que fazia meu pau ficar ainda mais duro. Ester enterrou as unhas no sofá, respirando fundo, o corpo dela tremendo. "Mais, vai, me abre", ela pediu, e eu meti mais dentro, aquele cuzinho rosinha se abrindo pra mim, as pregas do cuzinho se abrindo lentamente.
Ela começou a se tocar, os dedos dela mexendo na buceta enquanto eu comia o cuzinho dela, aquele ritmo que fazia tudo ficar molhado, encharcado. Ela gozou assim, com meu pau no cuzinho e os dedos dela trabalhando na buceta, um grito longo saindo da boca dela que quase acordava os vizinhos. Eu gozei depois, dentro do cuzinho dela, aquela sensação de estar preso ali dentro, o aperto todo em volta do meu pau, aquele calor.
A gente dormiu ali no sofá, nua, suada, aquele cheiro de sexo tomando conta do lugar. Acordei de manhã com Ester me masturbando de novo, a mão dela puxando meu pau que já acordava duro. "Bom dia", ela sussurrou, beijando meu ombro, o corpo dela ainda quente de sono. Eu virei e meteu de novo, rápido, sem nem conversar, só aquele som de sexo, aquele barulho molhado que ecoava no apartamento vazio.
Ela tinha que ir trabalhar à noite, mas antes disso a gente ficou o dia inteiro ali, saindo do sofá só pra tomar banho junto, pra comer algo na cozinha. Ela me masturbava enquanto a gente conversava, como se fosse a coisa mais natural do mundo, os dedos dela puxando meu pau com familiaridade. "Sidney nunca vai descobrir", ela dizia, puxando meu pau com ritmo. "Ele é muito burrão pra isso. Ele só quer saber de trabalho, de dinheiro."
Quando chegou a hora dela ir pro bar, Ester se arrumou, colocou aquela blusa branca de novo, aquela que marca os peitos pequenos dela, deixando os mamilos marcados na blusa. Eu fiquei ali, deitado na cama dela, vendo ela se arrumar no espelho, passando batom vermelho nos lábios. "Amanhã você vem aqui de novo", ela ordenou, apontando o dedo pra mim, aquele olhar de quem tá acostumado a mandar. "Não quero ouvir desculpa."
Saí de lá com a calça aberta na bolsa, porque ela tinha rasgado na pressa. Passei em casa, tomei banho, e fiquei o resto do dia pensando em como eu tinha entrado naquela merda. Minha mulher tava dormindo quando cheguei, e eu deitei do lado dela sentindo a culpa queimando meu peito, mas aquela culpa não era forte o bastante pra me impedir de voltar no dia seguinte.
Cinco dias passou rápido demais. Sidney voltou no domingo de noite, e Ester voltou a ser aquela gerente profissional, aquela mulher casada que fingia que nada tinha acontecido. Mas a gente se olhava no bar, aquele olhar que durava um segundo a mais, e eu sabia que aquilo não tinha terminado. Era só o começo de uma coisa que ia destruir tudo que eu tinha construído, e mesmo assim, quando ela sussurrou que Sidney tinha outra viagem marcada pra semana que vinha, eu já tava contando os dias.
Seja o primeiro a comentar!
Ainda não há comentários. Que tal começar a conversa?