Mãe safada com tesão no filho de vinte e cinco

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Ivete entrou no quarto e fechou a porta atrás de si. Feriado prolongado, casa vazia, marido fora na casa da irmã. Só eu e ela. Digo "só" mas era assim mesmo, porque Emílio, meu filho, tinha voltado do trabalho mais cedo, disse que ia ficar em casa, que não tinha nada de especial pra fazer. Eu tinha quarenta e sete anos, ainda com as curvas todas no lugar, barriga macia de quem não roda academia todo dia mas também não deixa de cuidar. O problema era que Emílio tinha vinte e cinco, e ultimamente a gente trocava uns olhares que não eram exatamente maternais.

Não era primeira vez que isso acontecia. Não era a primeira vez que eu me trancava no quarto e imaginava meu filho me fodendo.

Tirei a roupa devagar, olhei pro espelho. Seios ainda firmes, rabo empinado, coxas grossas e bem definidas. Meu marido não me comia direito fazia anos. Emílio tinha aquele jeito de me olhar quando passava pela cozinha, quando eu tava de short curto, quando meu corpo se mexia de um jeito que não era pra passar despercebido. Ele desviava o olhar rápido, mas eu via. Eu sentia.

Deitei na cama, abri as pernas. Minha buceta tava inchada, arreganhada, pulsando. Meti um dedo dentro, depois dois. Era sempre assim quando eu ficava pensando nele, naquele pau que eu tinha visto uma vez, por acaso, quando entrei no banheiro e ele tava saindo do chuveiro. Gordo, veiado, semi-duro. Eu quase caí pra trás.

Tava me tocando quando ouvi uma batida na porta.

"Mãe, você tá bem? Ouvi barulho".

Peguei uma toalha, cobri a buceta rapidinho. Meu coração disparou de verdade.

"Fico bem, filho. É só… tô com um pouco de calor".

Ele abriu a porta. Meu Deus. Tava de regata branca, aquela que marcava o peito peludo, e um shorts cinza que deixava muito à imaginação. Ou deixava tudo à vista, depende de como você olhava. E Emílio olhava pra mim como se tivesse querendo comer meu rosto.

"Calor mesmo", disse ele, entrando no quarto. A porta fechou atrás dele.

O Tabu

Ele ficou parado ali, perto da cama. Eu coberta só com a toalha, suada, meu cabelo ainda molhado de suor, não de banho. Ele sabia. Emílio não era burro.

"Mãe…"

"Não fala nada", cortei. Minha voz saiu rouca, fome mesmo. "Não fala."

Ele tirou a regata. Peito largo, peludo mesmo, barriguinha de cerveja que ficava sexy nele por algum motivo. Depois o shorts caiu. O pau dele tava semi-duro, enorme. Gordo, com veias marcadas, o tipo de pau que você quer chupar até engasgar.

"Só essa vez", falei.

"Só essa vez", ele repetiu, subindo na cama.

Meu filho me beijou. Beijo de verdade, de língua, de quem queria me comer fazia tempo. Sua mão foi direto pro meu seio esquerdo, massageando, apertando. Eu sentia os dedos dele queimando minha pele. Meu rabo já tava rebatendo na cama, desesperado.

"Você tá muito gostosa, mãe. Muito mesmo", sussurrou ele no meu ouvido, mordendo meu lóbulo.

Eu gemia baixo. Meu marido não podia ouvir nada porque tava fora, mas mesmo assim a gente tinha que ser discreto, tipo, no instinto mesmo. Emílio desceu pra chupar meus seios. Ele levou um tempo em cada um, passando a língua no bico, deixando marcas roxas que eu ia ter que cobrir depois. Sua boca era quente, úmida. Quando ele desceu mais e começou a beijar meu ventre, meu rabo, eu tive que tapar minha própria boca pra não gritar.

Ele se posicionou entre minhas pernas. Minha buceta tava babada, as pregas todas inchadas, o clitóris pulsando feito coração. Emílio olhou pra mim, pedindo permissão com os olhos, e eu só consegui fazer um sinal de cabeça.

Quando ele enfiou a língua dentro de mim, tudo ficou preto por um segundo. Sua língua era comprida, hábil, circulava dentro da minha buceta como se estivesse procurando algo. Depois focou no clitóris, lambendo com uma velocidade que me deixava louca. Eu tava segurando a gritaria abafando o rosto no travesseiro, mas meu corpo inteiro tava se contorcendo.

"Porra, que buceta gostosa", resmungou ele entre lambidas. "Tão molhada, tão morna."

Meu filho tava comendo minha buceta como se fosse a coisa mais importante do mundo. Como se tivesse esperado por isso eternidade. E eu, sua mãe, tava pra gozar na boca dele. As minhas coxas tremiam, pressionando a cabeça dele contra meu sexo. Ele não se importava, só continuava, lambendo tudo, bebendo cada gota que escorria.

Veio forte, o orgasmo. Meu corpo inteiro arqueou, minhas coxas tremeram, meu clitóris latejou na língua dele. Eu abafei o gemido no travesseiro, mordi o pano pra não soltar um grito que pudesse acordar a vizinhança. Emílio não parou, seguiu chupando, bebendo meu leite, até o final.

Quando ele se levantou, seu pau tava completamente duro, aquela coisa gigante e grossa, as veias super marcadas, a ponta vermelha e brilhando de pré-gozo. Ele me olhou pedindo mais permissão. Eu abri minhas pernas pro meu filho como se fosse a coisa mais natural do mundo.

"Vai com calma", murmurei.

Emílio guiou o pau gordo na entrada da minha buceta. A ponta tocou meu clitóris primeiro, e eu respirei fundo. Depois ele foi enfiando devagar, muito devagar, o pau abrindo minha buceta, as pregas se ajustando. Era grosso demais, doía e era gostoso ao mesmo tempo. Quando ele entrou todo, tive que morder o travesseiro de novo. Senti cada veinha do seu pau dentro de mim, a dureza dele preenchendo espaços que ninguém mais tinha preenchido fazia anos.

"Relaxa, mãe", sussurrou ele, passando a mão no meu rosto. "Deixa eu cuidar."

Ele começou a se mexer devagar dentro de mim. Seu pau saía quase todo e entrava novamente, preenchendo minha buceta, tocando em pontos que meu marido nunca tinha tocado. Cada movimento era deliberado, como se Emílio estivesse saboreando cada segundo. Eu podia ouvir o som molhado da minha buceta, o som do seu pau entrando e saindo, a respiração ofegante dele. Meu corpo inteiro tava respondendo, contraindo, puxando-o pra dentro.

"Você gosta, né? Gosta de tomar meu pau", falou ele, acelerando um pouco. "Gosta que seu filho te foda desse jeito."

Eu não consegui responder com palavras. Só gemia, os olhos fechados, sentindo tudo. Sua boca foi pro meu pescoço, chupando meu cangote. Suas mãos seguraram meu rabo, apertando minha carne enquanto ele metia mais forte. Sentia a força dele, o controle que ele tinha sobre meu corpo.

Meu corpo inteiro tava suado, meu cabelo colado no rosto. Emílio me virou, botou meu rosto no colchão e começou a me foder de trás. Desse jeito, meu rabo fica mais empinado, mais à disposição. Ele apertava minha cintura enquanto metia, seu pau gordo abrindo minha buceta, entrando fundo. Eu podia sentir suas bolas batendo contra mim, pesadas, cheias.

"Que rabo bonito, que rabo safado", resmungava ele entre as metidas. "Minha mãe é uma putinha mesmo."

Eu tava gozando de novo, a buceta contraindo ao redor do seu pau, puxando-o pra dentro. Meu rabo rebatia contra ele, encontrando seu ritmo. Emílio acelerou, perdeu o ritmo. Estava perto. Sua respiração ficou mais pesada, seus movimentos mais desesperados. Ele apertava meu rabo com força, deixando marcas, e eu queria que deixasse mesmo. Queria acordar amanhã com as marcas dele no meu corpo.

Quando ele gozou, foi dentro de mim, seu leite quente preenchendo minha buceta, seu pau pulsando. Ele abafou o gemido no meu ombro, mordia minha pele. Senti cada jato de porra dele dentro de mim, quente, viscoso. Ele continuou metendo devagar, esfregando seu pau dentro do meu sexo, misturando nossos sucos.

Ficamos ali, deitados, suados, ofegantes. Seu pau ainda dentro de mim, começando a amolecer. Eu podia sentir o leite dele escorrendo pela minha coxa, quente, pegajoso. Meu rabo ainda tava quente, meu clitóris pulsando.

"Era só essa vez", falei, mas minha voz traía que eu tava mentindo.

Emílio não respondeu. Só ficou ali, abraçado comigo, seu rosto no meu pescoço, sua respiração acalmando aos poucos. Sua mão desceu pro meu rabo, acariciando, como se pedisse desculpas pelas marcas que tinha deixado. Depois se afastou, levantou da cama, pegou a roupa. Abriu a porta do quarto sem falar nada.

Quando ouvi a porta fechando, tirei as mãos de cima de mim. Meu corpo inteiro tava formigando, minha buceta pulsando, meu rabo ainda quente. Fui até o espelho. Tinha marcas roxas no meu pescoço, no meu colo, no meu seio esquerdo. Marcas de dentes, de boca, de desejo. Marcas que meu marido ia ver quando voltasse.

Meu marido ia voltar em dois dias. Emílio ia ficar nessa casa comigo por muito mais tempo. Eu sabia que não tinha sido só essa vez. Sabia que ia acontecer de novo. E pior, eu já tava querendo que acontecesse. Já tava planejando como seria da próxima vez, onde a gente poderia fazer sem risco, quanto tempo a gente tinha antes de alguém chegar em casa.

Deitei na cama de novo, meu rabo ainda quente, minha buceta ainda babada. Fechei os olhos e lembrei de cada detalhe. Do jeito que ele me beijava, da sensação do seu pau gordo dentro de mim, do som da sua respiração no meu ouvido. Meu clitóris começou a pulsar de novo. Meti a mão entre minhas pernas e comecei a me tocar, imaginando que era ele de novo.

Não era só essa vez. Nunca tinha sido.

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