Marido oferece a esposa bucetuda pro amigo de forma bem suja

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"Puta que pariu, que bunda." A voz de Marcelo saiu rouca, quase um sussurro, mas o suficiente para eu virar e vê-lo com os olhos fixos em Alice enquanto ela se abaixava para pegar a bolsa que tinha caído no chão do apartamento. Minha mulher nem percebeu, ocupada demais arrumando os cabelos pretos e lisos que caíam sobre os ombros. Os peitos pequenos e duros dela marcavam a blusa branca de linho, os mamilos em ponta contra o tecido. Eu sorri, aquele sorriso de quem conhece o poder que tem em casa.

Fazia três anos que era casado com Alice. Três anos de uma vida estável, chata até, em um apartamento que não era ruim mas também não era grande coisa. Trabalho rotineiro, sexo de segunda-feira, quinta-feira e sábado se tivéssemos disposição. A gente se amava, claro, daquele jeito que casamento de dez anos parecia, mesmo com a idade que tínhamos. Eu e Marcelo nos conhecíamos desde a faculdade, e ele virou meu único amigo que ainda via com frequência. Sempre solteiro, sempre com a vida de solteiro mesmo aos trinta e cinco anos, frequentava meu apartamento como se fosse dele.

Alice se endireitou, ajustou a saia curta que deixava as coxas grossas e bronzeadas bem à mostra. Ela sabia que Marcelo estava ali. Sabia que aquele look não era para ir à padaria como ela dizia para mim.

"Vocês vão ficar aqui vendo futebol, não é?" ela perguntou, passando os dedos pelo cabelo, o gesto demorado demais para ser inocente.

"Claro, mulher. Deixa a gente em paz," respondi, mas não tirei os olhos dela. Não tirei mesmo.

Marcelo se ajustou no sofá, a mão apoiada na coxa. Eu vi tudo isso acontecer como se estivesse em câmera lenta. Ele ainda olhava para Alice, aquele olhar que a gente desenvolve quando quer algo que não pode ter. A boca dele aberta, quase imperceptível.

Alice saiu do apartamento uma hora depois. Disse que ia encontrar uma amiga, que voltava antes da meia-noite. Eu sabia que não voltava. Nunca voltava cedo quando saía com aquele look. E Marcelo sabia também.

A Foto

Uns vinte minutos depois que ela foi embora, Marcelo foi tomar uma cerveja na cozinha. Eu aproveitei e olhei o celular dele, que ele tinha deixado na mesa de centro. Não sei por quê fiz isso. Ciúme? Paranoia? Sei lá. Mas fiz.

A primeira coisa que vi foi uma foto. Alice, de costas, a saia levantada, o cu apertado visível com perfeição dentro da calcinha branca. Os peitos pequenos dela de lado, o rosto virado para trás, sorrindo para a câmera com aquele sorriso que eu conhecia bem, mas nunca tinha visto direcionado para outro homem assim.

Meu coração acelerou. Mas não era aquele aceleramento de surpresa. Era tesão. Puro tesão.

Marcelo voltou com duas cervejas, me entregou uma. Ele se sentou, e eu fingia estar vendo o jogo, mas via a foto queimada na minha retina. Ele sabia que eu tinha visto. Isso ficou claro quando nossos olhos se encontraram por um segundo, e ele sorriu daquele jeito confiante dele.

"Seu celular vibrou," eu disse, entregando o telefone para ele.

Ele pegou, olhou a tela, guardou de volta na bolsa.

"Bora fazer uma coisa diferente hoje?" Marcelo abriu a cerveja com os dentes, aquele hábito irritante dele. "Você já parou para pensar que a vida é muito chata?"

"Chata como?" perguntei, mas eu sabia exatamente como.

"Chata como você e Alice aí, fazendo a mesma coisa todo dia. Trabalho, casa, sofá, cama. Você não quer mais nada?"

Eu bebi a cerveja. Gelada, e o gosto amargo na língua enquanto eu pensava em Alice com a saia levantada, naquele cu apertado que eu conhecia tão bem, mas que de repente parecia pertencer a outro cara também.

"Aonde você quer chegar?" perguntei.

"Você viu a foto?" Marcelo riu, aquele riso baixo e confiante. "Ela me mandou ontem. Estava aqui em casa mesmo, quando você estava trabalhando."

Pronto. A bomba tinha caído. Mas não explodia do jeito que deveria explodir. Eu deveria estar furioso. Deveria estar gritando. Deveria estar com raiva de Alice. Deveria estar com raiva de Marcelo.

Mas não estava.

"Quanto tempo isso está acontecendo?" minha voz saiu estranha, rouca.

"Uns dois meses. Nada de mais, cara. Só uns beijos, umas fotos. Mas hoje…" Marcelo fez uma pausa, aquele silêncio que dói. "Hoje ela quer mais."

Eu deveria levantar e sair. Deveria ir atrás dela. Deveria fazer qualquer coisa que um marido normal faria. Mas eu não era normal. Ou Alice sabia disso, e era por isso que ela estava fazendo tudo isso.

"Você quer que eu deixe você sozinho com ela?" perguntei.

"Não. Eu quero que você fique. Eu quero que você veja."

O Hotel

Marcelo reservou um quarto em um hotel genérico do outro lado da cidade. Sem câmeras no corredor, ele garantiu. Ele sabia como fazer essas coisas. Eu não perguntei como.

Alice chegou uma hora depois que nós. Ela usava um vestido preto, curto, sem sutiã por baixo. Os peitos pequenos e duros visíveis contra o tecido fino. Ela me beijou na boca quando entrou, e eu senti o gosto de vinho tinto nos seus lábios. Ela tinha estado em algum lugar antes de vir aqui.

"Oi, amor," ela sussurrou, aquele sussurro que ela usava quando queria algo de mim.

Marcelo estava de pé perto da janela, observando tudo com aquele sorriso de lobo. Alice se virou para ele, e o clima no quarto mudou como se alguém tivesse virado uma chave.

Ela caminhou até ele, os quadris se movendo com toda a intencionalidade do mundo. As coxas grossas dela se tocando a cada passo. Quando ela chegou perto de Marcelo, ele estendeu a mão e tocou o rosto dela, aquele toque lento, como se estivesse certificando que era real.

"Vocês dois vão ficar bem?" Alice perguntou, olhando para mim e depois para Marcelo. "Porque se não vão…"

"Fica quieta," Marcelo sussurrou, e beijou a boca dela.

Eu vi tudo. Cada movimento, cada toque. Alice abriu a boca para ele, e a língua de Marcelo entrou fundo, aquele beijo úmido e possessivo que eu tinha visto em filmes mas nunca tinha visto de verdade. Ela gemeu, aquele gemido que ela fazia comigo, mas diferente. Mais genuíno.

Marcelo puxou o vestido dela para cima, puxou com força, e Alice levantou os braços para ajudar. Os peitos pequenos e duros dela ficaram expostos, os mamilos em ponta, tão vermelhos que pareciam queimados. Ele colocou a boca em um deles, chupou com ganância, e Alice agarrou a cabeça dele contra o peito.

Eu estava de pé, observando, com o pau duro dentro da calça. Não era ciúme. Era algo mais denso, mais sujo do que ciúme.

Marcelo tirou a calcinha dela, aquela calcinha branca da foto, e ela estava encharcada. A buceta de Alice estava inchada, os lábios vermelhos e babados, o clitóris em ponta. Ele se ajoelhou, e ela abriu as pernas para ele com uma naturalidade que me chocou.

A língua de Marcelo entrou na buceta dela, lambia com fome, e Alice gritou, aquele grito que ecoou no quarto. Ela puxava os cabelos dele, pressionava a cabeça dele contra a sua buceta arreganhada, e eu via tudo, cada movimento úmido, cada tremor das coxas grossas dela.

"Caralho, que gostosa," Marcelo murmurou contra a buceta dela, e Alice riu, aquele riso que eu tinha ouvido um milhão de vezes mas nunca tinha significado tanto.

Ele se levantou, desabotoou a calça com uma mão enquanto a outra segurava Alice contra a parede. O pau dele era grosso, gordo, com veias salientes que percorriam o comprimento. Maior que o meu. Alice olhou para mim enquanto Marcelo pressionava a cabeça do pau contra a buceta dela, e naquele olhar havia uma pergunta.

Eu assenti.

Marcelo entrou na buceta de Alice de uma vez, e ela gritou novamente, aquele grito que era dor e prazer ao mesmo tempo. Ele começou a meter, aquele movimento profundo e possessivo, e os seios pequenos e duros dela quicavam com cada investida. A buceta dela babava ao redor do pau dele, sucos escorrendo pela coxa dela.

"Puta, você é gostosa demais," Marcelo gemia, e Alice respondia com gemidos mais altos, os olhos fechados.

Ele a virou, colocou as mãos nas coxas grossas dela, e começou a meter por trás. O cu de Alice ficava para cima, aquele cu apertado que eu conhecia tão bem. Marcelo deslizou o polegar no cu dela, pressionando levemente, e Alice gemeu de um jeito que eu nunca tinha ouvido antes.

"Quer levar no cu?" Marcelo perguntou, e Alice respondeu com um gemido que poderia ser sim ou não, mas ele tomou como sim.

Ele puxou o pau fora da buceta, lubrificou com os sucos dela, e começou a entrar no cu de Alice. Devagar, aquele cu rosinha abrindo para receber o pau gordo dele. Alice arquejava, as unhas dela cravadas nas costas dele, o rosto virado para mim.

Aquele era o momento em que eu deveria estar furioso. Aquele era o momento em que eu deveria estar sentindo ciúme, ódio, qualquer coisa que um marido normal deveria sentir. Mas eu estava com o pau tão duro que doía, e a única coisa que eu queria era bater uma punheta vendo minha mulher levar no cu do meu melhor amigo.

E foi exatamente isso que eu fiz.

Marcelo metia no cu de Alice com força, aquele movimento rápido e profundo, e ela gemia contra o colchão. Ele puxava os cabelos dela, pressionava o rosto dela contra o lençol, e o cu dela piscava ao redor do pau dele. Eu bati punheta, aquele movimento rápido, e quando gozei, gozei vendo Alice ser destruída pelo pau de Marcelo.

Ele gozou dentro do cu dela, aquele grito rouco que saiu do peito dele, e Alice gemeu enquanto recebia tudo, o cu dela tremendo.

Quando tudo terminou, a gente ficou em silêncio. Alice deitada na cama, o corpo dela vermelho e suado. Marcelo se ajeitando, aquele sorriso confiante de volta no rosto.

"Isso foi bom," Alice sussurrou, e eu concordei, porque tinha sido. Tinha sido muito bom.

Naquela noite, no caminho de volta para casa, Alice dormiu no banco do passageiro com a cabeça apoiada na janela. Eu dirigi em silêncio, pensando em como tudo tinha mudado em poucas horas. Ela acordou quando a gente chegou em casa, e me beijou na boca antes de descer do carro, aquele beijo que sabia a vinho e a outro homem.

"Você quer fazer de novo?" ela perguntou, e eu sabia que a resposta era sim. Sabia que ia ser sempre sim.

Marcelo mandou uma mensagem no grupo: "Mesmo lugar, próximo fim de semana?" Eu olhei para Alice, que estava na cozinha com uma xícara de chá, aquele sorriso nos lábios. Os peitos pequenos e duros dela ainda marcados contra a camiseta que ela tinha colocado.

Eu digitei "sim" e enviei a mensagem.

A gente sabia que isso ia virar rotina. Sabia que sexta-feira à noite ia ser nosso novo sábado. E sabia também que a gente nunca mais ia conseguir voltar atrás, porque agora tínhamos tudo que precisávamos: aquele segredo sujo, aquele tesão que nenhuma outra coisa conseguia despertar, e a certeza de que ninguém ia descobrir.

Ou pelo menos, era isso que a gente pensava.

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