Tudo começou naquele sábado que o marido saiu pra uma conferência de trabalho. Priscila marcou meu aniversário de vinte e cinco anos como desculpa pra me chamar pra trabalhar, arrumando os canteiros de trás. Eu não entendia nada na época, só achava estranho ela ficar trazendo água gelada, passando perto demais, deixando a blusa aberta. Aquele dia ela usava um shorts curto demais, branco, que marcava tudo. A buceta dela marcava na roupa, inchada, e eu suava mais do que devia, não era só pelo calor de quarenta graus.
Ela desceu pra piscina enquanto eu trabalhava, e quando voltou, pediu pra eu entrar pra tomar um café. A cozinha dela era grande, com aquele cheiro de café bom, e ela se mexia de um jeito que não era acaso. Nada era acaso. Ela se inclinou pra pegar um copo, aquele cu empinando pro meu lado, e sussurrou qualquer coisa sobre precisar de uma mão pra pendurar um quadro no quarto. Levei meia hora pra pendurar esse tal quadro. Ela atrás de mim, respirando, segurando meu braço. Quando desci da escada, ela estava ali, de blusinha fina, e o clitóris dela marcava tudo, inchado, transpirando.
Ela pediu desculpas pelo marido ser ocupado demais, por ela estar sozinha naquele fim de semana. Eu era novinho demais pra fingir que não entendia. Beijei ela ali mesmo, na cozinha, com a mão agarrando aquela gala que só crescia, e ela gemia baixo, com medo que os vizinhos ouvissem. Meu pau ficou duro dentro da calça, apertado, doendo. Ela desceu a mão e sentiu, sorriu daquele jeito que depois aprendi que era o jeito dela quando queria algo.
Depois daquele dia, virou rotina. Ela marcava dias que o marido saia, e eu arrumava sempre algum trabalho pra fazer. Uma vez ela me chamou pro quarto dela enquanto ele dormia na sala, assistindo TV. Aquela mulher era insaciável. Buceta dela babava quando eu metia devagar, e ela tampava a boca pra não fazer barulho. Os peitos dela, grandes e moles, balançavam quando ela sentava, e eu ficava hipnotizado vendo aquela pele madura, sem pressa, com uns fios de cabelo grisalho que ela não depilava. Aquele triângulo denso de pelos eu lambuzava inteiro, e ela contraía o cu rosinha quando minha língua passava perto.
A coisa escalou quando ela convenceu o marido que eu deveria cuidar do jardim durante uma viagem que eles iriam fazer. Ela sussurrou no meu ouvido que seria só nós dois por uma noite, que havia marcado uma suíte num motel porque precisava de um lugar seguro pra comemorar meu aniversário direito. Eu sabia que era mentira, que ela queria aquele lugar porque não tinha risco de ninguém chegar de surpresa, de vizinhos baterem na porta, de o marido voltar mais cedo.
A Suíte do Motel
Quando chegamos lá, ela já estava molhada. Tirou a roupa no caminho do elevador pro quarto, e entrou nua, aqueles seios grandes e pesados balançando, a buceta inchada e rosada, as coxas tremendo de tesão. Ela me puxou pra cama e começou a chupar meu pau, que ficou duro em segundos. O pau dela tomando até o talo, a boca dela molhada e quente, e aquele barulho de sucção que fazia eu ficar perto de gozar de uma vez. Ela parou no meio, riu daquele jeito que deixava os olhos dela brilhando, e se deitou de costas pra mim.
Vira pra mim e mostra esse cu que eu vi você rebolando na cozinha ontem, pedi, e ela riu, aquele riso que enchia de tesão qualquer homem com pulmão funcionando. Se virou de quatro no colchão, e eu vi aquele cu apertado e rosinha, que contraía quando ela respirava fundo. As coxas grossas e firmes dela tremiam quando ela se posicionava, e aquela buceta inchada pendia pra baixo, as pregas roxinhas pedindo pra ser comidas.
Enfiei a língua ali e ela gritou, metendo a mão na minha cabeça, rebatendo na minha boca. Eu chupava o clitóris dela, que ficava cada vez mais inchado, quase saindo de dentro, e ela contraía as coxas grossas ao redor da minha cabeça, suando, gemendo meu nome. A buceta dela babava, e eu sentia aquele gosto salgado, aquele cheiro de mulher excitada que me deixava maluco. Ela pediu pra eu colocar o dedo no cu, e enfiei o dedo ali, sentindo aquele cu apertado se contraindo ao redor do meu dedo.
Quando botei a rola dentro dela, a buceta se fechou ao redor do meu pau como uma luva. Ela era apertada demais, mesmo com toda aquela umidade, e eu sentia cada pregas da buceta dela esfregando no meu pau, que ficava molhado de tanta porra que saía. Comecei devagar, vendo aquele cu rosinha contraindo, aquele cu apertado que eu ainda não tinha entrado completamente, e ela pediu pra eu aumentar a velocidade. Aumentei a velocidade, metendo o pau até o talo, o cu dela apertado demais pro meu dedo, e ela começou a rebolar com força, o corpo todo tremendo, aqueles seios grandes balançando de um lado pro outro, ofegante.
Mais, ela gemeu, mais, mais, mais. Eu metia com força agora, o pau dela pulsando ao redor do meu pau, e ela gozava, contraindo todo o corpo, a buceta pulsando, e eu não consegui aguentar e gozei dentro dela, aquela porra quente saindo de dentro, escorrendo nas coxas grossas dela. Ela continuou se mexendo, querendo mais, e eu senti meu pau ficar duro de novo, porque naquela noite eu tinha planos de não sair daquele quarto sem ter comido aquela mulher de todos os jeitos possíveis.
A gente ficou ali, deitado, suado, e ela passou a mão no meu peito, beijando meu pescoço. Ela sussurrou que o marido nunca a comia assim, que ele era rápido demais, que ele não sabia o que fazer com um corpo como o dela. Eu ouvia, mas não tava muito interessado em ouvir falar do marido. Queria era ficar ali, cheirando aquele perfume dela misturado com o cheiro de sexo, sentindo aquela pele morna, aquele corpo macio e quente.
Depois de um tempo, ela se levantou, foi pro banheiro, e voltou com uma toalha. Limpou a gente, e se deitou de novo, dessa vez com a cabeça no meu peito. A gente ficou em silêncio, e eu sentia o coração dela batendo rápido, o corpo dela ainda tremendo um pouco. Ela sussurrou que amava o jeito que eu comia aquela buceta inchada dela, que ninguém mais comeria igual, que ela ia arrumar um jeito pra gente continuar.
Mas a coisa que ninguém sabia era que o filho adulto dela tinha visto a mensagem no telefone do pai. Ele sentia ciúmes da mãe desde que o pai casou com ela, uma mulher muito mais jovem, e tinha armado um plano pra descobrir se ela o traía. Ele apareceu no motel naquela noite, batendo na porta do nosso quarto enquanto Priscila ainda tinha meu pau dentro da buceta inchada dela, gemendo meu nome. Ela ficou pálida quando ouviu a batida, e sussurrou que era ele, que tinha vindo me buscar pra conversar.
Ela se enrolou no lençol enquanto eu me vestia rápido, e quando abri a porta, ele estava ali, com aquele olhar de ódio, e eu soube que naquela noite meu emprego de jardineiro tinha terminado. Ele não disse nada, só me olhou de um jeito que fez eu entender que era melhor eu sair dali correndo. Saí do motel sem olhar pra trás, descendo as escadas do lado de fora, sentindo o coração acelerado, o pau ainda meio duro dentro da calça.
Mas o que ele não sabia era que Priscila tinha mandado mensagem no meu celular enquanto eu falava com ele, pedindo desculpas e dizendo que amava o jeito que eu comia aquela buceta inchada dela, que ninguém mais comeria igual, que ela ia arrumar um jeito. A mensagem tinha um endereço de um motel diferente, mais longe, e uma data pro próximo fim de semana. Ela tinha escrito que o marido ia sair de novo, que dessa vez ela ia se livrar do filho de uma forma ou de outra, que ela precisava de mim.
Guardei aquela mensagem na memória, sabendo que naquela próxima semana ia comer aquela Priscila de novo, e dessa vez sem pressa, sem medo de barulho, sem ninguém pra bater na porta. O pau ficou duro só de pensar em meter naquele cu rosinha de novo, em sentir aquela buceta inchada se fechando ao redor do meu pau, em ouvir ela gemendo meu nome sem ter que se preocupar com nada. Naquela noite, deitado na minha cama, sozinho, bati uma punheta pensando nela, gozando rápido, sabendo que em poucos dias eu ia estar dentro dela de novo.
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