Sexo na mesa de reunião com a colega de trabalho

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Você gosta quando eu sento desse jeito, não é? A voz dela saiu rouca, quase um sussurro contra meu ouvido. Luísa tinha o rosto colado no meu, suada, ofegante, e aquela gala cheia dela pressionando meu pau grosso dentro da buceta babada enquanto a gente tava deitado na mesa fria da sala de reunião. Lá fora, o plantão noturno seguia normal. Ela conhecia cada cantinho daquele escritório melhor que ninguém, e era exatamente por isso que a gente conseguia ficar sozinho ali naquele horário.

Tudo começou umas três semanas antes, quando Benedito, meu chefe, anunciou a promoção dele. Sócio agora. Luísa ficou pálida na reunião de departamento, os dedos dela tremendo enquanto anotava na agenda. Ela também era sócia, mas menor, e a gente sabia o que aquilo significava: Benedito ia ter mais voz nas decisões, mais controle sobre os projetos, mais poder. Luísa não deixava isso passar batido. Ela era uma mulher que sabia o que queria, cinturinha fina, peitos pequenos e duros que marcavam a blusa, bunda grande que rebolia quando ela passava pelas mesas do escritório. Os caras do departamento babavam. Benedito babava. E eu também, mas diferente.

Naquela noite, depois que todo mundo foi embora, ela entrou na minha sala sem bater. Vestia aquele blazer justiceiro que marcava os peitos pequenos dela, a blusa aberta no terceiro botão. Fechou a porta devagar, o som da tranca ecoando na sala vazia.

Você sabe o que ele tá planejando, né? Ela se encostou na minha mesa, cruzando as pernas. A saia curta subiu um pouco, deixando a coxa grossa dela à mostra. Aquele projeto que era meu, o da reformulação do fluxo, ele quer levar embora de mim. Pensa que agora que é sócio pode pisar em todo mundo.

Eu sabia, sim. Benedito tinha conversado comigo no intervalo de café sobre isso. Mas não era meu lugar falar nada. Luísa continuou, se aproximando mais, os olhos dela fixos nos meus. Preciso de um aliado. Alguém que me ajude a convencê-lo de que essa promoção dele não muda nada entre a gente. Que ele precisa me respeitar como parceira, não como subordinada. Ela passou a mão no meu ombro, desceu pelo meu peito. Você topa?

Eu topa tudo que era ela pedindo. Sempre topei.

O Começo

A gente tinha ficado anos atrás, numa festa de final de ano do escritório. Nada de sério, só uma noite de bebida, conversa e beijo atrás do carro. Depois disso, a gente fingiu que nada tinha acontecido, mas o olhar dela mudou pra mim. Ficava mais quente, mais demorado. E quando ela começou a vir falar comigo sobre trabalho, sempre encontrava um jeito de ficar perto, deixar a mão roçar a minha, rir do jeito que sabia que me afetava.

Nos dias seguintes, a gente começou a se ver depois do expediente. Ela dizia que era pra planejar a estratégia contra Benedito, mas a gente sabia que não era bem assim. Uma noite, no carro dela, estacionado longe do escritório, eu toquei a bunda grande dela e ela gemeu baixo, olhando pra trás pra ter certeza que ninguém tava vendo. Outra noite, na academia onde ela ia malhar, eu entrei pra coincidência e a gente se encontrou no corredor do vestiário, longe das câmeras. Ela apertou meu pau por cima da calça e sussurrou que queria mais. Muito mais. Seus dedos traçavam a forma do meu pau grosso, e ela respirava fundo, como se aquilo fosse a coisa mais importante do mundo.

Mas a gente nunca tinha transado de verdade. Só beijos, mãos, e esse jogo de tensão que deixava a gente louco. Ela me mandava mensagens durante as reuniões, fotos da buceta inchada dela, da cinturinha fina, dos peitos pequenos e duros. Eu respondia com fotos do meu pau, já duro só de pensar nela. Benedito tava ali na mesma sala, falando sobre números e projetos, enquanto a gente trocava pornô pelo celular.

Até aquela noite de plantão tudo mudou.

A Mesa Fria

Benedito tinha saído pro café da noite, que era tradição dele. Luísa entrou na minha sala com o computador dele, mostrando emails. Ela tava agitada, apontando as coisas que ele planejava fazer. Olha só isso, ela dizia, passando o dedo pela tela, a blusa dela aberta demais, deixando aparecer a linha entre os peitos pequenos. Ele tá querendo tirar meu nome do projeto. Ele tá planejando isso desde antes da promoção.

E daí, sem avisar, ela sentou na minha mesa, puxou a saia pra cima e me mostrou a buceta arreganhada, inchada, sem calcinha. O cu rosinha dela brilhava na luz fraca da tela. Você não quer isso? Ela perguntou, os dedos dela abrindo a buceta ainda mais, mostrando as pregas rosadas, o clitóris inchado. Ou você vai ficar aí só olhando?

Eu levantei, tranquei a porta e fui pra cima dela. O pau grosso meu já tava duro, pulsando dentro da calça, as veias marcadas. Tirei ela da mesa, desci o zíper e meti a rola na boca dela, que mamou como se tivesse morrendo de fome. Os peitos pequenos dela ficavam marcados na blusa enquanto ela chupava, a cabeça dela fazendo movimento pra frente e pra trás, o som molhado enchendo a sala. Ela babava na minha rola, deixando a ponta vermelha e brilhante, e eu sentia as pregas da boca dela apertando.

Porra, Luísa, que boca gostosa, eu gemi, segurando a cabeça dela, forçando ela a engolir mais fundo. Ela fazia barulho, gagging, mas não parava. Os olhos dela ficavam marejados, mas ela continuava, porque sabia que eu gostava.

Depois eu a deitei na mesa. A mesa fria fez ela grasnar quando a bunda grande dela tocou o tampo. Abri a blusa dela, revelando os peitos pequenos e duros, com os mamilos rosados e duros, e chupei cada um enquanto meu pau entrava na buceta dela de uma vez. Ela era apertada, as paredes da buceta se contraindo ao meu redor, e a gente começou a transar de verdade, naquele escritório onde a gente trabalha lado a lado todo dia. O pau grosso meu enchia ela completamente, e cada movimento meu fazia ela gemer.

Ela rebolia a bunda grande contra meu pau grosso, pedindo mais, falando safadeza. Mais fundo, mais fundo, você vai me fazer gozar aqui mesmo, você quer? Quer que eu grite pra todo mundo ouvir que você tá me comendo? A voz dela saía rouca, desesperada. Ela apertava a buceta ao meu redor, como se quisesse me sugar pra dentro.

Eu tampei a boca dela com a minha, beijando ela enquanto a gente transava na mesa da reunião. O pau grosso meu enchia ela completamente, e ela apertava a buceta ao meu redor, os dedos dela arranhando meu peito. Depois ela virou, oferecendo o cu rosinha pra mim, pedindo pro eu meter ali. Faz no meu cu, ela sussurrou, a voz dela tremendo. Quero sentir você ali dentro de mim.

Eu fiz. Lentamente, porque ela pediu, porque eu queria aproveitar cada segundo daquilo. O cu apertado dela sufocava a rola, e ela ofegava, gritava baixo, pedindo pra eu ir mais rápido. As coxas grossas dela tremiam enquanto eu metia, e ela se movia contra mim, sincronizando os movimentos. Vem aqui, fica dentro de mim, goza dentro do meu cu, ela sussurrou, e eu obedeci. Gozei dentro dela, as veias do pau grosso pulsando enquanto a porra saía, e Luísa gemeu alto, se movendo contra mim até esvaziar tudo.

A gente ficou ali, respirando pesado, deitado na mesa fria, ela com a cinturinha fina envolvida pelos meus braços. Seu corpo tava suado, colado no meu, e eu sentia o coração dela batendo rápido contra meu peito.

Pronto, ela sussurrou depois de alguns minutos, beijando meu pescoço. Agora você é meu aliado de verdade. Benedito não vai saber o que o atingiu.

Eu ri, mas tinha algo estranho naquele tom dela. Algo que não era só paixão ou desejo. Era cálculo.

O Que Ninguém Sabe

Na semana seguinte, Benedito veio falar comigo, preocupado. Perguntou se eu tinha visto Luísa agindo estranho, se ela tava falando algo sobre a promoção dele. Eu neguei, claro, mas o jeito que ela tava agindo era óbvio pra qualquer um que prestasse atenção. Ela tava diferente, mais confiante, mais agressiva nas reuniões. E Benedito, aquele babaca, começou a ceder. Deu o projeto dela de volta, a consultava sobre as decisões, tratava ela como igual de verdade.

A gente continuou se vendo depois do expediente. Vez ou outra, quando tava vazio o escritório, a gente transava na minha sala ou na dela. Ela gostava de se exibir, de deixar marcas de batom no meu pau, de ficar pelada embaixo da mesa enquanto a gente tava em videoconferência com clientes. Uma vez, ela foi pro banheiro comigo durante uma reunião e a gente transou ali, ela segurando a boca pra não fazer barulho enquanto eu a foderia contra a pia. Os peitos pequenos dela batiam contra o espelho, e ela apertava a buceta ao meu redor, querendo que eu gozasse rápido pra a gente voltar antes que alguém percebesse.

Mas o que ninguém sabe é que isso tudo foi armação dela desde o começo. Eu descobri quando achei uma mensagem no computador dela que ela deixou aberto. Uma conversa com uma amiga, semanas antes de tudo começar. Ela planejava tudo: usar Benedito pra subir, usar eu pra derrubar ele se necessário, seduzir o cabeça de departamento anterior pra conseguir mais cliente. Tudo calculado. Cada beijo, cada gemido, cada vez que ela dizia que me amava, tudo era parte do plano.

A gente nunca conversou sobre isso. Ela segue fingindo que é tudo verdade, que ela realmente gosta de mim, que a gente vai virar algo sério. E eu segue fingindo que acredito, porque a buceta dela é muito boa, os peitos pequenos dela são muito fofos quando ela tá sentada no meu colo, e a gente tem um acordo tácito: ela me dá o que eu quero, eu faço o que ela quer.

Benedito não faz ideia. Ele continua trabalhando lado a lado com a gente, completamente inocente de que a promoção dele foi sabotada por uma mulher que aprendeu a brincar o jogo melhor que qualquer um. E eu também não vou contar nada. Porque, bem, enquanto ela tiver aquela gala cheia, aquele cu apertado, aquele jeito de chupar meu pau como se fosse a coisa mais importante do mundo, eu sou dela. E ela sabe disso.

Ontem ela me chamou pra almoço, fingindo que era sobre um cliente novo. A gente entrou num motel, aluguel por hora, e ela tirou a roupa lentamente, deixando os peitos pequenos aparecerem primeiro, depois aquela bunda grande, as coxas grossas. Ela se ajoelhou na cama e pediu pro eu meter no cu dela de novo. Enquanto eu a comia, ela sussurrava coisas no ouvido, planos futuros, como a gente ia derrotar Benedito de uma vez por todas, como ela ia virar sócia-chefe e eu ia virar diretor. Tudo mentira, provavelmente. Mas no momento em que meu pau grosso tava dentro do cu apertado dela, gozando dentro dela enquanto ela gritava meu nome, eu não tava nem aí se era verdade ou não.

A gente sabia o que era um pro outro. Ela sabia que eu sabia que tudo era mentira. E eu sabia que ela sabia que eu continuava voltando. Porque é assim que funciona. A gente se usa, se quer, se destrói e se reconstrói toda semana. E enquanto isso continuar assim, enquanto ela continuar sentando no meu pau desse jeito, com a buceta inchada envolvendo a rola, com os peitos pequenos balançando, com a bunda grande rebiolando, eu vou continuar aqui. Corno consentido de um plano que eu nem tenho certeza se é real ou só mais uma das mentiras dela.

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