Você já reparou como vizinho é tipo aquela pessoa que a gente vê todo dia, mas nunca fala? Então, comigo e a Patrícia era assim. Ela morava no apartamento ao lado do meu, a gente se cruzava no elevador, trocava uns "oi" rápido e pronto. Mas tinha um detalhe que não dava pra ignorar: ela tinha se divorciado fazia pouco tempo, e aparecia na churrasqueira coletiva do prédio com aquele look de mulher que acabou de se descobrir de novo. Peito mole, redondo, que balançava quando ela descia as escadas. Coxas grossas bem marcadas naqueles shorts curtos de academia. A gente nunca tinha trocado mais do que um aceno.
Tudo mudou no dia que ela bateu na minha porta pedindo uma chave de fenda. Eu tava saindo pra academia quando ela me parou no corredor, com aquele cabelo molhado ainda, cheirando a xampu caro. Disse que o chuveiro tava piscando e precisava desapertar não sei que parafuso. Entrei em casa, deixei a mochila na entrada e fui procurar a ferramenta na cozinha.
"Claro, entra aí", falei, abrindo a porta. Ela entrou, e percebi que tava de chinelo, short de lycra branco bem colado na bunda grande dela, e uma blusa fina que deixava os seios marcados, sem sutiã. Fui procurar a chave de fenda na cozinha, e quando voltei, ela tava fuçando na minha estante de livros, inclinada, aquele short subindo um pouco, mostrando a curva perfeita daquela bunda. Conversamos uns vinte minutos. Ela falou da separação, do marido que era chato, de como tava aprendendo a viver de novo. Risos. Contato visual que durava mais do que o normal. Quando ela ria, aquele peito balançava, e eu tinha que fazer força pra manter os olhos no rosto dela.
"Obrigada", ela disse, pegando a ferramenta. Quando saiu, deixou um rastro de perfume e uma sensação que eu tava aceso demais pra academia. Fui mesmo assim, mas passei a maior parte do treino pensando nela.
A churrasqueira
Umas duas semanas depois, teve um churrasco na área comum. Ela apareceu de biquíni, com uma saída de praia que era mais sugestão de tecido do que roupa mesmo. Seios grandes, fartos, balançando a cada movimento, os mamilos marcados no tecido fino. Barriga definida, sem uma marca de celulite. Coxas que pediam pra ser tocadas, aquela musculatura de quem tava indo na academia todo dia. Eu tava lá com uns amigos, e ela conversava com outras vizinhas, mas de vez em quando nossos olhos se cruzavam. Uma vez ela me pegou olhando. Sorriu. Demorado. Sabe aquele tipo de sorriso que diz tudo sem dizer nada?
Fui pra perto dela pegar gelo na caixa térmica. "Oi, vizinho", ela disse, aproximando. Tava suando, o suor escorria entre os seios, formando uma trilha até a barriga. Fez aquele movimento de afastar o cabelo da testa, e eu via cada gota brilhando na pele dela. "Como tá a vida?", perguntei, como quem não quer nada. "Tá boa. Tô indo pra academia todo dia, tentando me cuidar de novo", respondeu, olhando direto pra mim enquanto levantava o copo. Os lábios dela na borda do copo, vermelhos, carnudos. Meu pau começou a pulsar dentro da bermuda.
"Você também tá indo?", ela perguntou, se aproximando mais. Sim, falei. A gente combinou de ir no mesmo horário. "Quem sabe a gente se vê lá", ela disse, passando a mão no meu braço, deixando os dedos ali por um tempo. Depois se virou pra conversar com outra pessoa. Mas deixou a mão dela encostada na minha cintura por mais tempo do que era necessário, e eu senti o calor daquela mão queimando minha pele.
Naquela noite, bati uma punheta pensando nela. Imaginei aquele peito mole na minha boca, aquela bunda grande se movendo contra meu pau, aquelas coxas grossas envolvendo minha cintura. Gozei rápido, pensando no jeito que ela tinha me olhado.
Na academia, a gente se encontrou umas três vezes. Ela tava sempre naquele short apertado, suada, respirando fundo no aparelho de abdômen. Eu fingia que tava focado no treino, mas passava perto dela toda vez que tinha desculpa. Uma tarde, a gente ficou sozinho no vestiário. Ela tava pegando a toalha, e o suor tinha deixado o cabelo dela todo molhado, escorrendo pelo pescoço. Respiração ofegante ainda, aquele peito arfando, os seios balançando dentro do top de academia.
"Você tá diferente", ela falou, sem me olhar. "Mais musculoso." Risos nervosos. Falei que ela também tava diferente, mais bonita, mais gostosa. Ela se virou, olhou pra mim com aquele olhar que queimava. "É? Tô me sentindo melhor comigo mesma", disse. Aí passou a mão no meu peito, sentindo o músculo, deixando os dedos ali. Rápido. Mas passou. Saí de lá com o pau duro dentro da bermuda suada, e ela sabia disso.
A desculpa
Uma sexta à noite, ela bateu na minha porta. Tava com uma chave na mão, tremendo um pouco. Disse que tinha trancado a chave dela dentro do apartamento, e o chaveiro ia demorar umas horas. Perguntou se podia ficar comigo até ele chegar. Claro que falei que sim. Meu coração começou a bater acelerado quando ela entrou.
Ela entrou, e dessa vez tava de calça jeans bem apertada, mostrando aquela bunda que não cabia direito, e uma blusa de decote que deixava quase tudo à mostra. Peito grande, mole, balançando quando ela se mexia, os mamilos duros sob o tecido fino. Fomos pra sala, ela se sentou no sofá, perto de mim. Muito perto. A gente conversou sobre besteiras, séries que tava vendo, trabalho. Mas tinha uma tensão no ar que era quase sólida, aquele silêncio carregado entre uma frase e outra.
Ela se virou pra me encarar, e nossos rostos ficaram a centímetros um do outro. "Sabe", ela disse, a voz mais baixa, "eu fico pensando em você." Meu pau deu um pulo. "Pensando em quê?", perguntei, já sabendo a resposta. "Em você me tocando. Em você me beijando", ela respondeu, com a voz rouca, quase sussurrando. Aí colocou a mão na minha coxa. Perto demais da minha virilha. Senti meu pau começar a ficar duro.
Não aguardei mais. Peguei no rosto dela, beijei com força, aquele beijo que a gente segura por muito tempo e depois solta tudo de uma vez. Ela correspondia, abrindo a boca, deixando minha língua entrar, nossa língua se tocando, aquele beijo molhado, desesperado. Ela gemeu dentro da minha boca. Colocou a mão na minha bermuda, sentindo meu pau ficar duro, ficar enorme. "Que tamanho", ela sussurrou, rindo um pouco, ainda beijando.
Tirei a blusa dela com os dentes, quase rasgando. Aqueles seios grandes ficaram expostos, balançando, os mamilos duros, pedindo atenção. Abaixei e comecei a chupar um deles. Ela gritava, as mãos na minha cabeça, me puxando mais pra perto. Chupei com força, deixando marca vermelha no peito mole dela. Passei pra o outro seio, sugava o mamilo, deixava a saliva escorrer. Ela pediu mais. Sempre pedindo mais.
Tirei a calça dela com dificuldade, aquela calça apertada não queria sair. Descobri que não tava usando calcinha. Buceta inchada, rosa, babada de desejo. Clitóris protuberante, pedindo atenção, brilhando de molhado. Pus a cabeça entre as coxas dela, e ela começou a se mexer, esfregando a buceta molhada no meu rosto. Cheirava a mulher excitada, aquele cheiro que deixa qualquer homem maluco. Eu lambia, sugava o clitóris dela, e ela gritava, tremendo, as pernas abrindo mais, me puxando pra mais perto. Enfiei a língua dentro dela, sentindo a buceta pulsando, quente, encharcada.
"Quer meu pau?", perguntei, levantando, ofegante. Ela balançou a cabeça desesperada. Tirei a bermuda, e meu pau apareceu, grosso, longo, as veias marcadas, o saco pesado, cheio. Ela se lambuzou vendo, os olhos brilhando. "Que lindo", ela gemeu. Coloquei na sua boca. Ela chupou como se tivesse com fome, engasgando, deixando a saliva escorrer pelo queixo. Metia fundo, tocava o fundo da garganta dela, e ela ia engasgando, lágrimas saindo dos olhos, mas não parava. Passava a língua na glande, chupava as bolas, tudo com uma ganância que me deixava louco.
"Vai, mete em mim", ela pediu, deitando no sofá, abrindo as pernas bem abertas. Coloquei a cabeça do meu pau na entrada dela, e senti a buceta queimando de quente, pulsando. Entrei devagar, deixando ela sentir cada centímetro, aquela buceta apertada envolvendo meu pau. Ela gemeu, unhas na minha costa, deixando marca. Comecei a socar, firme, ritmado, ouvindo o som molhado da buceta dela recebendo meu pau.
O sofá rangeu. As paredes do apartamento eram finas, eu sabia disso, mas naquele momento não tava nem aí se alguém ouvia. Ela também não. Gritava meu nome, pedia pra meter mais forte, mais profundo. Virei ela de lado, metendo por trás, segurando naquela bunda grande, toda dura, contraindo com cada envergão. Buceta dela pulsava, apertando meu pau, encharcada, fazendo barulho de molhado, aquele som que só buceta gostosa faz.
"Vou gozar", ela gritava. Acelerai, socando sem parar, ouvindo o som da minha coxa batendo na bunda dela, aquele bumbum balançando com cada estocada. Ela se contraiu toda, gritou, e senti a buceta pulsando, gozando na minha rola, encharcando meu pau. Porra, que sensação. Ela tremeu toda, gritou meu nome, e eu continuei metendo, aproveitando que ela tava gozando.
Depois virei ela pro meu pau de novo, na boca. Ela chupava, gemendo, trazendo meu pau de volta à vida mesmo depois de quase gozar. Coloquei na buceta de novo, e dessa vez fui mais violento. Ela queria assim, pedindo pra eu não ter dó, pedindo pra eu meter com força. Metia rápido, profundo, ouvindo os gemidos dela ficar cada vez mais altos. Peguei no pescoço dela, apertei devagar, e ela começou a gozar de novo, ofegante, aquele peito balançando com cada estocada.
Eu também tava chegando lá. Meu pau pulsava, as bolas pesadas, cheias de porra. "Vou gozar", avisei. "Goza em mim", ela pediu, abrindo a boca. Tirei de dentro dela, coloquei na boca, mexi mais algumas vezes e explodir dentro dela, gozando porra quente, sentindo ela engasgar um pouco, mas não soltando, chupando, mamando até o final. Gozei bastante. Senti a porra escorrendo do canto da boca dela.
Ficamos ali, suados, ofegantes, encolhidos um no outro. Ela beijava meu peito, passava a mão no meu braço grosso, marcado. Meu pau ainda tava semi-duro, descansando na coxa dela. A gente ficou em silêncio por um tempo, só ouvindo a respiração um do outro normalizando.
"Isso foi…", ela começou, rindo baixo. "Incrível", completei. Ela levantou a cabeça, me beijou devagar, diferente do que a gente tinha feito antes. Beijo mole, carinhoso. "Você quer que eu vá embora quando o chaveiro chegar?", perguntei. Ela sorriu, aquele sorriso que eu conhecia agora, e balançou a cabeça. "Não. Fica comigo", respondeu. Coloquei a mão na bunda dela, acariciando aquela pele morna, suada. Meu pau começou a ficar duro de novo. Ela sentiu, riu, e beijou meu pescoço. Tinha muito mais noite pela frente.
Seja o primeiro a comentar!
Ainda não há comentários. Que tal começar a conversa?