Patrick bateu na porta do quarto do motel com os nós dos dedos, a respiração ainda acelerada. Eu estava dentro, deitada na cama, com as pernas abertas e o short descido até o meio da coxa, esperando ele voltar com a chave que havia esquecido na recepção. Ele entrou rápido, fechou a porta e riu daquele jeito que sempre me fez ficar molhada, aquele riso de quem sabe exatamente o que está fazendo.
Nós dois estávamos juntos havia três anos. Casados, com uma vida que a gente construiu devagar, sem pressa. Mas ultimamente as coisas tinham ficado meio morno na cama. Era sempre a mesma posição, o mesmo ritmo, aquela coisa previsível que mata o tesão. Patrick sempre foi o dominador natural, aquele que mandava, que decidia como e quando. Eu acatava, porque funcionava, porque era o que eu conhecia. Mas tinha uma coisa crescendo dentro de mim, uma vontade de trocar de papéis, de ser eu quem mandava, de vê-lo pedindo.
Dois dias antes, eu tinha trazido o assunto na cama, entre uma coisa e outra. "Quero te dominar", falei assim, direto, sem rodeio. Ele ficou quieto, pensativo. Depois perguntou se eu estava falando sério. Falei que sim. E ele topou, mas pediu que eu deixasse um tempo, que pensasse bem no que queria fazer. Não queria que fosse algo improvisado.
Pois então eu passei esses dois dias pensando, planejando, sentindo aquela adrenalina de quem está prestes a fazer algo diferente. Marquei o motel para a sexta à noite. Peguei uma roupa que Patrick nunca tinha me visto usar, uma coisa mais agressiva, mais sensual. E avisei a ele que ele precisava chegar lá com a mente aberta, sem controlar nada, apenas obedecendo.
Agora ele estava aqui, fechando a porta atrás de si, e eu sentia o poder começando a pulsar nas minhas veias. Levantei da cama, devagar, deixando que ele visse cada detalhe do meu corpo. Meus seios pequenos e duros estavam à mostra, os mamilos eriçados pelo ar frio do ar-condicionado. Desci o short completamente e me posicionei de pé, diante dele, com as pernas ligeiramente abertas. Minha buceta inchada e arreganhada estava à vista, ainda úmida do tempo que passei esperando. O clitóris pulsava, sensível, pedindo atenção.
"Senta na cadeira", ordenei apontando para a poltrona de madeira e veludo que ficava no canto do quarto. Ele caminhou para lá sem questionar, a lingüeta no rosto dele mostrando que estava curioso, talvez um pouco desconfortável com essa inversão. Patrick era musculoso, tinha peito largo e definido, coberto de pelos escuros que eu adorava passar a mão. Seus ombros eram largos, e aquele corpo todo parecia feito para dominar, não para ser dominado. Mas ele estava ali, se sujeitando ao meu comando, e isso me deixava cada vez mais molhada.
Ele sentou, as mãos descansando nos braços da cadeira. Eu caminhei em sua direção com os quadris rebolando de um jeito que sabia que o afetava. Seu pau já estava começando a ficar duro dentro da calça, aquele volume que eu reconhecia tão bem. Parei entre suas pernas, colocando uma mão no seu peito.
"Você vai fazer exatamente o que eu mandar. Se fizer algo que eu não permita, vai levar castigo", falei com a voz baixa e firme. Ele engoliu seco. Assentiu.
Comecei a desabotoar a camisa dele, lentamente, deixando que meus dedos roçassem o seu peito enquanto abria cada botão. Quando terminei, empurrei o tecido para os lados, expondo aquele corpo que eu conhecia tão bem mas que agora parecia diferente, porque ele estava ali, esperando, obedecendo. Coloquei os joelhos na sua cintura e comecei a me mexer sobre o seu colo, sentindo o seu pau crescendo ainda mais contra a minha buceta. O tecido da calça criava um atrito que me deixava louca.
"Não pode mexer as mãos. Entendeu?", perguntei. Ele assentiu novamente, respirando pesado. Eu apoiei uma mão no seu ombro e comecei a subir e descer contra ele, sentindo aquele pau ficar completamente duro, pulsando. Meu clitóris roçava na calça dele, e cada movimento me deixava mais perto daquele ponto de não retorno.
Mas não era hora de gozar ainda. Eu tinha planos.
Desci dele e fui até a mala que eu tinha trazido escondido. Peguei dois lenços de seda que tinha comprado especialmente para isso. Voltei para Patrick e amarrei suas mãos nos braços da cadeira, não muito apertado, mas firme o suficiente. Ele puxou levemente, testando, e viu que realmente não conseguiria se soltar facilmente.
"Agora você vai ficar quietinho enquanto eu me diverto", sussurrei no seu ouvido. Sua respiração estava acelerada, o peito subia e descia rápido. Eu podia ver que ele estava gostando, que aquela submissão estava o deixando ainda mais excitado.
Knelt diante dele e abri a calça. Seu pau saiu todo duro, grosso, com as veias marcadas. Aquele pau que eu já tinha chupado centenas de vezes, mas que agora era meu, completamente meu, para fazer o que eu quisesse. Comecei lentamente, passando a língua na sua glande, vendo-o tentar mexer as mãos instintivamente e depois se controlando. Desci com a boca, tomando o máximo que conseguia, e depois subi, deixando um fio de saliva conectando meu lábio ao seu pau. Ele gemeu baixo, pedindo mais, mas eu estabeleci o ritmo, controlava tudo.
Depois de alguns minutos deixando-o à beira do colapso, levantei e caminhei para trás dele. Coloquei uma mão no seu pescoço, não apertando, apenas encostando, deixando que ele sentisse o poder que eu tinha naquele momento. Com a outra mão, comecei a tocar minha própria buceta, que estava completamente encharcada. Meu clitóris inchado pulsava sob meus dedos.
"Você quer gozar?", perguntei perto do seu ouvido. Ele assentiu rapidamente, desesperado. "Não. Ainda não", disse, afastando minha mão dele e voltando para sua frente.
Levantei a perna e coloquei o pé dela sobre a cadeira, bem perto de seu rosto. Seu cu rosinha e apertado estava exposto, e eu via que ele estava tão tesudo que seus músculos estavam contraindo. Levei meu dedo até lá e comecei a brincar, sentindo como aquele lugar tão restrito começava a se relaxar sob meu toque. Ele respirava rápido, gemendo baixo, aquele som que me deixava completamente louca.
"Você gosta de ser tocado aqui, né seu putinho?", perguntei enquanto continuava, pressionando mais firme. Ele assentiu, envergonhado e excitado ao mesmo tempo. Eu adorava quando ele ficava assim, aquele contraste entre a sua masculinidade e essa necessidade de ser submisso, de deixar que eu tomasse conta.
Desci e sentei em seu colo novamente, mas dessa vez com a bunda para ele, rebatendo meu corpo contra seu pau. Meu clitóris estava tão inchado que cada movimento era quase doloroso de tão bom. Ele tentava mexer as mãos, desesperado para me tocar, para me ajudar, mas os lenços mantinham ele preso. "Fica quieto", ordenei, e dei um tapa forte na sua coxa. O som ecoou pelo quarto. Ele soltou um gemido que era metade dor, metade prazer.
Continuei rebolando, cada vez mais rápido, sentindo aquele pau duro dentro de mim, preenchendo cada centímetro. Meu corpo começava a tremer, aquela sensação se aproximando. Patrick estava respirando como quem tinha acabado de correr uma maratona, e eu conseguia sentir que ele também estava no limite.
"Você quer gozar dentro de mim?", perguntei, ainda controlando o ritmo. "Sim, por favor", pediu ele, aquela voz rouca de tesão. Dei outro tapa, dessa vez mais forte. "Você pede bonito, mas ainda não é hora."
Levantei dele, deixando seu pau saindo de dentro de mim, brilhando com meu suco. Virei para encará-lo, colocando os joelhos na cadeira novamente, mas dessa vez de frente. Coloquei minha buceta arreganhada e inchada na sua boca. "Chupa", ordenei. Ele fez exatamente como mandei, sua língua encontrando meu clitóris e chupando com uma fome que eu não tinha visto em tempo. Eu tinha as mãos nos cabelos dele, puxando, controlando a profundidade e o ritmo.
Meu corpo começou a tremer de verdade agora, aquele orgasmo que tinha estado construindo finalmente chegando. Gozei na sua boca, gritando seu nome, sentindo aquele prazer total inundar cada célula do meu corpo. Ele continuou chupando, bebendo tudo que eu tinha, e isso prolongou aquela sensação deliciosa.
Quando desci dele, já estava pronta para a próxima fase. Peguei um vibrador que tinha trazido e liguei. Ajoelhei entre suas pernas novamente e comecei a passar o vibrador pelo seu pau, vendo-o se contorcer, ouvindo-o pedir, implorar. "Por favor, Teresa, deixa eu gozar", pediu. Levantei o vibrador. "Ainda não."
Fui para baixo, colocando aquele vibrador perto de seu cu rosinha e apertado. Ele soltou um gemido que era quase um grito. O vibrador ali, bem na entrada, fazendo ele ficar completamente louco. Sua buceta estava tão dura que eu podia ver as veias salientes na base. Sua respiração estava descompassada.
"Agora você pode", permiti, colocando a boca no seu pau e começando a chupar enquanto o vibrador continuava seu trabalho ali em baixo. Levou menos de dez segundos. Ele gozou dentro da minha boca, um jato quente e grosso, gritando meu nome como se fosse a última vez que ia fazer isso. Eu engoli tudo, sentindo aquele poder absoluto sobre seu corpo, sua vontade, seu prazer.
Tirei os lenços que prendiam suas mãos e ele me puxou para perto, me abraçando, ainda ofegante. Ficamos ali, sentindo os corações batendo acelerados um contra o outro. Patrick sussurrou no meu ouvido, "Isso foi… porra, Teresa. Você foi incrível."
Eu sorri, ainda sentindo aquele formigamento entre as pernas, aquele poder que tinha descoberto. Tinha gostado demais de dominar, de vê-lo completamente rendido a mim. E eu sabia que isso não era um experimento único. Aquilo tinha acordado algo dentro de mim, uma vontade que não ia desaparecer. Já estava planejando a próxima vez, pensando em novas formas de mantê-lo completamente sob meu controle.
Patrick beijou meu pescoço, descendo para meus seios pequenos e duros, beijando cada um deles com devoção. "Quando a gente faz isso de novo?", perguntou. Eu ri, passando os dedos pelos seus cabelos. "Quando eu mandar."
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