O carro dele estava no estacionamento quando cheguei. Vilma já estava lá dentro, no banco de trás, esperando. Ela usava um vestido curto, aquele que eu conhecia bem, e quando entrei ela me olhou sem dizer nada. Seu marido tinha saído de viagem naquela manhã, ela tinha me mandado uma mensagem simples: "Agora?"
Fechei a porta e liguei o motor, mas não sai do lugar. Só dirigi até um canto mais afastado do estacionamento, longe das câmeras, longe de qualquer coisa que pudesse nos comprometer. Vilma respirava fundo, as mãos apoiadas na coxa. Seus seios grandes pressionavam o tecido fino do vestido, os mamilos marcados, duros. Ela sempre ficava assim quando me esperava.
"Isso é loucura", ela disse, mas sua mão já estava descendo para meu colo.
Eu sabia que era. Seis meses a gente se metia nessa merda, sempre com medo, sempre com pressa. Vilma tinha um marido que viajava por trabalho, eu tinha uma namorada que morava comigo. A gente vivia naquele prédio antigo de parede fina, compartilhando mais do que deveríamos. Quando descobrimos que conseguíamos nos ouvir através da divisória, virou um jogo sujo de combinação e sigilo. Ela trabalha em um escritório de advocacia, eu sou gerente de um banco. Vidas normais, casamentos normais, tudo errado de um jeito que só fazia sentido quando estávamos juntos.
Vilma abaixou a cabeça e começou a desabotoar minha calça. Seus cabelos pretos caíram sobre meu colo, as mechas cobrindo parte do seu rosto. Ela tinha aquele jeito de fazer as coisas que tirava a razão de mim, devagar mas com uma segurança que só vinha de quem sabe exatamente o que quer. Puxou meu pau para fora, e ele já estava duro, pulsando. A ponta saiu úmida.
"Você acordou assim?", ela perguntou, passando o polegar sobre a glande.
Acordei pensando nela. Sempre acordava pensando em Vilma, naquele cu redondo dela, naqueles seios pesados que caíam quando ela se inclinava. Minha namorada estava dormindo quando sai de casa, e eu já vinha duro, imaginando o que Vilma faria comigo. Ela tinha trinta e dois anos, eu tinha vinte e oito. Ela era a mulher que eu nunca deveria ter tocado, e por isso mesmo não conseguia parar.
Vilma se inclinou e meteu meu pau na boca de uma vez. Profundo. Ela não tinha cerimônia com essas coisas, succionava com força, sua língua trabalhando embaixo enquanto seus lábios apertavam a base. Seus olhos encontraram os meus por um segundo, e tinha algo de deliberado naquilo, de posse. Como se ela estivesse marcando seu território mesmo aqui dentro do carro, mesmo sabendo que a gente podia ser descoberto a qualquer momento.
Coloquei a mão na nuca dela, os dedos emaranhados naquele cabelo macio. Vilma gemeu com meu pau dentro da boca, o som abafado. Eu podia sentir a saliva escorrendo, quente, e ela começou a se mover mais rápido, sua cabeça subindo e descendo. Aquela boca dela era viciante. Tudo nela era viciante. Ela trabalhava a base com a mão enquanto chupava a glande, aquele jeito que fazia meu pau ficar ainda mais inchado, as veias saltadas.
"Porra, Vilma", eu disse, sem conseguir me controlar.
Ela sorriu com meu pau ainda dentro da boca, aquele sorriso maroto de quem sabe que tem poder sobre você. Continuou chupando, mais rápido agora, e eu senti aquela sensação começando a subir, aquele formigamento que significava que eu tava perto. Tirei seu pau da boca dela com relutância e a puxei para cima. Vilma se moveu com a graça de quem conhece cada centímetro daquele espaço apertado, e logo estava sentada no meu colo, seu vestido subido até a cintura. Ela não usava calcinha. Nunca usava quando vinha me encontrar.
Sua buceta estava inchadinha, as pregas avermelhadas, brilhando de lubrificação. Vilma tinha aquela abertura generosa, bucetuda de verdade, e quando ela se abaixou um pouco, eu senti meu pau deslizar entre os lábios dela. Ela se moveu em círculos, esfregando meu pau na buceta ainda não dentro, deixando tudo molhado. Seus seios balançavam dentro do vestido, aqueles seios grandes e brancos com os mamilos rosados, durinhos.
"Você quer?", ela perguntou, mas já sabia a resposta.
Eu peguei em sua cintura, aquela cintura fina que ela tinha, e a puxei para baixo. Meu pau entrou dentro dela devagar, aquela buceta apertando meu comprimento todo. Vilma gemeu, seu rosto perto do meu, seus olhos fechados. Ela tinha um jeito de receber meu pau que fazia parecer que ela tava me esperando há dias, como se aquilo fosse o único lugar onde ela queria estar.
Ela começou a rebolar, aquele movimento que eu conhecia bem, suas coxas grossas se movimentando contra minhas pernas. O banco do carro rangeu com nosso peso, e eu tive um momento de pânico pensando se alguém podia nos ouvir. Mas Vilma não parou, ela continuou, sua buceta encharcada, fazendo aquele som molhado que me deixava louco. Eu sentia a lubrificação dela escorrendo até meu saco, aquela sensação pegajosa que só a deixava mais gostosa.
"Alguém pode ver", ela sussurrou, mas não havia medo na sua voz. Havia excitação pura.
Eu sabia que ela gostava disso, daquele risco. Vilma tinha uma vida inteira de obediência, um marido que a ignorava, um trabalho chato. Aqui comigo, naquele carro, ela se permitia ser suja, ser perigosa. E eu alimentava aquilo porque era exatamente o que eu queria. Comecei a empurrar para cima, encontrando seu movimento, e logo estávamos nos metendo de verdade. Vilma se agarrou no meu ombro, seus unhas cavando na minha pele. Seus seios balançavam com o ritmo, aqueles mamilos duros, e eu desci a cabeça para chupar um deles. Seu sabor era doce e salgado ao mesmo tempo, sua buceta pulsando ao meu redor.
Ela começou a ofegar, aquele respirar acelerado que significava que ela estava perto. Vilma se movia mais rápido, seu cu batendo contra meu colo, aquele bumbum redondo e firme, e eu sentia meu próprio pau inchadão dentro dela, as veias pulsando. Ela tinha aquele jogo de aperto e soltura que fazia parecer que sua buceta tava me chamando, me puxando para dentro.
"Goza dentro de mim", ela pediu, seus lábios roçando meu pescoço, e isso foi o bastante.
Eu a segurei firme e gozei, aquela sensação de porra saindo, quente, dentro da buceta dela. Vilma se contraiu, seu corpo todo tremendo, um gemido saindo de sua boca que ela abafou no meu ombro. Senti sua buceta se apertando mais, pulsando em volta do meu pau, e ela gozou junto comigo, aquele gozar silencioso que ela tinha, como se estivesse guardando tudo para dentro. A gente ficou ali, suado, respirando pesado, seu corpo amassado contra o meu.
Depois de uns minutos, ela se moveu. Vilma se afastou devagar, meu pau saindo de dentro dela com um som molhado. Ela arrumou o vestido, puxou um lenço de sua bolsa e se limpou. Tudo muito prático, muito rotina. Como se a gente tivesse feito isso mil vezes antes, porque a gente tinha feito. Ela se olhou no espelhinho da bolsa, ajustou o cabelo, passava batom. Voltava a ser a mulher respeitável de antes.
"Seu marido volta quando?", perguntei, ajustando minha calça.
"Quinta-feira à noite", ela respondeu, olhando pela janela do carro. "Mas ele vai estar cansado. Vou ter que fingir interesse em seus negócios entediantes."
Eu liguei o motor e dirigi de volta ao estacionamento. Vilma desceu sem dizer nada, apenas tocou meu braço com aqueles dedos manicurados de vermelho. Eu a assisti sair, seu vestido caindo sobre suas coxas, seus cabelos pretos brilhando sob o sol. Ninguém ao redor. Ninguém desconfiava. Ela caminhou até seu próprio carro como se nada tivesse acontecido, como se ela não tivesse meu esperma dentro dela, como se não tivesse aquele jeito de mulher satisfeita que só aparecia depois que eu a metia.
Quando entrei em casa, minha namorada estava na cozinha preparando café. Ela me beijou na boca, e eu senti aquele gosto amargo na minha língua, lembrança de Vilma. Minha namorada não sentiu nada. Nunca sentia. A gente era uma coisa morta, confortável, e eu continuava voltando para casa para aquilo porque era fácil, porque ninguém esperava nada. Ela tinha vinte e cinco anos, era bonita de um jeito que não me excitava mais, e a gente dormia na mesma cama como dois estranhos.
"Você demorou", ela disse, mexendo o café.
"Trânsito", menti.
À noite, quando ela estava dormindo, ouvi um barulho vindo de trás da parede. Vilma. Ela estava tocando em si mesma, aquele som úmido vindo através da divisória fina. Colei meu ouvido na parede e ouvi seu gemido baixo, contido, e soube que ela estava pensando em mim, refazendo aquilo no seu quarto enquanto seu marido dormia em outra cama, em outra cidade. Ela tinha aquele jeito de se tocar que era quase como uma conversa conosco, como se ela estivesse me chamando através daquela parede miserável.
Meu pau duro de novo. Sempre duro com ela. Eu coloquei a mão dentro da cueca, começando a bater uma, ouvindo cada som que ela fazia. Sua buceta sendo tocada, seus gemidos abafados. Gozei ali mesmo, pensando em Vilma, naquele bumbum dela no meu colo, naquela boca dela envolvendo meu pau, naquele jeito que ela tinha de me olhar como se eu fosse a única coisa que importava.
Depois, quando tudo ficou silencioso de novo, eu pensei em como isso ia acabar. Tinha que acabar. Mas quando Vilma mandou uma mensagem no dia seguinte, apenas um emoji de rosto vermelho e um "Sábado?", eu já estava combinando o próximo encontro em minha cabeça. Respondi com um emoji de ok, e senti aquele formigamento de novo, aquele tesão que não desaparecia.
Porque a verdade é que eu queria isso de novo. E de novo. E de novo. E se minha namorada descobrisse, se o marido de Vilma descobrisse, a gente teria que fingir que isso nunca aconteceu, que aquela parede fina nunca nos aproximou, que não havia nada entre nós além de silêncio cúmplice. Mas havia tudo. Havia tesão. Havia culpa. E havia a certeza de que na próxima vez que a visse, eu ia querer mais.
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