Puta que pariu, ele tá chegando.
Eu sussurrei isso pra Bárbara enquanto ela ainda tava de joelhos, a boca vermelha de tanto sugar meu pau. Ela se afastou rápido, limpando o queixo com o dorso da mão, e eu já tava enfiando a rola de volta nas calças. Tinha sido uns vinte minutos desde que o marido dela saiu pra buscar cigarro na padaria. Vinte minutos de tesão puro, dentro do escritório da casa deles enquanto o gadinho tava longe. Ela levantou, arrumou o vestido vermelho que tava amarrotado, passou a mão no cabelo grisalho pra despencar os fios que tinham ficado pegajosos de porra.
Eu tinha vinte e cinco anos. Ela, cinquenta e dois. A diferença de idade era exatamente o que fazia tudo ficar tão gostoso, tão proibido. Quando ela me chamou pra trabalhar no jardim, dois meses atrás, eu não fazia ideia do que ia rolar. Bárbara tinha peitos grandes, o tipo que desce e fica mole quando ela tira o sutiã, com os mamilos rosados e duros. Bunda grande também, com aquelas estrias brancas que iam do bumbum até a coxa, e eu adorava passar a língua ali. O clitóris dela era carnudo, inchado, fica roxo quando ela tá excitada, apontando pra fora dos lábios da buceta.
Eu voltei pra cozinha fingindo que tinha ido lá buscar água. Bárbara entrou depois, recomposta, mas com aquele brilho nos olhos de quem acabou de apanhar. Ela sentou na mesa como se nada tivesse acontecido, bebendo café, enquanto eu fingia arrumar a bolsa de ferramentas. A gente se evitava de propósito, sabendo que qualquer contato visual muito longo poderia despertar suspeita.
O marido dela entrou cinco minutos depois. Ricardão, cinquenta e cinco anos, corpulento, cabelo grisalho. Ele nem desconfiava de nada. Beijou Bárbara na testa, abriu o pacote de cigarro, e foi pro quarto. Ela olhou pra mim. Aquele olhar que queria dizer "essa noite".
A noite anterior
Ela tinha marcado tudo direitinho. Ricardo ia sair pra um jogo de pôquer na casa de um colega. Bárbara pediu que eu voltasse depois que escurecesse, pra "verificar uma coisa no jardim". Código. Eu conhecia bem.
Sete da noite, eu toquei a campainha. Ela abriu de robe vermelho, sem nada por baixo, já molhada. Eu sabia porque ela brincava de segurar minha mão e colocar entre as pernas dela, pra eu sentir como a buceta tava encharcada antes de eu nem ter tirado a roupa. O cheiro dela era forte, gostoso, aquele cheiro de mulher excitada que fica na minha cabeça o dia inteiro.
"Demora pra chegar," ela sussurrou, me puxando pra dentro. "Temos tempo."
A gente foi direto pro quarto deles. Ela queria fazer na cama do marido. Bárbara tinha essa vontade de humilhar Ricardo, de sentar na boca dele mentalmente enquanto eu metia nela com força. Ela deitou na cama, abriu as pernas e eu vi aquela buceta dela, babada, com os lábios avermelhados e inchados. O clitóris pulsando, roxo, apontando pra mim como um convite que eu não podia recusar.
Eu ajoelhei na cama, e ela já tava me puxando pra cima dela. Meu pau tava duro, meio torto pra esquerda, com as veias marcadas que ela adorava passar o dedo. Eu encostei a rola na buceta dela e senti aquela umidade quente, aquela pegajosidade que fazia meu pau ficar ainda mais sensível.
"Entra, filho," ela pediu, usando aquele tom de voz que fazia meu pau ficar ainda mais duro. "Entra fundo. Entra como se fosse seu."
Eu entrei de uma vez. A buceta dela era apertada, mesmo com a idade, e meu pau desapareceu dentro dela até a base. Ela gemeu alto, se contorcendo, e eu comecei a bater. Rápido, fundo, sentindo aquela buceta pulsando em volta do meu pau como se tivesse vida própria. Ela agarrou meu peito peludo, as unhas cavando na minha pele, deixando marcas que eu sabia que ia ter que esconder depois.
"Mais," ela pediu, ofegante. "Mais força. Soca em mim."
Eu socar meu pau dentro dela sem dó. A cama tava balançando, rangendo, fazendo barulho que podia acordar os vizinhos se eles tivessem acordados. Bárbara gritava, mas tentava abafar com a mão na boca porque tinha medo que alguém ouvisse. A bunda dela rebolia contra meu quadril, e eu podia ver aquelas estrias brancas se mexendo com cada socada, aquele buraquinho rosinha do cu dela se contraindo a cada movimento.
Ela veio rápido da primeira vez. O clitóris inchado latejando enquanto a buceta dela contraía em volta de mim. Eu senti aquele aperto gostoso e quase gozei, mas respirei fundo pra segurar. Ela tava suada, o rosto vermelho, os peitos grandes balançando com cada movimento.
Bárbara pediu pra eu virar ela de bruços. Ela gostava assim porque podia enfiar a cara no travesseiro e gritar sem se preocupar. Eu a virei, admirando aquela bunda grande, branca, com aquele buraquinho rosinha do cu dela apertado feito um punho. Ela oferecia o cu pra mim de vez em quando, mas aquela noite ela queria a buceta mesmo.
Eu entrei de novo, e dessa vez o ritmo era diferente. Mais lento, mais profundo. Eu queria sentir cada centímetro daquela buceta, aquela umidade que escorria em volta do meu pau. Bárbara tava com o rosto enfiado no travesseiro, o bumbum erguido, rebolando contra mim, pedindo mais.
"Você é um safado," ela sussurrou, virando a cabeça pro lado, respirando pesado. "Você sabe que isso é errado, né? Você sabe que tá comendo a mulher do seu patrão?"
"Sou mesmo," eu respondi, e aquilo excitou mais ainda os dois. Eu agarrei o cabelo grisalho dela, puxei com força. "Sua putinha. Sua putinha que adora meu pau."
Ela gemeu gostoso com aquilo. Bárbara adorava ser chamada de nomes sujos, adorava aquela humilhação que só existia entre a gente. A gente continuou assim por um tempo, eu metendo nela enquanto ela gritava no travesseiro, até que eu senti aquela sensação subindo. Aquela queimação na base do saco, aquele arrepio que sai da base da rola e sobe pela espinha.
"Vou gozar," avisei, sentindo meu pau ficar ainda mais duro, se contraindo.
"Goza aqui," ela pediu, tirando o rosto do travesseiro. "Goza no meu cabelo. Goza em mim."
Ela se virou rápido, ficou de joelhos, e eu saí de dentro dela. Ela abriu a boca e eu meti a rola nela, bombeando duas, três vezes até explodir. Meu saco pesado contracaído enquanto eu gozava pra dentro da boca dela. Ela engoliu tudo, lambendo a ponta do meu pau depois que terminou, mas eu já tava começando a gozar de novo, dessa vez no cabelo dela. A porra escorria pelo cabelo grisalho dela, deixando tudo pegajoso, brilhando.
Bárbara riu. Um riso baixo, satisfeito, meio perverso. Ela pegou um pouco da porra que tava no cabelo dela e levou à boca, chupando o dedo.
"Ricardo nunca soube de nada," ela disse, limpando a boca. "Nunca vai saber. Ele tá lá em cima, dormindo como um bebê, enquanto você tá aqui enchendo meu cabelo de porra."
A gente se limpou, ela se arrumou, e eu saí da casa tipo dez minutos antes do marido chegar do jogo. Ela me deu aquele olhar de "amanhã de novo" quando eu tava na porta, e eu já tava duro de novo só de pensar no que ia vir.
De volta ao presente
Eu tava duro de novo só de pensar naquela noite. Ricardo entrou na cozinha, fumando, sem fazer ideia de nada. Ele começou a falar sobre o jogo, sobre quanto tinha ganhado no pôquer. Bárbara tava ali, sorrindo pra ele, tocando no ombro dele, como se não tivesse deixado meu pau dentro dela algumas horas atrás.
"Samuel, você quer um café?" ela perguntou pra mim, usando aquele tom casual de patroa.
"Quero sim, dona Bárbara."
Ricardo não sacou nada. Ele era um marido corno mesmo sem saber que era. A gente ficou na cozinha mais um tempo, conversando sobre nada de importante, e depois eu saí do escritório pra voltar ao jardim. Tinha uns arbustos pra podar, e eu precisava de distância pra meu pau voltar ao normal.
Eu tava trabalhando quando ouvi a campainha. Alguém tava visitando. Eu via de perto porque tinha uma janela que dava pro corredor. Era uma mulher, uns quarenta e poucos anos, que eu nunca tinha visto antes. Ela entrou na casa rindo, trocando beijos com Ricardo. Abraçando Bárbara também, mas aquele abraço era diferente, tinha uma tensão ali.
Meu pau murchou na hora. Eu percebi na hora o que tava acontecendo.
Ricardo subiu pro quarto com essa mulher. Bárbara ficou na sala, olhando pra porta do quarto, com aquela expressão estranha. Tipo raiva, tipo tristeza, tipo excitação. Tipo aquela mistura de sentimentos que faz uma pessoa ficar louca. Ela virou pra janela onde eu tava vendo, e nossos olhos se cruzaram.
Ela saiu da sala e apareceu na porta do escritório cinco minutos depois, fechando a porta atrás dela. Ela tava tremendo de raiva.
"Você viu," ela disse, não era pergunta.
"Vi."
"Ele tá lá em cima com a amante dele. Tá ouvindo? Ele tá transando com outra mulher enquanto eu fico aqui embaixo como uma idiota." Ela tava respirando pesado, os peitos subindo e descendo dentro do vestido vermelho. "Enquanto eu fico aqui esperando, e você tá lá fora fingindo que não tá ouvindo nada."
Eu não sabia o que falar. Bárbara tava com os olhos brilhando de raiva, mas também de tesão. Aquela raiva toda tava se transformando em excitação. Ela fechou a porta com chave.
"Senta aí," ela apontou pro sofá do escritório. Ela tava com aquele vestido vermelho de antes. Ela levantou a saia, mostrou que não tava de calcinha. A buceta dela tava de novo inchada, vermelha, e ela se sentou na minha boca com um movimento rápido, encostando a buceta na minha boca.
"Chupa," ela ordenou, a voz tremendo. "Chupa enquanto ele tá lá em cima transando com aquela piranha."
Eu chupei o clitóris dela, passando a língua ali, enquanto ela tava com as mãos na minha cabeça, puxando meu cabelo, forçando meu rosto mais pra dentro dela. Eu podia ouvir os gemidos abafados do andar de cima, e aquilo tava deixando Bárbara ainda mais louca. Ela tava se mexendo contra minha boca, rebolando, gemendo baixo.
"Ele tá lá em cima," ela sussurrava, ofegante. "Ele tá lá em cima e eu tô aqui com você. Isso é tão errado, tão gostoso."
Eu chupei mais forte, passando a língua em volta daquele clitóris inchado, sentindo ela pulsar na minha boca. A buceta dela tava babada, escorregadia, e eu adorava aquele gosto. Ela veio na minha boca, gemendo alto, se contorcendo, e eu tive que colocar a mão na boca dela pra abafar os sons.
Quando ela desceu do meu rosto, seus olhos tavam diferentes. Tipo vazios, tipo satisfeitos, tipo arrependidos. Ela se levantou, arrumou o vestido.
"Isso não vai mais acontecer," ela disse, mas a gente sabia que era mentira.
Eu ouvi Ricardo descendo as escadas com a mulher. Eles se despediram na porta, e depois tudo ficou silencioso. Bárbara saiu do escritório sem olhar pra mim, e eu fiquei ali, com a boca ainda molhada, sabendo que tinha cruzado uma linha que não tinha volta.
Quando Ricardo entrou no escritório procurando por mim, eu tava fingindo que tava verificando umas contas de trabalho. Ele não notou nada. Ele nunca notava nada. Mas quando Bárbara apareceu na porta, nossos olhos se encontraram de novo, e eu vi aquela mistura de culpa, desejo e raiva que ia nos perseguir pra sempre.
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