Oral e punheta não se nega a ninguém

  • agosto 9, 2022
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Era sexta feira no final da tarde, o trânsito já se aproximava do seu horário de pico, todos queriam ir embora para casa descansar ou para uma saidinha no final de semana. Era a última sexta do mês, ali eu entregava todas as minhas metas batidas das vendas mensais, mas estava cansada, a semana havia sido bem exaustiva. Minha prioridade era tomar um banho relaxante e descer para encontrar as meninas em um barzinho que ficava próximo de casa. Nem me apresentei, me chamo Mariana. Eu tinha acabado de passar pelo luto do rompimento do meu noivado e não estava me sentindo apta a me relacionar tão cedo, foram anos de dedicação naquela relação que eu pensei que fosse eterna em minha vida, mas felizmente ou infelizmente, não foi isso que aconteceu.

Eu e João rompemos devido à promoção que ele recebeu, tendo que se mudar de estado. De início conseguiríamos nos ver apenas umas duas vezes ao ano e eu não queria algo assim para um relacionamento a distância. Quando ele foi embora meu mundo desabou, nada mais fazia sentido, eu não tinha ânimo para sair de casa, só estava indo ao trabalho por obrigação, mas a minha vontade era ficar deitada o dia todo morrendo de saudade e chorando pelos cantos. Tudo isso doeu muito, acabei me fechando e esse era o primeiro dia que eu sairia de casa com as meninas novamente.

Assim que fiquei solteira elas me presentearam com vários modelos de vibradores, eram diversos em cores e tamanhos. Até então eu não me masturbava, depois virou vício, prefiro uma gozada bem dada com o meu vibrador do que com alguns homens frouxos que não dão conta do recado. Existe uma fase que difere bem a minha vida, o antes e depois do meu rompimento. O máximo que ultimamente rolava era uma chamada de vídeo com algum crush virtual, mas só ficava nisso. Me tornei muito exigente depois que conheci a minha autonomia de liberdade sexual, uma mulher que tem orgasmo sozinha fica bem mais exigente. Eu sentia falta de um oralzinho, tanto para ganhar quanto para dar, isso eu tinha saudades e queria inclusive receber um bem gostosinho. Quem sabe na minha primeira saidinha depois do rompimento eu não dava a sorte de gozar na boca de alguém? No fundo eu estava esperançosa por esse momento. Então vamos lá.

Mão boba me masturbando

Tomei o super banho que eu tanto queria, me vesti de forma provocativa, caprichei na maquiagem, passei o meu melhor perfume, aquela noite iria render, seria boa para minha diversão. Coloquei uma blusa de transparência com um sutiã de veludo por baixo, dando um ar erótico e sofisticado ao traje, uma saia longa com uma fenda lateral que deixava recair sobre minhas belas pernas torneadas o desejo noturno de uma boa lambida. Eu estava deslumbrante.

Cheguei ao bar antes das garotas, como de costume. Depois aos poucos, cada uma delas foram chegando. Entre sorrisos tímidos e gargalhadas eu vi entrando no bar um homem alto, de seus 40 anos aproximadamente, moreno, careca, com os braços tatuados e uma barba muito bem feita. Ao sorrir duas covinhas ficavam expostas por entre os pelos da barba, ele era lindo e interessante. Um ar de mistério cobria seus olhos. Ele se sentou em uma mesa um pouco distante, próximo a área externa do bar onde ficavam os fumantes. Uma das minhas amigas também se encantou com a beleza do homem, eu estava certa, ele realmente era alguém que chamava atenção. Entre idas e vindas de trocas de olhares em direção a ele eu resolvi tomar a iniciativa, pensei que ele estivesse retribuindo e quis me aproximar. Para ser sincera eu estava destreinada, mas valia o risco e o divertimento. Avisei as novinhas que levantaria da mesa e iria me sentar com aquele cara, elas duvidaram e eu me senti ainda mais estimulada para a tentativa de seduzir aquele homem. Levantei, fui até o banheiro e retirei a minha calcinha. Assim que eu me sentasse ao seu lado eu iria convencê-lo a me tocar através da fenda da minha saia, eu queria sua mão boba me masturbando em frente a todos naquele bar.

A calcinha que eu usava era linda, de veludo preto como o sutiã, o que destacava ainda mais minha pele branca perto daquela lingerie.

Saindo do banheiro eu fui em direção a sua mesa e comecei o meu jogo de sedução.

Primeiro eu me apresentei e depois perguntei se poderia sentar ali, ao lado dele. Não sei se por cortesia ou simpatia, mas ele puxou a cadeira me convidando a ficar. Frente a frente ele era ainda mais lindo e eu já senti o meu sangue sendo bombeando de maneira mais rápida e quente. Me apresentei, fui divertida e logo o papo começou a fluir de forma confortável. Minhas insinuações o deixava um pouco atordoado e isso aumentava o meu tesão. Comecei a insinuar várias coisas, fui passando a mão pelos seus braços, pegando nos seus dedos, fui seduzindo ele com o olhar, até que entre um gole e outro a minha mão já estava em sua coxa e depois foi parar no seu pau.

Caindo de boca no pauzão

Delicadamente comecei a acariciar a cabeça do seu pau que eu já sentia latejando sobre a calça, o seu desejo era claro, o meu também, éramos compatíveis naquele momento. O tesão invadia nossos corpos e se espalhava, queria sair dali e garantir o meu orgasmo, ele provavelmente queria o mesmo que eu.

Enquanto passava a mão por cima de sua calça eu ia percebendo a umidade do tecido, aquele pau já devia estar encharcado de tanto prazer. Ele foi aproximando suas mãos, passando seus dedos pelos meus cabelos e chegando ao meu rosto mais perto até poder me beijar. Nossos beijos eram quentes e demorados, minha mente viajava no que minha boca poderia fazer sobre o seu corpo. Aquele homem era muito atraente e sedutor, eu estava completamente alucinada de tesão. O convidei para ir ao estacionamento, eu queria trepar com ele dentro do meu carro.

Nossos beijos foram ficando cada vez mais quentes, as nossas mãos apertavam os nossos corpos e as pessoas ao redor já sabiam que iríamos transar feito dois animais sedentos de prazer.

Passei na mesa das meninas e me despedi, fomos ao estacionamento para finalizar a nossa pegação. A primeira coisa que eu fiz ao entrar no carro foi abrir o seu fecho e tirar o pau dele todo para fora. Primeiro eu peguei com cuidado, sua cabeça estava toda melada de tesão, fui esfregando as minhas mãos com delicadeza em um movimento contínuo de sobe e desce. Entre um beijo e outro enfim pude abrir as minhas pernas, deixando a fenda em cima da minha buceta que também estava completamente babada. O meu ar de dominadora estava me pedindo para apenas atiçar aquele homem, eu não queria ser penetrada de fato. O jogo da sedução seria deixá-lo louco, mas que ficássemos somente nas preliminares. Logo fui caindo de boca no seu pau, beijando suas bolas, engolindo seu cacete molhadinho, ele estava muito excitado, suas pernas tremiam, suas mãos suavam de pingar. Ele por sua vez também esfregava minha buceta e pedia para me fuder dentro do carro, eu disse não, sequer havia perguntado seu nome e de fato eu nem queria saber.

Fui sugando aquele cacete e babando nele por completo, engolindo tudo até o talo, batendo aquela punheta que o deixava gemendo dentro do estacionamento. Ao pé do seu ouvido eu falava milhares de putaria, ele estava prestes a gozar a qualquer momento.

O controle da situação era meu, o poder era meu, e tudo isso permaneceria sobre o meu domínio.

Comecei a gemer enquanto o chupava e ele foi chegando cada vez mais perto do clímax. Pedi a ele que gozasse dentro da minha boca, para que eu pudesse mamar o seu leitinho como uma gata no cio. Quanto mais eu gemia, mais ele se contorcia. Caprichei ainda mais na punhetinha, fui passando a ponta da minha língua sobre a sua glande até que ele gozou. Deu um suspiro fundo e gozou. Não desperdicei nenhuma gota do seu tesão e engoli tudinho. Depois de alguns minutos ajeitando roupa e cabelo nós nos despedimos, ele saiu do estacionamento e retornou para o bar, eu iria para casa usar um dos meus vibradores para finalizar o meu serviço.

A minha primeira saída após o término estava sendo boa, valeu a noite. Eu havia sido uma boa menina, afinal, oral e punheta não se nega a ninguém.


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