Primo metendo na cozinha enquanto a família não volta

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"Por que a gente não faz isso?" Júlio sussurrou isso no meu ouvido enquanto estávamos sozinhos na cozinha, a casa dos tios vazia naquele feriado prolongado. Eu gelei. Sabia exatamente o que ele queria dizer, porque o tesão entre a gente tinha ficado insuportável nos últimos meses, aquele tipo de coisa que você finge que não existe mas que queima por baixo toda vez que se veem.

Eu sou a Gislaine, tenho trinta e um anos, trabalho como gerente de projetos numa empresa de consultoria. Júlio, meu primo, tem trinta e três, é arquiteto. A gente cresceu junto, aquele tipo de primo que vira quase irmão, mas em algum momento do ano passado aquilo mudou. Começou com olhares que duravam mais do que deveriam, depois veio aquele abraço na festa onde ele encostou a mão na minha cintura por tempo demais. Eu tenho seios pequenos e duros, sempre usei isso a meu favor, mas com Júlio era diferente, era como se ele conseguisse ver além da roupa, e isso me deixava molhada só de pensar.

A gente estava de férias na casa dos tios, aquele tipo de reunião que a família cobra presença. Mas naquele dia específico, todo mundo tinha ido numa excursão, deixando a gente pra trás porque Júlio tinha dormido mal e eu tinha uma dor de cabeça que não passava. Mentira, claro. A gente tinha combinado isso tudo pelo WhatsApp dias antes, aquele tipo de conversa que você apaga depois pra não deixar rastro.

Meu coração disparou quando ele disse aquilo. Eu estava de costas pra ele, fingindo procurar algo na geladeira, e senti o corpo dele se aproximando. Meu corpo inteiro era um grito de sim, mas minha boca não conseguia soltar a palavra. Minhas coxas grossas tremiam dentro do short que eu tinha escolhido especialmente pra esse dia, aquele que marca bem a forma do meu bumbum. Eu sabia que ele tinha visto.

Virei pra encará-lo. Júlio tem esse rosto meio quadrado, barba por fazer, olho que te devora inteiro. Ele estava de bermuda jeans e camiseta branca, e eu conseguia ver a silhueta do pau dele já marcando no tecido. Engoli seco. Meu clitóris começou a pulsar só de ver aquilo.

"A gente não deveria", falei, mas já estava caminhando em sua direção.

Ele riu baixo, aquele riso que me deixa completamente molhada. "A gente sabe que deveria, mas não vai." Estendeu a mão e tocou meu rosto, o polegar passando na minha bochecha. Eu fechei os olhos. Quando abri, ele estava beijando meu pescoço, aquele lugar que me faz perder a cabeça. Seu hálito era quente, e eu sentia a barba dele roçando minha pele, aquele atrito que deixa tudo mais intenso.

Meu corpo se pressionou contra o dele, e foi como se todos aqueles meses de contenção explodem de uma vez. Ele colocou uma mão na minha cintura, a outra na minha nuca, e me beijou na boca de um jeito que não tinha volta. Seu beijo era profundo, desesperado, e eu correspondi com a mesma intensidade, minha língua encontrando a dele, nossos dentes batendo um no outro. Meu pau batia contra meu ventre, e eu queria sentir aquilo dentro de mim naquele exato momento.

Júlio me empurrou contra a pia da cozinha, suas mãos descendo pra meu bumbum, apertando com força. Eu gemi contra seus lábios. Ele levantou meu short, deixando minha bunda à mostra, e começou a beijar meu pescoço, depois meu ombro, depois desceu pra meu peito. Puxei a camiseta pra cima, revelando meus seios pequenos e duros, aqueles mamilos rosados que ficam pontudos quando estou excitada. Ele os beijou, um depois do outro, sua língua circulando ao redor de cada um, e eu sentia como se estivesse derretendo.

"Puta, você é gostosa demais", ele murmurou contra meu peito. Aquela palavra saída de sua boca, aquele tom sujo, me deixou ainda mais molhada. Minha buceta inchada latejava dentro da calcinha, pedindo atenção.

Ele tirou minha calcinha pra um lado, seus dedos encontrando minha entrada. Eu estava babada, meus sucos escorrendo na mão dele. Júlio meteu dois dedos dentro de mim, e eu gritei baixo, mordendo seu ombro pra não fazer barulho demais. Seus dedos se moviam rápido, em um ritmo que me deixava ofegante, enquanto seu polegar encontrava meu clitóris inchado e começava a fazer círculos.

"Você quer meu pau, não quer?", perguntou, sua voz áspera no meu ouvido.

"Quero", respondi, minha voz um sussurro rouco. "Quero muito."

Ele tirou os dedos de dentro de mim e começou a abrir sua bermuda. Seu pau saiu da cueca, e meu Deus, era gordo, tinha umas veias salientes que pulsavam. Ele era longo também, aquele tipo de pau que você sabe que vai doer de um jeito bom. Eu o peguei na mão, sentindo o peso dele, aquela textura quente e dura. Comecei a bater uma punheta nele, meu polegar passando na glande, e senti um gotejamento de pré-gozo escorrer na minha palma.

Júlio colocou as mãos em meu rosto, me beijando com urgência enquanto eu continuava a trabalhar seu pau. Depois me virou, me dobrando sobre a pia, meu bumbum empinado pra ele. Eu sentia o comprimento dele esfregando entre minhas coxas grossas, e aquilo era uma tortura. Ele posicionou a glande na entrada de minha buceta e empurrou, lentamente no começo, deixando eu me acostumar com aquele tamanho.

Gritei, não consegui me segurar. Era muito bom demais, aquela sensação de estar sendo preenchida por ele, aquele pau que conhecia cada curva de meu interior. Júlio começou a se mover, seus movimentos lentos e profundos, e eu podia sentir cada veia daquele pau escorregando dentro de mim. Minhas paredes vaginais o apertavam, e ele gemeu, aquele som grave que saía de sua garganta.

"Puta, que buceta apertada", ele murmurou, suas mãos agarrando meu bumbum com força, deixando marcas. Ele aumentou o ritmo, e o som de nossos corpos batendo um contra o outro ecoava na cozinha vazia. Meu peito pequeno e duro balançava com cada investida, e eu podia ver nosso reflexo no vidro da janela, aquela imagem pecaminosa nos deixando ainda mais excitados.

Júlio tirou seu pau de dentro de mim e o colocou entre minhas coxas grossas, o friccionando entre elas enquanto segurava meu bumbum aberto. Aquela sensação era diferente, mais intensa, porque eu podia sentir a umidade de minha própria buceta facilitando o movimento. Ele gritou baixo, seu pau pulsando entre minhas coxas, e senti o pré-gozo escorrer sobre minha pele.

Coloquei a mão entre minhas pernas e comecei a masturbar meu clitóris enquanto ele continuava a se mover entre minhas coxas. A combinação daquilo era demais, meu corpo começou a tremer, aquela sensação de prazer crescendo, crescendo, até que explodir em um orgasmo que me deixou sem fôlego. Eu gritei seu nome baixo, meu corpo se contraindo, meus sucos escorrendo pelas minhas coxas.

"Quer meu pau de novo?", perguntou, sua respiração acelerada.

"Quero", respondi, minha voz ainda tremendo do orgasmo anterior.

Ele meteu seu pau de volta dentro de mim, dessa vez com mais força, mais urgência. Eu estava sensível demais, cada movimento mandando ondas de prazer e dor pelo meu corpo. Júlio me beijava o pescoço, suas mãos apertando meus peitos pequenos, seus dedos beliscando meus mamilos. Eu gritava contra a pia, minhas unhas arranhando o aço inoxidável.

"Você é minha prima, puta", ele sussurrou no meu ouvido, aquelas palavras sujas que me deixavam ainda mais molhada. "Minha prima gostosa, bucetuda, que quer meu pau toda vez."

"Sou", respondi, minha voz um gemido. "Sou sua prima gostosa, e quero seu pau todo dia."

Ele aumentou ainda mais o ritmo, seus movimentos ficando erráticos, e eu sabia que estava perto. Tirou seu pau de dentro de mim de repente, e começou a bater uma punheta, sua respiração ficando cada vez mais pesada. Eu virei pra ficar de joelhos na sua frente, abrindo minha boca. Ele gritou baixo, seu corpo se tensionando, e começou a gozar. Sua porra saiu quente e grossa, preenchendo minha boca, escorrendo no meu rosto, alguns fios caindo no meu peito pequeno e duro.

Engoli o que consegui, deixando o resto escorrer, lambendo seus lábios pra provar aquele gosto salgado e amargo. Júlio me puxou pra cima, me beijando com desespero, sua língua limpando os rastros de sua própria gozada do meu rosto e da minha boca.

Ficamos ali parados por um tempo, respirando pesado, nossos corpos ainda colados um no outro. A culpa começou a bater quando a realidade voltou, aquela sensação horrível de saber que fizemos algo que não devíamos. Mas ao mesmo tempo, aquele tesão ainda queimava em minhas veias, aquela vontade de repetir aquilo assim que possível.

"A gente não deveria ter feito isso", falei, mas minha mão ainda estava acariciando seu pau, que já começava a ficar duro de novo.

Júlio sorriu, aquele sorriso que me deixa maluca. "Mas a gente fez. E vai fazer de novo."

Ele tinha razão. Enquanto a gente se vestia rapidinho, ouvindo o som de um carro chegando na garagem, eu já estava pensando na próxima oportunidade. Meu corpo ainda pulsava de prazer, minha buceta ainda latejava, meu clitóris ainda inchado querendo mais. A culpa era gostosa demais, aquela sensação de ter feito algo proibido com alguém que deveria ser apenas meu primo. Mas naquele momento, enquanto nossos olhares se cruzavam por um segundo antes de nos separarmos, eu sabia que aquilo tinha apenas começado.

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