Tia da bunda grande me chupando na espreguiçadeira

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"Porra, Zilda, você viu como aquele cara te olhou na piscina?" Eu solto isso rindo, deitado na espreguiçadeira, cerveja morna na mão. A tia está enxugando o cabelo molhado com uma toalha, e a bunda grande dela, mole e redonda, fica demarcada naquele biquíni amarelo que ela insistiu em trazer para a chácara. Tem uns vinte anos que não nos víamos. Ela se mudou, casou, se divorciou, voltou. Agora estava ali, hospedada na casa de praia da família por uma semana, e eu tinha tirado uns dias do trabalho pra estar perto. Ninguém imaginaria o que estava rolando na minha cabeça desde que ela desceu do carro.

Zilda soltou uma gargalhada gostosa, aquela que eu lembrava de quando era moleque e ela vinha nas reuniões de família. Mas agora era diferente. Agora ela tinha quarenta e poucos, corpo que não caía, peito pequeno mas durão marcado na blusa, e aquele jeito solto de se mover, sem se importar com ninguém. Divorciada, ela disse. Sem compromisso. Sem culpa.

"Diogo, que isso, meu filho. Você fica observando os outros? Deveria estar curtindo a sua própria vida." Ela jogou a toalha no ombro e veio na minha direção, puxando uma cadeira. O pé descalço dela tocou na minha perna quando ela sentou. Não foi acidente.

Fiz que não percebi, mas o pau começou a inchar dentro do shorts.

A Noite

Depois do jantar, a mãe e meu pai foram dormir cedo. Zilda ficou na sala, com um vinho na mão, assistindo alguma série no notebook. Eu estava no quarto ao lado, porta aberta, fingindo ler. Conseguia ver ela de lá, o peito pequeno mas musculoso se movimentando quando ela respirava fundo, as coxas grossas cruzadas na poltrona.

Desci de novo. "Não consegui dormir. Quer companhia?"

Ela sorriu. Conhecia aquele sorriso. "Claro. Senta aqui."

Senti o corpo inteiro queimar. Sentei no braço da poltrona, perto demais. Zilda não se afastou. Continuou vendo a série, mas sua mão encontrou minha coxa. Começou a acariciar, devagar, como quem não está fazendo nada de errado.

"Você cresceu, hein, Diogo. Virou um homem mesmo." A voz dela saiu diferente. Mais pesada.

"Tia…" Comecei, mas ela me interrompeu.

"Sem tia agora. Só Zilda. Aqui dentro, ninguém desconfia de nada." Ela virou pra mim, e os olhos dela tinham aquela coisa que faz o pau ficar duro na hora. "Você quer?"

Não respondi com palavras. Minha boca encontrou a dela, e o gosto de vinho misturado com saliva quente foi a melhor coisa que eu tinha sentido em anos. Ela me puxou pra cima dela, e senti o peito pequeno e duro contra meu peitoral peludo. Zilda gemeu baixo, aquele gemido que provavelmente ela guardava há tempos.

Ela se levantou, me pegando pela mão. "Vem. Não é aqui."

A gente subiu pra o quarto de hóspedes dela. Porta fechada. Mundo diferente.

Dentro

Ela tirou o vestido num movimento só. Sem calcinha. A buceta dela estava já um pouco inchada, rosada, com aquele brilho de quem estava lubrificando sozinha há tempos. Eu simplesmente parei, olhando. A bunda grande e mole dela contrastava com as coxas grossas e firmes. Peito pequeno, mas com os mamilos duros, apontando pra mim.

"Para de me olhar assim e vem meter em mim, meu filho." Ela falou isso deitada na cama, as pernas abertas, os dedos já tocando a buceta. "Anda, não tenho paciência."

Tirei o shorts. Meu pau grosso e comprido ficou em pé, as veias marcadas, o saco pesado caindo. Ela puxou meu pau com a mão, apertando, testando. Depois meteu na boca. Zilda chupava como quem tinha pressa, como quem tinha saudade. A língua dela tocava aquele ponto que faz o corpo inteiro tremeluzir, e eu tinha que me controlar pra não gozar ali mesmo.

"Deita aqui." Ela se posicionou embaixo de mim, a bunda grande dela levantada, o cuzinho rosinha e apertado aparecendo quando ela se mexia. A buceta estava babada, inchada, pronta. Eu entrei devagar, sentindo cada centímetro dela me engolir. Porra, era apertado. Era quente. Era tudo que eu não deveria estar sentindo e tudo que eu queria sentir pra sempre.

"Vai, filho, fode mesmo. Não precisa ter dó." Ela falava sujo, e isso só deixava tudo mais intenso. Comecei a meter com força, ouvindo o som molhado da buceta dela recebendo meu pau grosso. A bunda dela rebolia contra meu quadril, e eu passava a mão na cinturinha dela, apertando, puxando pra mais perto.

Zilda apertava a buceta quando eu metia fundo, e aquele aperto quase me fazia gozar na hora. Ela gemia baixo, aquele gemido que tinha que ser quietinho porque qualquer barulho mais alto e alguém acordava.

"Vira, vira pra mim." Eu puxei ela pra cima de mim, e ela sentou no meu pau, rebaixando devagar. Aquela bunda grande e mole descendo em câmera lenta, me engolindo todo. Zilda jogou a cabeça pra trás, os peitos pequenos e duros balançando com cada movimento. Ela colocou as mãos no meu peito peludo, se apoiando, e começou a rebolar em cima de mim, movendo a bunda de um jeito que fazia meu pau roçar em cada ponto certo dentro dela.

"Ah, Diogo, que gostoso." Ela sussurrava isso no meu ouvido, e eu sentia a respiração quente dela. "Quanto tempo eu imaginei isso. Desde que você virou homem, eu queria meter você dentro de mim."

Ouvir isso foi quase demais. Virei ela de novo, botando a buceta dela de frente pra mim. Enfiei meu pau até o fundo, e comecei a foder com tudo que eu tinha. Zilda enterrou as unhas nas minhas costas, gemendo um pouco mais alto agora, porque o balanço dela contra a cama fazia mais barulho e ela não conseguia se controlar.

Eu sentia o clitóris inchado dela batendo contra meu púbis a cada estocada. A buceta dela estava encharcada, babada, fazendo aquele som que deixa qualquer homem louco. Meu saco pesado batia contra o cuzinho apertado dela, e eu queria ficar ali dentro pra sempre.

"Vira, senta no meu rosto." Ela me pediu isso ofegante, e eu obedeci. Zilda desceu com a buceta direto na minha boca, e eu comecei a chupar, a língua entrando fundo, provando aquele gosto que era só dela. Ela segurava minha cabeça com as mãos, rebaixando mais, gritando baixo enquanto eu chupava o clitóris inchado dela, aquela bucheta babada se mexendo contra meu rosto.

Depois ela voltou a montar. Dessa vez, ela guiou meu pau pro cuzinho apertado dela. Entrei devagar, porque aquele cu rosinha e apertado quase não abria. Mas Zilda respirou fundo e desceu, sentando no meu pau até o fundo do cuzinho. Ela começou a rebolar, aquela bunda grande e mole balançando em cima de mim, e o aperto do cuzinho dela era tão bom que eu mal conseguia respirar.

"Foda meu cu, filho. Foda com tudo." Ela falava sujo, mexendo a bunda em círculos, e aquilo era demais. Comecei a meter com força, ouvindo o som da bunda dela batendo contra meu quadril. Zilda gemia, apertava o lençol, e eu continuava metendo, cada estocada mais profunda, mais violenta.

Senti a gozada chegando. Meu pau começou a pulsar dentro daquele cuzinho apertado, e Zilda sentiu, porque ela começou a rebolar mais rápido, se tocando enquanto eu metia.

"Goza, filho. Goza dentro de mim. Enche meu cu de porra."

Eu gozei. Porra quente saindo com força, preenchendo aquele cuzinho rosinha e apertado. Zilda gozou junto, o corpo inteiro tremendo, a bunda rebaixando até o fundo enquanto meu pau pulsava dentro dela. Ela gritou baixo, aquele grito que tinha que ser silencioso porque a casa inteira poderia acordar.

A gente ficou ali, respirando pesado, meu pau ainda dentro do cuzinho dela, a porra escorrendo lentamente.

Depois de alguns minutos, ela se levantou e foi pro banheiro. Eu fiquei na cama, olhando pro teto, sabendo que tinha atravessado uma linha que não tinha volta. Zilda voltou, se deitou do meu lado, a cabeça no meu peito peludo, a mão tocando meu saco pesado que ainda estava inchado.

"Amanhã a gente faz de novo?" Ela perguntou isso como quem pede um copo d'água.

Antes que eu respondesse, ouvi um barulho lá fora. Passos no corredor. Zilda se levantou rápido, se cobrindo com o lençol. A porta do quarto de hóspedes tinha uma fresta, e pela abertura, vi meu primo passando pro banheiro. Ele não entrou. Mas aquele momento de pânico me acordou de verdade.

"Você precisa ir." Zilda sussurrou isso, mas a mão dela ainda apertava meu braço.

Sai do quarto, voltei pro meu, e passei o resto da noite acordado, ouvindo cada barulho da casa, sentindo ainda o gosto dela na boca, aquela bunda grande e mole rebaixando em cima de mim, o cuzinho apertado pulsando quando ela gozava.

No café da manhã, Zilda estava lá como se nada tivesse acontecido. Mas quando ninguém estava vendo, ela me olhava daquele jeito. E eu sabia que amanhã, quando a noite chegasse, a gente ia fazer tudo de novo. E talvez mais uma vez depois disso. E outra. Até que alguém descobrisse, ou até que ela tivesse que ir embora. Mas por enquanto, aquele segredo quente, aquele risco constante de ser descoberto, fazia cada momento ser mais intenso do que qualquer coisa que eu já tinha vivido.

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