Você já parou pra pensar no quanto a gente consegue ouvir através de uma parede fina de apartamento? Pois é. Eu morava ali há três anos, e a vizinha do lado muda de dia pro outro. Solange, mulher de uns quarenta e poucos, recém-divorciada, com aquele ar de quem tá redescubrindo a vida depois de uma longa seca. Ela tinha uns peitos fartos, meio caídos mas ainda suculentos, e uma bunda que preenchia qualquer calça que ela usasse. Rosto bonito, porém com linhas de quem já chorou bastante.
A obra começou numa terça. Barulho de broca desde cedo. Eu tava deitado ainda quando ouvi marretadas na parede. Levantei irritado, mas logo percebi que não era obra no meu apto, era no dela. Algum cara metendo as mãos nas coisas lá dentro.
Fui trabalhar e esqueci do assunto. Voltei à noite, cansado, e passei pela porta dela. Ouvi música alta, riso feminino. Fiz meu jogo normal: pizza, série, cama.
No fim de semana, lá pelas dez da manhã, bati na porta dela. Precisava avisar sobre o barulho, porque tinha gente ali fazendo obra sem avisar aos vizinhos. Solange abriu de roupão, cabelo molhado, e me deixou de boca aberta por alguns segundos a mais que o normal. Os peitos dela se mexiam dentro do tecido frouxo quando ela respirava. A cintura fininha contrastava com a bunda generosa que a gente podia notar pelo desenho do roupão.
"Desculpa o barulho", disse ela, com um sorriso que não era de quem tava realmente arrependida. "Tô refazendo o quarto. Meu ex deixou tudo um breu por aqui."
Entreguei a informação e voltei pra casa. Mas durante os dias que se seguiram, as coisas ficaram estranhas. Solange começou a deixar a janela do quarto dela aberta quando eu tava na minha sala. Eu a via passando pela cortina, às vezes só de sutiã, rebaixando a calça pra se trocar. Uma vez ela me olhou direto nos olhos enquanto abria o roupão pra pegar uma camiseta.
Não era coincidência. Nenhuma mulher faz isso por acaso.
Comecei a ficar acordado mais cedo, inventando desculpas pra estar na sala. Meu pau ficava duro só de ouvir os passos dela do outro lado da parede. Ela pisava, e eu sabia exatamente onde ela estava. O barulho do chuveiro dela ressoava na minha cozinha. Conseguia ouvi-la cantarolando, e meu pau pulava dentro da calça.
Uma noite, por volta das onze, toquei a campanhia. Ela abriu em menos de trinta segundos. Dessa vez só de calcinha e sutiã preto. Os seios estavam maiores que de costume, os mamilos marcados contra o tecido. Eu tinha pau pra cabeça.
"Oi, Vinícius", ela disse, como se já soubesse meu nome. E soubesse mesmo, porque uma vez ela me chamou de trás quando eu tava entrando no prédio.
"Tá acordada tarde", murmurei, piscando pra cena que ela tava oferecendo.
"Demais", respondeu, abrindo a porta mais ampla. "Quer entrar?"
Não pensei duas vezes. Entrei. Ela fechou a porta e encostou as costas nela. A buceta dela estava marcada na calcinha branca, um desenho úmido bem no meio do tecido. Eu podia ver as lábias salientes mesmo com a roupa, aquela buceta gorda e inchada.
"Faz quanto tempo que você fica parado na sua sala me observando pela janela?", perguntou, com a voz rouca.
"Desde que você começou a deixar a cortina aberta", respondi.
Ela riu, aquele riso que eu ouvia através da parede, e subiu a mão pro meu pescoço. Beijou meu queixo, depois minha boca. Seu hálito tinha gosto de vinho branco e menta. Os seios dela pressionavam contra meu peito, e eu sentia os mamilos endurecidos mesmo com as duas roupas nos separando.
Levei ela pro quarto. A cama dela era de ferro, grande, e fez um barulho seco quando ela caiu de costas. Os peitos balançaram, redondos e pesados. Eu tava com a rola tão dura que doia. Meu pau era comprido, gordo, com aquelas veias grandes marcadas na pele, e a cabeça era larga, rosa escuro.
Tirei a roupa tudo de uma vez. Solange gemeu baixo só de me ver nu. Abaixou a calcinha e levantou os seios pra fora do sutiã. A buceta dela era uma delícia, inchada, as lábias rosadas saindo de dentro, o clitóris ereto como um botão pequeno e suculento.
"Vem aqui", ela sussurrou, espalhando as coxas. As coxas dela eram grossas, com celulite discreta, e a pele tinha aquele brilho de quem tá arfando.
Coloquei meu pau na entrada da buceta dela e senti a umidade transbordando. Ela tava tão molhada que meu pau entrou nos primeiros três dedos de uma vez. Solange gritou, mas tampou a própria boca.
"A gente precisa ser quieto", sussurrou, rindo do absurdo da situação. "Os vizinhos."
Comecei a meter lentamente, sentindo as paredes da buceta dela envolvendo meu pau em ondas de calor. Ela tava tão greluda que conseguia sentir cada veia do meu pau. Solange fechou os olhos e mordeu o lábio inferior, segurando os gemidos.
Aumentei o ritmo. A cama começou a fazer barulho ritmado, aquele som de molas esticando e relaxando. Peguei os peitos dela, que balançavam conforme eu metia. Os mamilos estavam duros demais, e eu succionei um enquanto continuava fodendo. Ela ofegava, a respiração curta e acelerada.
"Assim, assim, mais assim", ela sussurrava, segurando meu bumbum pra me puxar pra dentro.
Virei ela de boca pra baixo. A bunda dela ficou pra cima, arredondada, com aquela cor levemente avermelhada de tanta gordura acumulada. Enfiei meu pau de novo, dessa vez penetrando fundo. Solange enterrou o rosto no travesseiro.
Comecei a meter com força, meu saco batendo contra a buceta dela, fazendo aquele barulho molhado e indiscreto. Ela tava arreganhada, abrindo as pernas o máximo que conseguia. Seu cu rosinha piscava pra mim. Passei o dedo lá, e ela gemeu alto demais, depois abafou a boca.
"Meu cu, meu cu", ela pediu, quase desesperada.
Tirei meu pau da buceta e encostei na entrada do cu dela. Ela respirou fundo e relaxou. Comecei a entrar devagar, muito devagar, porque o cu dela era apertado demais. Podia sentir o esfincter apertando meu pau, e isso quase me fez gozar ali mesmo.
Uma vez que entrei todo, comecei a meter no ritmo, e Solange tava com a mão entre as pernas, se tocando, se masturbando enquanto eu fodía seu cu. Seus dedos desapareciam dentro da buceta inchada, e eu conseguia sentir o movimento através da fina parede de pele que separava o cu da buceta.
Ela começou a gozar, tremendo inteira, seus gritos abafados pelo travesseiro. Pude sentir o cu dela contraindo ao meu redor, e isso foi o bastante. Gozei fundo no cu dela, derramando toda a porra dentro, enquanto ela continuava tremendo.
Ficamos deitados ali, respirando pesado, suados. Solange se virou e me beijou, lentamente dessa vez, como se tivéssemos todo o tempo do mundo.
"Amanhã à noite?", perguntou.
Eu sabia que não ia resistir. Sabia que ia bater na porta dela de novo, que ia subir na cama dela de novo, que ia enfiar meu pau naquela buceta gorda e naquele cu apertado de novo.
Levantei, coloquei a roupa de volta, e sai do apto dela. Passei pela parede fina e entrei no meu. Solange já estava na cozinha dela, ouvi a geladeira abrir. Depois, ela subiu pro quarto, e eu ouvi cada passo.
Naquela noite, não consegui dormir. Meu pau latejava, meu corpo inteiro queimava. Pensei em como ela tava do outro lado da parede, provavelmente pensando em mim também, talvez se tocando de novo, talvez arrependida, talvez desejando que eu voltasse.
Levantei da cama. Fui até a janela e olhei pra janela dela. Nada. Voltei pro quarto, deitei, e fiquei contando as horas até poder bater na porta dela de novo.
Mas antes que conseguisse pegar no sono, meu celular vibrou. Uma mensagem de um número desconhecido: "A câmera de segurança do corredor capturou tudo. Temos vídeo nosso saindo do seu apto. Você quer que eu delete ou prefere que eu mostre pro síndico?"
Meu coração disparou. Sentei na cama, lendo a mensagem de novo e de novo. Era de um número que não reconhecia. Tentei ligar, mas ninguém atendeu.
Levantei, coloquei uma roupa de qualquer jeito, e desci pro corredor. A câmera estava ali, discreta, apontada pra porta do elevador. Subi de novo, com os joelhos fraquejando, e bati na porta de Solange.
Ela abriu, dessa vez completamente nua. Os peitos balançando, a buceta ainda úmida, brilhando sob a luz do corredor.
"Recebi uma mensagem", murmurei. "Alguém tem um vídeo nosso."
Solange sorriu. Aquele sorriso que eu tava começando a reconhecer como o sorriso de quem sabe exatamente o que tá fazendo.
"Era eu", confessou. "Criei um perfil anônimo. Queria ter certeza de que você ia querer voltar. E agora você vai querer. Porque se você não voltar, eu vou mandar esse vídeo pro síndico, pro seu trabalho, pro seu email, pra todo mundo que eu conseguir encontrar."
Peguei no peito dela e empurrei pra dentro do apto. Fechei a porta com o pé.
"Então você quer ser meu brinquedo particular?", perguntei, segurando a mandíbula dela.
"Eu quero ser sua puta", respondeu, sorrindo. "Mas só minha. E você não sai daqui sem prometer que vai vir todo dia."
Meu pau já tava duro de novo. Ela ajoelhou na minha frente e começou a chupar. Meu pau desaparecia na boca dela, a cabeça larga invadindo a garganta, fazendo ela engasgar. Ela gozava com meu pau na boca, e eu gozava sabendo que tinha sido armado, que ela me tinha manipulado, e que ia voltar amanhã de novo, e no dia depois, e no dia depois daquele.
Porque a verdade era que eu tinha caído na armadilha dela propositalmente. Porque desde o primeiro dia em que ela abriu a cortina, eu sabia que aquilo ia dar merda. E eu queria que desse.
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