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Esposa Fogosa traindo marido corno no escritório

  • abril 15, 2019
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– Olá Leonardo está confirmado para quarta-feira? Vou te esperar na hora do almoço no meu escritório, ainda tenho teu gosto em minha boca.

Recebi a mensagem de texto inesperada na terça-feira, desde o dia do primeiro boquete haviam passado cinco, sem que a gente se falasse. Depois que ela tinha chupado bem meu pau, lambeu tudo e deixou ele bem limpo, a gente tinha ido ao banheiro para lavar-se, eu tinha secado o cacete com sua toalha de rosto e, em seguida, dispensei ela com uma palmada e um “gostosa”, e desde então a gente não tinha se falado mais.

Eu não queria ser o primeiro a entrar em contato, ele tinha que ser minha escrava sexual, por isso tinha que ser ela a se dobrar, se não era assim eu ia deixar para lá.

– Olá Verena, amanhã eu venho para seu escritório, quero encontrar você nua e completamente depilada, antes vamos discutir de trabalho – respondi à mensagem de texto.

Havia muitos erros em suas fichas de avaliação, então eu decidi de puni-la como ela merecia. – Tudo bem, Leonardo, até amanhã, beijos – ela respondeu.

No dia seguinte, tomei um longo banho em que eu tentei em vão de fazer baixar o meu pau que já estava duro pelo tesão, em seguida, optei por jeans e um belo cinto de couro grosso.

Quando cheguei em seu escritório toquei a campainha:

– quem é?

– Sou eu Verena

– Ok, pode subir, vou te esperar na minha sala, deixo a porta aberta – Subi as escadas e entrei no ingresso do seu escritório, em seguida, entrei na porta entreaberta da sala dela.

Quando eu abri a porta ela estava sentada em sua cadeira giratória, pernas abertas, completamente nua, exceto por sapatos com saltos altos aos pés. Apenas uma pequena lanugem tinha permanecido ao redor da sua bucetinha, o resto estava completamente sem pêlos. Os seios dela eram pequenos, mas pareciam muito firme e não caiam para baixo, talvez era melhor que seu peito não fosse muito grande. Ela olhou para mim, sorrindo maliciosamente e disse: está bem vestida assim?

– Perfeito – eu respondi pegando sua mão – agora levante-se e deixe-se olhar melhor.

Ela se levantou e fez como um passo de lap dance com a mão para se mostrar completamente

– Você é muito gata mesmo, meu pau já está duro feito pedra!

Sua mão foi imediatamente para meu cacete para ver se eu estava dizendo a verdade, então com minha mão direita agarrei a bunda dela, nua, e puxei-a com força para mim, enquanto com a mão esquerda agarrava seu pescoço e beijava-a na boca com força.

Ela me beijou com voracidade e, entretanto, esfregando seu corpo nu contra minha calça e minha camisa. Da bunda meus dedos deslizaram para sua buceta e fiquei surpreso ao encontrá-la molhado – já está animada, gostosa? – Eu perguntei, olhando-a nos olhos, encontrando no rosto dela um desejo de transar que me eloquecia.

Sim, eu estou animada, não aguento mais, me fode, coloca aquele pau dentro de mim! – Disse, começando a se atrapalhar com o meu cinto para abrir minhas calças.

– Ah, não – eu parei ela bloqueando-lhe a mão – se você quiser que te foda como uma vaca no seu escritório, você tem que me pedir abertamente, usando termos mais diretos, como os que eu uso.

Ela mostrou a língua e começou a lamber meu pescoço.

– Você está certo, eu sou uma puta que quer ser penetrada por seu pênis, foda-me em cima da mesa.
Enquanto ela falava isso, esfregava furiosamente sua xoxota sobre minha perna, então eu continuei beijá-la e para ir junto com seu movimento agarrei sua bunda com as duas mãos.

– Embora Verena, vamos lá, eu quero que você goze como uma vagabunda, nua em meus braços e com saltos aos pés.

A partir de agora você vai se vestir como eu digo e você vai fazer o que eu mando.

– Siiim!

– Muito bem sua puta, me fala quanto você se sente uma cadela a ficar nua no seu escritório.

– Sim, me sinto muito puta, uma vagabunda!

– Imagino você enquanto se estava depilando, já estava louca pensando nas estocadas do meu pau, não é vagabunda!

– Simmm! ela gritou gozando e me agarrando pelo pescoço.

Deixou-se cair na cadeira giratória, satisfeita e molhada, enquanto eu observava minhas calças.

– Parece que você babava em mim – eu disse – você gozou como uma fonte, você é um porco grande – ela sorriu e acenou com a cabeça.
Tudo bem, e agora vamos trabalhar, levante-se e deixe-me sentar.

Ela obedeceu e fez dois passos em direcção à porta.

Então eu comecei a mostrar seu trabalho, às vezes acariciando suas coxas e batendo-lhe nas nádegas, enquanto ela ocasionalmente apoiava sua mão na minha enorme ereção apalpando meu cacete. Quando eu percebi que ela estava voltando a ficar animada, comecei a apontar seus erros repetidos na documentação que ela tinha feito.

Obviamente, quando eu explicava como fazer, você estava pensando mais para meu caralho e estava imaginando-lo em sua boca em vez de ficar a pensar sobre o que estava explicando para você, hein cadela? – Eu disse a ela autoritário.

– Sim, você está certo – admitiu ela com uma voz quebrada pela emoção.

– Estou certo? Fala!

– Você tem razão, em vez de prestar atenção para você estava pensando em seu pau.

Enquanto isso, minha mão escorregou entre suas coxas – e por quê?

– Porque eu sou uma vagabunda

– Então agora que você errou por causa da sua ganância o que você merece por punição? – Eu afundei a mão estimulando o clitóris.

– Mmmhhhh o que você prefere, como você quer me punir – ela falou com um sussurro, enquanto fechava os olhos e erguia a cabeça sonhadora.

– Você merece uma boa palmada na bunda!

– Mereço.

– Ok, ajoelhe-se e tire o meu cinto, e, em seguida, incline-se com seu torso sobre a mesa.

Ele se jogou no chão e começou a abrir o cinto, afundando os dentes de vez em quando no bojo da minha calça, quando ela terminou, me entregou meu cinto e apoiou a barriga na mesa, levantando sua bunda nua e submissa. Comecei a dar chicotadas, embora não tão forte para não deixar marcas, ela gemia de prazer com cada golpe.

– De agora em diante, toda vez que você fazer algum erro, vai receber uma boa palmada.

– mmmmmmh, siiim!

– e de agora em diante você será minha escrava, eu quero ouvir você dizer isso.

– Sim, eu sou sua escrava – ela disse, voltando-se e olhando para mim.

Dei para ela seu telefone.

– Ligue para seu marido

– o quê?

– Não faça perguntas, chame seu marido e fale com ele enquanto você está nua de saltos com barriga em sua mesa para receber chicotadas na bunda.

– Tudo bem – disse ela, e chamou o marido.

Enquanto isso parei de dar chicotadas para não ouvir o som dos golpes no telefone, baixei calças e cuecas, liberando meu pau agora enorme, e começei a dar-lhe chicotadas na bunda com meu cacete.
Ela falava com o marido em um tom perfeitamente natural, e, depois de um pouco de tempo eu parei, fiquei parado, até que ela começou a esfregar suas nádegas contra meu pau.
Vendo aquela bunda deliciosa listrada de vermelho pelas chicotadas não aguentei mais e, encontrando sua gostosa boceta molhada, afundei meu cacete nela que entrou como em manteiga.

– Ohhhhh, como? Nada, nada, agora eu devo te deixar, a gente se vê hoje à noite – ela disse terminando a ligação, enquanto eu começava a fodê-la com estocadas mais e mais fortes.

Tirei minha gravata e passei-la ao redor do seu pescoço, puxando-a como com um colar – uma verdadeira cadela, vou te foder como uma cadela.

– Siiiim, foda-me bem gostoso!

– Eu quero você sempre assim, com fome de pau e vestida como uma puta, pronta para servir-me e tomar meu pau em qualquer lugar.

– Sim, eu vou ser sua puta privada.

Estava quase para gozar e então saí dela, a peguei, levantei e fiz sentar em cima da mesa, começando a fodê-la de frente.

– Simmm, gostoso! Ela gritou e com minha surpresa gozou profusamente. Era claro que ela era uma verdadeira puta.

– Eu vou gozar também! Onde você quer que goze?

Ela respondeu sem hesitação: goze em minha boca!


Saí dela, ela se ajoelhou engolindo meu pau e começou a chupá-lo com desejo, até quando enchi sua boca de porra….

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