Minha primeira transa com uma mulher

  • maio 21, 2020
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A conheci quando ainda estava namorando um rapaz, na academia da qual eu trabalhava quando ela foi fazer sua matrícula.

Desde o primeiro instante ela me despertou muita atração e interesse; lésbica assumida, muito estilosa e educada, pele clara e cabelos pretos (corte e estilo masculino) e o seu sorriso foi fatal. Na época então, ambas éramos comprometidas, por esta razão a gente se tratava sempre com cordialidade, ela sempre muito educada e gentil. Não ficou muito tempo na academia e sumiu por um tempo. Depois de uns 3 meses ela retornou e desta vez nós duas estávamos solteiras.

Eu tive interesse nela desse A primeira vez que a vi, mas como sou tímida e discreta nunca deixei transparecer.

Ela estava presente todos os dias, passamos a conversar com mais frequência e eu percebia que ela ficava nervosa quando estávamos a sós, percebia que era gentil em excesso comigo e que sempre olhava para minha boca, e aquele comportamento foi surgindo uma chama em mim cada vez maior.

Não aguentando mais, peguei o número dela no sistema e mandei um “oi”, a gente conversou a madrugada inteira, por vários dias até passar a marcar horários para treinar juntas. Quando estávamos treinando ela não conseguia disfarçar os olhares em algumas partes do meu corpo (sou morena 1,69cm cintura fina, seios pequenos, braços tornados e coxas e bunda bem grandes e definidos e cabelos cacheados) e quando eu chegava perto ela olhava para minha boca de forma bem discreta, e mesmo eu sendo tímida, já estava ciente que ela também tinha interesse em mim.

Minha primeira transa lésbica

Os dias foram passando e minha vontade de beijar a boca dela só aumentava, já tinha ficado com duas mulheres antes mas nenhuma era como ela, muito atraente, estilosa e bastante educada. Despertava algo muito forte em mim.
Conversa vai, conversa vem, eu me auto convidei para ir em sua casa no meu horário de almoço. Terminei o expediente da manhã, tomei banho (óbvio) a mandei mandei mensagem. Quando entrei no carro dela já estava muito nervosa e falando coisa com coisa, e ela plena como sempre muito bonita e radiante.

Quando chegamos, ela estava sozinha em casa, me apresentou a residência, me ofereceu água e todos os conformes, nos sentamos no sofá e ela apontou para o canto do sofá que ela costumava deitar, e eu que apesar de tímida sou muito brincalhona deitei para onde ela tinha apontado e brinquei:

“Quer deitar aqui? Se quiser pode deitar aqui do meu lado.”

Sorrindo e achando graça, ela veio claro.

O espaço do sofá era grande, mas quando ela deitou já veio esfregando o corpo no meu, ficamos tão próximas que nossos lábios se encontraram acidentalmente. E por mais que eu estivesse tranquila por fora, por dentro eu estava um poço de nervosismo por estar tão perto da mulher que havia me deixado com borboletas no estômagos há dias.

Quando a gente terminou de se arrumar no sofá, e sem aguentar mais, eu a segurei pela nuca, puxei bem perto e dei um beijo bem molhado, lento e demorado. Um beijo de vontade e paixão, nem estava acreditando ainda. O beijo durou muito até a gente desgrudar e se olhar de novo, apenas para respirar e voltar a beijar, dessa vez com mais força, mais rápido, tão rápido que ambas soltavam pequenos gemidos de prazer.

Quanto mais beijava mais queria ela.

Quanto mais beijava mais queria sentir cada centímetro do corpo dela.

Quanto mais beijava, mais queria cheirar, beijar e morder o corpo dela.

Ela já estava arfando de prazer, puxava meus cabelos para mais perto e o clima foi ficando  mais quente. Peças de roupa começaram a sair de cena, mais partes do corpo começaram a ser exploradas e ela desceu as mãos primeiro, pegou nos meus peitos e apertava o biquinho enquanto me olhava, depois desceu até minha barriga e beijando sem parar tirou minha calcinha, beijou com carinho a testa da minha piriquita e voltou para cima, quando me beijou de volta enfiou o dedo na minha buceta.

Eu nunca tinha transado com uma mulher antes, e nem sabia que uma buceta poderia ficar tão molhada como a minha estava, fiquei surpresa que não fiz nada além de gritar. Estava tudo muito gostoso. Os movimentos de vai e vem, dentro da minha buceta e no meu clitóris que eu gozei mais rápido do que gostaria.

Quando recuperei o fôlego, ela só estava de roupa íntima, e quando ficou nua de vez, fiquei emocionada com tanta beleza, nunca tinha visto uma mulher pelada assim antes, analisei seu corpo nu inteiro, peguei na sua bunda grande e empinada, muito gostosa, gostosa demais e nunca tinha chupado uma buceta antes, quando encostei os dedos na sua buceta tão molhada, nós duas começamos a gemer de muito prazer.

Uma onda de tesão me invadiu e eu queria sentir o sabor daquela buceta pela primeira vez. Beijei cada parte do seu corpo até chegar em baixo.

Olhei bem, branca, rosada e muito molhada. Lambi de baixo até em cima devagar. Ela gemeu.

Lambi o clitóris e dei uma leve sugada. Ela gemeu.

Enfiei a língua na vagina e depois suguei o clitóris com leves lambidas e ela gemia bem discreto e gostoso, não aguentei, chupava ela e me masturbava.

O sabor era quente e gostoso, fui ficando mais molhada e mais cheia de tesão, tão excitada que meu desejo era chupar a buceta dela todas as noites.

E por fim, a mulher que eu estava afim desde a Primeira vez que a vi, gozou.

A mulher que queria beijar loucamente se desmoronou de prazer, na minha boca.

Foi uma experiência única, foi uma transa cheia de paixão e vontade, ela me deixou repleta de vontade e seu corpo tão bonito, cheio de tatuagens, me despertou interesse de querer transar cada vez mais e mais.

E estamos transando e nos amando há 8 meses já.


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3 comentários para “Minha primeira transa com uma mulher

  1. Paulo • 24 de maio de 2020

    Delicia de conto. Adoro casual com casada evangélica. Solteira .

  2. Érica • 26 de maio de 2020

    Conto muito bom… fiquei toda molhadinha

  3. Thays • 26 de maio de 2020

    Conto maravilhoso! como queria poder chupar uma mulher trocar experiências na cama

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