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A História de quando surgiu a vontade de comer minha mãe

  • abril 18, 2019
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Essa é uma história real, e decidi tomar coragem e dividir essa experiência com vocês. Passei a ler os contos eroticos desse site e vi que minha contribuição será boa. Sou muito curioso nas questões sobre sexo.

Por mais que pareça absurdo e impossível o fato de eu ter transado com minha mãe, tudo que está aqui é absolutamente verdade. Eu também não acreditava que isso poderia acontecer, pois nos sempre temos uma visão indiferente para nossos parentes em relação a sexo, ainda mais com nossas mães. Porém, vou contar como eu e minha mãezinha quebramos essa barreira entre incesto de mãe e filho.

Isso aconteceu quando tinha 21 anos. Hoje tenho 24, não moro mais com meus pais e vivo em outra cidade.

Na época, eu era um cara bastante pervertido. Tinha dias que eu me masturbava 4 vezes ou mais no dia, eu tinha muito tesão mesmo. Desde os 18 tenho fetiches por pés. Adoro pés femininos. Uma mulher com belos pés consegue toda minha atenção, e se não tiver, eu não me interesso.

Minha mãe tinha belos pés, lindos mesmo. Ela tinha o par de pezinhos mais lindos que já vi na vida. Calça 34, são delicados, tem os dedinhos perfeitos; ela fazia as unhas, e andava de sandália rasteirinha ou quaisquer sapatos que os realçassem. A curvatura deles era excitante demais. Ela sempre andava de chinelo ou descalça em casa, com um shortinho ou camisola. Gostosa demais. Ela tem a pele meio parda, bem morena quase mulata, alisa o cabelo, mas não o deixa totalmente alisado, mas com ondulações, tem lábios carnudos… está um pouquinho acima do peso, porem tem um corpo incrível, coxas grossas, um bundão lindo. Ela é uma mulher bunduda maravilhosa. O shortinho que ela usava, cravado no cuzinho dela, realçava ainda mais aquele bundão de negra. Tinha peitos fartos, meio caídos pela idade. Devia ter uns 41 anos na época. Ela cheira muito bem, até mesmo sem perfume, e devia ter uns 1,58 m.

Porém, até uma certa época, eu nunca a vi como mulher, ou como símbolo sexual. Claro, ela é minha mãe, eu nunca pensaria coisas assim com ela. Mas isso mudou quando cheguei aos meus 18 anos.

Eu estava ficando tão tarado, que começara a praticar reais perversidades em casa. Uma empregada, que trabalhou conosco a vida inteira, havia se demitido. Era feia e tinha pés horríveis.

Nisto, meus pais decidiram contratar uma nova, e eu daria minha opinião sobre as entrevistadas, pois passava grande parte do meu tempo em casa e seria essencial ter uma empregada doméstica ideal. Fizemos as entrevistas com várias, algumas bonitas e outras não, mas uma me chamou a atenção. Tinha um rostinho belo, um corpo mediano, nem magra nem gorda, mas o essencial: tinha pés lindíssimos. Deliciosos, como os da minha mãe.

Queria chupar eles demais, meter naquela bunda redonda, queria ver aquela mulher bem vestidinha, empolgada com o trabalho, gemer e ficar nua na cama do meu quarto. Deveria ser até mais jovem que minha mãe, mas era mãe de 2 filhos.

Acabaram as entrevistas, e claro, falei que havia gostado mais da mulher de pés lindos, que chamarei de (F). Na semana seguinte ela já estava contratada. Ela trabalhava com um shortinho de ginastica colado naquele bundão gostoso dela, e uma camisola, com um par de rasteirinhas.

Quando terminava o serviço, deixava suas roupas de trabalho em casa no quartinho da empregada e ia embora com outras. Eu me masturbava com as roupas dela, ainda com o cheiro delicioso dela, e lambia as rasteirinhas. Gozava sempre ou nas roupas ou nas rasteirinhas, e limpava pouco.

Queria que ela descobrisse que eu estava desejando-a e gozando nas suas roupas… molecagem minha na época. Mas ela nunca esboçou nada, apesar de deixar grandes manchas em suas vestes. Mas sempre tive a impressão de que ela me queria… porem essa é outra história.

Nesse período eu não desejava minha mãe. Mas certo dia, tive um sonho. Normalmente, quando sonhamos que transamos com alguém, passamos a olhar essa pessoa com outros olhos.

Foi o que aconteceu comigo. Sonhei que fodinha minha mãe, e adorava. Acordei de pau duro, e nunca havia me sentido daquele jeito. Estava duro que nem pedra, as veias estavam mais salientes que o normal, eu sentia uma vontade enorme de pular da cama e ir meter na minha mãe.

Ainda me restava uma parte de mim que dizia ”cara, isso é anormal, pare de pensar..” mas a sanidade na hora era pouca, e bati uma punheta ali mesmo, na cama.

Me concentrei e gozei rápido. Foi oficialmente a gozada mais intensa da minha vida. A porra voou no meu cabelo, na cara, eu soltei uns2 jatos consistentes. Logo após o feito, me veio o sentimento de arrependimento.

Passei o dia meio horrorizado, e quando me encontrava com minha mãe, ficava corado.

Não sentia vontade de repetir o ato, mas ficava um tanto incomodado. Porém, a vontade voltava depois de um tempo, assim que meu tesão retornasse.

Claro, fiquei preocupado com esses meus desejos de incesto e de estar me entregado, pois não aguentava mais e tinha que comer minha mãe.

Aquela bunda dela, os pezinhos, a boquinha gostosa dela e o jeito que ela sentava no sofá, de pernas arreganhadas, com a calcinha deixando uma parte da bucetinha escapar… Punhetas e mais punhetas vieram defronte a isso.

Eu Prestava atenção em tudo nela. Em como ela era gostosa com as roupas que ela saia, passei a reparar nos sapatos dela, e logo, não tardava para começar a procurar por suas calcinhas.

No sábado, ela trabalhava, e eu não ia para a faculdade. Eu acordava cedo, para esperar ela se trocar e ir embora, para eu poder pegar a calcinha dela ainda fresca do cesto de roupas sujas e bater uma com aquilo encostado no meu pau. Eu me lambuzava, lambia aquela peça de roupa com o cheirinho levemente forte da buceta da minha mãe. Conseguia ainda ver algumas pequenas manchas do liquido da xoxota dela. E foi assim por meses.

Outros fatores contribuíram nessa minha paixão imensa por minha mãe. Ela criou uma mania de passar seus pezinhos em mim. No almoço, ela sentava na minha frente. Ela, ingenuamente, esfregava e roçava os pezinhos em minha perna, joelho, como se fosse apenas um carinho. Para mim, era divino, eu ficava de pênis duro e tinha que disfarçar completamente para eles não perceberem. Principalmente meu pai, ele que era o grande problema. Se descobrisse disso, seria um grande problema, pois é extremamente rígido. E não era apenas nas situações do almoço, era vendo tv, ou em qualquer situação.

Ela pedia para eu cheirar os pezinhos, que tinham um leve odor de suor, e eu cheirava. Foi uma das melhores sensações da minha vida. Brincava, para fingir. Dizia” eca, que foder mãe!”, ou as vezes falava a verdade e dizia” nossa, estão cheirosos”. Mas nunca com um ar de malicia. Fazia massagem neles. Era bom demais, mas eu queria avançar, porém não tinha como.

Não tinha como falar” mãe, deixa eu beijar seus pés”, ou” mãe, deixa eu te enrabar”. Eu não sei se ela responderia, mesmo eu imaginando-a dizendo” sim”. As vezes meu pai viajava, e ela me convidava a dormir com ela. Eu aceitava, obviamente. Ela dormia de camisola, eu so de samba canção. Na maioria das vezes ela se cobria, por sentir frio, mas quando fazia calor ficava sem coberta.

Quando ela ficava de costas para mim, meu deus, sentia uma vontade de enrabar minha rola dura naquela bunda imensa, esfregar meu pau e melecar ela de porra. Não podia fazer isso. Eu não era louco a ponto disso, arriscando minha relação de filho com não só ela, mas com meu pai também. Então, tirava fotos com meu celular enquanto ainda era claro de ângulos bons dela, para me masturbar depois.

Quando tive muito tesão por minha mãe

Até que um dia… depois de dormir com ela, eu acordo, e vejo ela pelada. Estava se trocando para o trabalho. Foi a primeira vez que vi minha mãe nua desde que sentia atração por ela. Era como eu imaginava. Divino. Um corpo de mulher madura, excitante. Minha mãe era uma cavala, muito gostosa. Porém, estava com muito sono, e fiquei corado. Fingi que dormi.

Passaram-se meses, eu arranjei uma namorada e uma banda, e tive que deixar de lado essa minha paixão por um tempo. Apesar de namorar, minha mãe era minha deusa, minha rainha.

Fiz 21 anos, e já estava bastante mais confiante. Estava mais forte, corajoso e louco. Sonhava com minha mãe de novo. E uma dessas ocasiões, aconteceu enquanto dormia com ela.

Era a hora. Eu me aproximei dela, cheirei os cabelos dela (estava de costas para mim), e levemente encostei meu pauzão naquele bundão, lentamente. Abracei ela, roçando cada vez mais. Estava explodindo de tesão, minha vontade era de pegar nos peitos também, mas recuei. No entanto, ela não havia dado nenhum sinal. Nem de que gostou, e nem de que reprovou.

Tirei meu pênis da cueca, e bati uma ali mesmo. Gozei na camisola da minha mãe. Foi uma gozada fantástica. Não me arrependi, estava amando demais ela, e dormi bem. Estava torcendo para que ela descobrisse, não limpei e deixei a mancha intacta.

Acordamos no dia seguinte. Ela parecia irritada com algo. Não se despediu de mim direito, estava brava. Eu pensei” estraguei tudo, me fodi agora”. Já havia me conformado que ela iria contar pro meu pai tudo aquilo. Porém, nada aconteceu, por sorte. Apesar do aborrecimento dela, ela não contou nada a ele. Entretanto, ela não me chamou mais para dormir com ela. Quando eu tomava essa iniciativa, ela dizia” melhor dormir sozinho hoje filho”. Eu não questionava. Parou de deixar eu pegar nos pezinhos dela e pedir passagem. Isso durou por longos dias.

Até que, mais uma vez, meu pai havia viajado. Estávamos assistindo tv, um programa de humor. Apareciam várias mulheres seminuas, gostosas. Eu estava sem masturbação por um bom tempo, e estava ficando excitado vendo aquilo.

Estava no sofá, minha mãe com os pés esticados em minha direção. Estava me controlando para não olhar aquelas solinhas gostosas. As coxas dela, robustas, me atiçavam demais. Mas estava me controlando. Ela mexia os dedinhos dos pés, esticando-os, como quisesse chamar minha atenção. Eu olhava de canto, e percebia que ela olhava para mim. Eu disfarçava, e ela ficava um pouco incomodada com isso. Até que relaxei, e comecei a dar sinais de olhar para ela e para seu corpo.

Não demorou, e ela começou a passar seu pezinho em minha coxa, falando” vê se meu pezinho está fedido”. Eu cheirei, encostando meu nariz e lábios, deixei minha cara naquela solinha por uns 5 segundos, minha vontade era de passar a língua. Ela disse” você acha meus pés bonitos?”

eu disse” acho mãe, adoro seus pés”.

ela com um sorriso no rosto continuou” adoro homens que façam carinhos nos meus pés, beijem… pode olhar filho, eu sou sua mãe. quero que você massageie e de vários beijinhos nos meus dedinhos, vai…”.

Peguei aquele pé, apertei, alisei, beijei inteiro. Minha mãe gemia descaradamente, percebi ali que ela era minha. Ela adorava que eu mordiscasse seu mindinho, ela gemia alto mesmo. A vadia adorava um carinho nos pés, por sorte minha.

Comecei a lamber, a chupar, lambuzar aquele pe.

Segui para as coxas delas, e ela interveio:” aaah moleque, se seu pai descobre… vou contar pra ele!”

eu falei” não mãe, por favor. você não entende, sou louco por você desde muito tempo. Você é muito gostosa, a mulher que mais desejei, mais que qualquer menina que já fiquei. eu te quero agora”

e assim ela abriu as pernas. ela era muito elástica, levou quase que para trás da cabeça aquelas pernas lindas, e o bucetão dela ficou totalmente exposto. estava sem calcinha.

ela logo disse” vem cá então, filhão”.

Eu fiz o que ela mandou. Deitei em cima dela e comecei a beija-la. Ela me abraçou com as pernas, foi uma delícia. Meu pau na buceta dela estava pulsando de tesão, comecei a fazer movimentos de vai e vem, porem estava de bermuda, então não estava penetrando-a ainda. Depois de um beijo intenso, começamos a nos lamber, que nem cachorros lambem um ao outro na boca.

O gosto da saliva dela era delicioso, os lábios eram carnudos então eu me degustava demais. Ficamos muito tempo assim, até que ela pediu para eu descer em sua buceta.

Comecei a lambe-la inteira. Inexperiente, ela mandou gentilmente eu lamber nos pontos que ela pedia, para lhe dar prazer. Posso lhes dizer que, ouvir minha gemer, e gozar na minha boca, foi a coisa mais assustadora, excitante e deliciosa do mundo. Nada pagará o preço disso.

Ela gemendo, foi o que mais me deu tesão na transa. Voltei a beijar, lamber seus pés, e quando tirei minha bermuda e comecei a esfregar meu pau nos pés dela, ela sorriu. ” vou fazer você gozar nos meus pezinhos hmmm”.

Caralho, eu estava pirando. Ela tinha muita experiencia, ela batia uma com os pés dela para mim de uma maneira perfeita, melhor que as mãos.

Ela passava os dedinhos no meu saco, eu a olhava nos olhos, sentia tanto amor por ela, queria encher ela de porra.

E gozei.

Gozei demais.

Ela gemia, eu estava corado, mas gritando e gozando demais nos pés dela.

Além do que foi nos pés, foi nos seios dela e na barriga.

A vagabunda levou os pés para a boca dela e lambeu a porra que restava ali. Ela mandou eu lamber também, e eu obedeci.

Não sentia nojo, lambi a porra com ela e depois a beijei. Ainda lambi o que tinha na barriga e dei mais umas chupadinhas naquela xaninha dela.

Depois dessa, vieram centenas de transas. Sempre fomos cautelosos e nunca deixamos meu pai nos pegar. Ela me fez prometer que nunca contaria para ele, nem para meu irmão, nem para ninguém.

Minha relação com minha mãe, que antes não era muito boa, se tornou excelente. Viramos melhores amigos, transavamos. Cheguei a comer o cuzinho dela, e experimentamos coisas como chuva dourada, inversão. Foi ótimo.

Quase completando 24 anos, sai de casa. O fogo já não era tão grande entre mim e ela.

Mas ainda nos beijávamos, e quando estávamos muito excitados, e são estávamos nos dois em casa, transavamos feito loucos a noite inteira.

Íamos na locadora para pegar filmes pornôs, eu fingia que era namorado dela. Fomos a um motel, transavamos as vezes em festas.

Foi a melhor época da minha vida.

Hoje ainda nos falamos, e ainda temos papos pervertidos. Mas estou com uma vida corrida no momento, mas ainda tiro uma folga para passar em casa e mostrar para minha mamãezinha como estou crescido.


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11 comentários para “A História de quando surgiu a vontade de comer minha mãe

  1. João • 19 de abril de 2019

    Caralho que conto delícioso cara

  2. Delydely • 5 de junho de 2019

    Muito bom, fiquei de pau duro querendo ver

  3. Saulo • 16 de junho de 2019

    que delícia 😉

  4. Rola Dura • 28 de fevereiro de 2020

    Pelo que li vc gosta de inversão vc é BI.. muito bom seu conto

  5. J. • 9 de maio de 2020

    Conto muito bom. Gostei! Foi excitante!

  6. John • 26 de maio de 2020

    Delicia

  7. John • 26 de maio de 2020

    Como faço para fuder minha sobrinha? me chamem e falem comigo.

  8. Le • 26 de junho de 2020

    Que delícia!!!!! To toda molhadinha aqui querendo um pau gostoso

    • Valmir • 27 de agosto de 2020

      Muito bom tô com o pau todo melado

  9. Valmir • 27 de agosto de 2020

    Muito bom tô com o pau todo melado

  10. Alec • 13 de outubro de 2022

    Quisera eu qd era novinho uma mãe gostosa. Sou coroa cinquentão sou ativo quero com vc que gosta de exibir sua mãe ou irmã ou esposa filha ou enteada desde que maior de idade.

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